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Como treinar um cavalo preguiçoso

2020.09.25 20:33 Vedovati_Pisos Como treinar um cavalo preguiçoso

Método Parelli de treinamento natural pode ajudar a treinar um cavalo preguiçoso.
Antes de chamar seu cavalo de “preguiçoso”, tente pensar sobre as coisas do ponto de vista dele. Quando você pede a ele para fazer alguma coisa, já parou para pensar como ele interpreta isso – como isso soa do jeito dele enxergar as coisas?
O método de treinamento natural de Pat Parelli, um dos maiores domadores de cavalos do mundo, é uma forma de treinamento de cavalo que faz você pensar sobre as coisas do ponto de vista do animal. Você perceberá que esta abordagem é mais útil do que qualquer outra coisa para lidar com cavalos preguiçosos.
Você pode estar muito animado para passear, mas como é que o seu cavalo se sente? Talvez para ele, sair com seus companheiros de pastagem e pastar na grama seja mais interessante, menos estressante e muito mais divertido do que lidar com as esporas, chicotes, selas pesadas e o estresse de levar você em suas costas.
Animais com esta atitude são muitas vezes rotulados como ‘cavalos preguiçosos’ ou ‘cavalos teimosos’, mas muitas vezes eles são apenas cavalos desmotivados, porque o que você está pedindo para fazer apenas não é divertido para eles.
Determinando a causa
O método de equitação natural começa com o processo de resolver qualquer problema de comportamento do cavalo com a pergunta: “Por que o cavalo está agindo desta forma”? Às vezes os cavalos preguiçosos são realmente cavalos nervosos ou cavalos assustados. Às vezes, o cavalo tem apenas uma personalidade descontraída, ou ‘horsenality’, como é conhecida no método Parelli de treinamento de cavalos.
Compreender o seu cavalo e o que realmente está acontecendo com ele é a base para acabar com a preguiça. Depois de determinar que o seu cavalo não está nem assustado nem doente, mas simplesmente desmotivado, é importante aprender o que anima e motiva o equino.
Você tem um cavalo preguiçoso e não sabe o que fazer para mudar isso?
Pense em você mesmo num momento de preguiça. Já notou como sua preguiça desaparece diante de algo que lhe interessa? Assim como os humanos, os cavalos se tornam preguiçosos quando estão entediados, desinteressados ​​ou desmotivados. Tirando motivos de doença, cavalos preguiçosos são apenas cavalos desmotivados.
Quando estamos lidando com um cavalo preguiçoso, a abordagem correta é determinar por que o cavalo está desmotivado quando ele está com você e descobrir o que o anima. Se você puder fazer isso, vai se surpreender com a velocidade com que o cavalo fica motivado e ativo novamente.
Como acabar com a preguiça do cavalo
Você precisa descobrir o tipo de personalidade básica de seu cavalo e aprender a entender sua psicologia e comportamento a partir dessa matriz. Um cavalo preguiçoso é geralmente um cavalo introvertido.
Este tipo de cavalo pensa que os seres humanos são muito chatos (às vezes eles estão certos). Mas uma vez que você saiba o que faz esse cavalo se animar e aprender a envolve-lo nas atividades que o motivam, você terá um grande cavalo e ótimo companheiro de passeios e cavalgadas. Mesmo a pessoa mais preguiçosa do mundo pode se motivar para se levantar e fazer algo se você pode descobrir o que ela ama.
Será que você realmente precisa fazer muito esforço para “entender” seu cavalo? Às vezes, sim. A abordagem correta é baseada no desenvolvimento de um relacionamento com o seu cavalo, e a base de todos os relacionamentos é a compreensão do seu parceiro, nunca forçando uma mudança de comportamento. E como sabemos, relacionamentos são construídos com tempo e paciência.
A chave para o sucesso com um cavalo preguiçoso
Ao contrário do treinamento tradicional do cavalo, que geralmente envolve o uso de mais pressão física (chutes, esporas, chicotes), a abordagem natural é entender que a chave para uma parceria de sucesso com este cavalo é mental, não física. A pressão física só resultará em mais ressentimento e desafetos.
Para se tornar o líder e parceiro confiável de seu cavalo, você precisa aplicar o poder do cérebro, não o poder físico, para mudar o padrão de comportamento do cavalo. Para um cavalo preguiçoso, recompensas para o comportamento desejável são a chave para o sucesso. Este cavalo quer saber o que você tem de bom a oferecer para ele. Se você tem uma regra geral sobre nunca dar uma recompensa para seu cavalo (biscoitos, escovação, pausas para descanso, etc.), é bom repensar essa sua estratégia.
O treinamento natural é flexível. Ao invés de regras rígidas, procure entender cada cavalo individualmente e o que funciona para ele. Flexibilidade e fluidez são a formação natural para ter um cavalo excelente.

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2020.09.25 17:42 Vedovati_Pisos Pisos emborrachados para cavalos – Tudo o que você precisa saber!

É inegável que as camas e os pisos emborrachados para cavalos oferecem mais conforto e contribuem muito para a saúde do seu cavalo. Ao optar por uma cama emborrachada, você está garantido o bem-estar do animal e prevenindo doenças que podem ser causadas por camas de maravalha, serragem e pisos por onde os cavalos normalmente andam feitos de cimento.
Quem possui cavalos sabe que uma das grandes preocupações é oferecer ao animal um ambiente confortável para que ele possa descansar, ser tratado e se locomover com segurança. E neste quesito, considerando também a manutenção das cocheiras, é imprescindível que os pisos dos corredores e baias sejam emborrachados.
Quando aplicados em corredores de passagem, no haras, baias ou outros locais, os pisos de borracha facilitam no cuidado do espaço e ajudam no conforto dos animais.
Benefícios dos pisos emborrachados para seu cavalo
Bastante conhecidos e utilizados na Europa e EUA há muitos tempo, os pisos emborrachados para cavalos foram introduzidos no Brasil pela Vedovati há mais de 20 anos.
A secura e a limpeza são essenciais para pisos equestres
Os pisos emborrachados para cavalos em baias possibilita a drenagem automática da urina devido aos “pés” na face inferior, por isso, oferece uma superfície que impede o acúmulo de umidade e minimiza os vapores de amônia, mantendo a superfície da cocheira seca.
Cavalos não gostam de ficar sobre pisos molhados. Além de ser uma preferência do animal, isso traz mais segurança. É por isso que a cama de borracha é a melhor opção para haras, hospitais veterinários, centros de treinamentos equestres e equoterapias.
A capacidade de manter a temperatura ambiente torna a cama e os pisos de borracha ótimo sistema de revestimento equestre
Como a cama de borracha não sofre variações de temperatura (como acontece com o concreto ou aço), ela oferece uma superfície mais agradável, assim, o EBV – Estrado de borracha em baias ajuda o cavalo a manter o corpo aquecido quando se deita, o que é imprescindível para o conforto do animal.
Maciez, flexibilidade e absorção de impacto são essenciais para pisos equestres
As patas e os cascos dos cavalos são as partes do corpo que primeiro recebem o impacto da corrida, de uma simples caminhada ou mesmo o suporte de seu peso. Por esse motivo, merecem cuidados especiais para evitar problemas futuros. Como os cavalos não usam tênis como você, forre com borracha os ambientes concretados por onde eles circulam.
Pensando nisso, o ideal é revestir baias com cama de borracha e corredores de baias com pisos de borracha (ou pisos emborrachados), pois eles são macios e absorvem o peso e o impacto dos cavalos, possuem design e tecnologia que garantem a maciez e flexibilidade por muitos anos. Além dos pisos, outra alternativa interessante é revestir as paredes das baias para absorver o impacto dos coices dos cavalos.
Os pisos emborrachados para cavalos são bons para você também
É importante lembrar que o EBV não oferece um piso limpo e confortável apenas para o seu cavalo, ele é bom para você também. Menos gastos com limpeza, menos reparos e manutenção são algumas das vantagens que você terá.
Pisos emborrachados nas baias de cavalos
Fazer a manutenção correta da baia do seu cavalo é a maneira mais eficaz e inteligente de reduzir seus custos e manter a boa saúde do animal.
Muito além de simples lavagem e troca de materiais, os cuidados com os detalhes na baia/cocheira podem prevenir inúmeras doenças, ampliam o bem-estar e conforto do cavalo e podem significar mais momentos de interação e afinidade com seu companheiro equino.
E um dos detalhes mais importantes da baia/cocheira é, sem dúvida, a cama do cavalo. Responsável por suportar o peso do animal, juntamente com urina e esterco, a cama da baia precisa ser ao mesmo tempo resistente, flexível e de fácil manutenção.
Baias/cocheiras com camas tradicionais de serragem/maravalha, feno, areia ou palha são muito mais difíceis de limpar do que as com o piso EBV – Estrado de Borracha Vedovati, que oferece mais conforto, higiene e ajuda a prevenir doenças.
Com os pisos de borracha Vedovati o ambiente fica mais seguro para os cavalos, além de facilitar a higienização do local.
As principais características que tornam os pisos de borracha indicados para o local em que seu cavalo fica são a flexibilidade e maciez, que absorve o impacto causado pelos cascos dos animais, principalmente quando ferrados; a proteção para o piso de cimento, o que leva a uma redução nos gastos com manutenção; facilidade de instalação, já que são práticos e simples.
Manutenção da cama tradicional
É recomendável examinar a cama do seu animal no mínimo duas vezes ao dia, (isso vai depender do tempo que fica estabulado) preferencialmente de manhã e à tarde. Use o garfo para retirar o esterco e todas as partes da cama molhada pela urina.
Coloque tudo em carriola, que posteriormente será levada para uma esterqueira onde devem ser jogados estes restos.
A esterqueira deve ser localizada longe das baias para não atrair moscas e evitar a transmissão de doenças. Isto também evita que o odor se propague e deixe as cocheiras com um aspecto ruim tanto para você quanto para o animal, considerando que o cheiro da urina misturada com a serragem é ácido e desagradável.
Gases tóxicos como a amônia e metano causam irritação das vias aéreas além de deprimir a motilidade ciliar e retardar o mecanismo de clearance mucociliar, diminuindo a eficácia deste mecanismo de defesa (RUSH; MAIR, 2004), já que, de acordo com o médico veterinário Rodrigo Rolim, o cheiro forte da amônia presente na unira pode afetar o trato respiratório do animal, causar crises de tosse e desencadear doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).
A médica veterinária Karina Calciolari ressalta que as afecções do sistema respiratório são a segunda causa de queda de desempenho e afastamento dos equinos do esporte ou trabalho, ficando atrás somente das desordens musculoesqueléticas. A estabulação e alimentação a base de fenos predispõe os equinos a inalação de grande número de agentes irritantes as vias aéreas.
Quando alguma parte da cama for retirada, esta deve ser reposta com o mesmo material para evitar desníveis que comprometam sua qualidade e problemas locomotores. Por exemplo: quando a serragem fica umedecida pela urina e esta for retirada, complete com a mesma quantidade e deixe tudo nivelado usando o próprio garfo.
Manutenção com a cama de borracha “EBV”
A cama de borracha é o único material que pode ter uma higienização diária eficiente. Assim como na cama tradicional, baias com cama de borracha (EBV – Estrado de Borracha Vedovati) devem ser limpas no mínimo duas vezes por dia, preferencialmente de manhã e à tarde. Deve se adotar dois sistemas de limpeza, uma limpeza diária e uma semanal.
Na limpeza diária, inicialmente deve-se recolher as fezes com uma pá e depois lavar os estrados preferencialmente com água e detergente neutro, seguido de hipoclorito de sódio a 1% utilizando uma lavadora de alta pressão. Caso não possua essa lavadora, esfregue com uma vassoura, levante as placas e lave por baixo para escorrer bem a urina e resíduos de fezes para o ralo de drenagem, utilizando novamente água e detergente neutro.
Na limpeza semanal, após proceder o sistema de limpeza diária, retire os estrados da baia e lave bem o piso e as paredes com uma lavadora de alta pressão ou com uma vassoura. A borracha também pode ser higienizada com vassoura de fogo.
A grande vantagem é que o EBV, a cama de borracha para cocheira possibilita a drenagem automática da urina, além de sua enorme durabilidade, o que gera uma grande economia na manutenção da baia.
Limpeza do teto
Apesar das controvérsias a respeito das teias de aranha, que são úteis para prender os insetos, estas não apresentam um aspecto higiênico, por isso é sempre bom retirá-las.
Você pode utilizar um lança-chamas para eliminar por completo todas as teias, aranhas e outros insetos, porém cuidado: você deve contar com ajuda de pessoas experientes para evitar acidentes. Após este processo, utilize uma vassoura comprida para retirar o que sobrou, mantendo o teto da baia claro e livre de pó e sujeira.
Cuidado com cochos e bebedouros
Devem ser lavados diariamente utilizando água corrente.
Os cochos de ração devem ser limpos com uma escova a cada refeição, evitando que os resíduos da comida apodreçam e possam ser possivelmente ingeridos pelo cavalo.
Os bebedouros de cimento acumulam mais sujeira dos que os de ferro, sendo estes mais fáceis de limpar.
Dicas para manter a higiene
• Mantenhas as portas sempre limpas e as fechaduras lubrificadas.
• Retire os restos de ração do cocho sempre
• Aplique antisséptico para esterilizar a baia de seu cavalo a cada 20 dias, evitando a proliferação de fungos e bactérias e logo a transmissão de doenças. Nunca faça isto sem antes consultar um especialista, pois estes produtos podem ser altamente tóxicos.
• Outra alternativa para esterilizar a baia do seu cavalo é utilizando cal, quando o chão for de terra. Para isto, retire toda a cama da baia, aplique o lança-chamas e por último cubra com cal.
Pisos emborrachados para clínicas e hospitais veterinários
Além dos grandes benefícios que os pisos emborrachados oferecem para estábulos e baias, sua aplicação é altamente recomendada também para instalações completas de hospitais, clínicas e laboratórios veterinários, além das salas de indução almofadadas.
O ambiente de tratamento veterinário, especialmente quando falamos de equinos, precisa oferecer garantia e segurança tanto para o médico quanto para o animal, ao mesmo tempo em que concede ao dono ou criador uma tranquilidade ao saber que todos os cuidados estão sendo tomados.
Os pisos de borracha Vedovati são instalados em salas de indução (pré e pós operatório) com muito sucesso. Além de proporcionarem segurança e conforto aos animais, são práticos para realizar a assepsia, o que o torna o piso ideal para esse ambiente.
Entre as vantagens dos pisos de borracha Vedovati, você tem:
• Conforto e maciez,
• Grande capacidade de absorção de impacto dos animais,
• Facilidade de assepsia e higienização,
• O piso é antiderrapante, plano e seguro,
• Resistente e altamente durável.
Quais hospitais veterinários e clínicas já utilizam esses pisos?
Diversas universidades e hospitais veterinários optaram pelos pisos emborrachados por oferecem melhor assepsia e praticidade, como a UNOESTE, UNIP, UNIOESTE, UNIPLAC, USP, UNESP, PUC do Rio Grande do Sul, Escola de Veterinária da UFMG e muitas outras.
Os pisos de borracha Vedovati são indicados para ambientes que precisam ter controles rígidos de higiene e assepsia para animais de grande ou pequeno porte (caninos, equinos, bovinos, entre outros).
Preferência entre veterinários e criadores
É óbvio que você quer ouvir a opinião de outras pessoas que já utilizam nossos produtos para tomar sua decisão, certo? É por isso que uma das maiores provas da qualidade dos pisos Vedovati são sua preferência entre diversos criadores e veterinários. São pessoas que já utilizam nossos pisos emborrachados e tiveram ótimos resultados no conforto, segurança e saúde de seus cavalos.
É o caso de Fernando Rolim, médico veterinário, treinador de cavalos e proprietário da Global Equus, que optou pelas camas emborrachadas da Vedovati ao notar o alto custo para obtenção e descarte da maravalha, bem como lesões na região do jarrete dos seus cavalos. Com os pisos emborrachados da Vedovati ele conseguiu resolver esses dois problemas, obtendo uma redução de 70% no custo dos pisos e reduzindo em 100% as lesões nos equinos.
Outro grande fã dos pisos emborrachados Vedovati é o cantor Rio Negro, da dupla Rio Negro e Solimões. Ele diz que com o estrado emborrachado seus cavalos da raça quarto de milha ficam com os cascos mais saudáveis e não correm o risco de adquirirem doenças respiratórias, garantindo uma manutenção rápida, segura e eficiente, além da facilidade de não precisar sair correndo atrás das ultrapassadas camas de serragem.
Quer ver outros depoimentos? É só clicar aqui.
Como posso obter mais informações e detalhes técnicos antes de comprar os pisos Vedovati?
Se você ainda precisa de mais informações antes de efetuar sua compra dos nossos pisos emborrachados, teremos o maior prazer em ajudar a esclarecer todas as suas dúvidas.
Para isso, preencha o formulário abaixo e entre em contato conosco para que possamos orientá-lo a obter o melhor produto para seus cavalos!
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2020.09.25 16:27 Vedovati_Pisos Veja o que é necessário para construir um canil doméstico

Construir um canil doméstico é a forma de oferecer um cantinho confortável para seus cachorros, caso eles não vivam dentro de casa. Mas é importante saber escolher todos os recursos para conservar a limpeza e higiene do local, prevenindo diversos problemas que podem afetar a saúde dos animais. Além de providenciar um espaço coberto para os cães se protegerem das condições climáticas e se alimentarem, instalar o piso certo fará toda a diferença.
Construindo o espaço
O primeiro passo para construir um canil doméstico é reservar espaço suficiente para o cachorro se sentir confortável e não preso. Se for nos fundos da casa, melhor ainda, porque o animal fica longe dos barulhos da rua, que podem estressá-lo. Seguindo essa regra, o bichinho vai facilmente adotar o local como seu favorito da casa.
As medidas do canil devem ser proporcionais ao porte do seu cachorro. Para raças grandes, o mais recomendado é reservar uma área coberta de no mínimo 2 m x 2 m (4 m²) e 1.5 m de altura. Já raças de porte médio precisam de uma área coberta com pelo menos 2,5m² e 1 m de altura. Por fim, cães pequenos ficam bem em área coberta de 1m² e 60 cm de altura.
Para construir a área coberta, utilize alvenaria ou madeira (certifique-se de que não tenha pregos ou esteja soltando farpas) e telhas de barro, porque são materiais que deixam o local mais arejado, ventilado e fresco. Já a área externa deve ter pelo menos 4 metros, permitindo que os animais possam brincar livremente.
As grades de ferro são as melhores para demarcar o território do canil e evitar que os cachorros saiam. Elas permitem a passagem de sol e evitam que os cachorros se sintam presos, diminuindo o estresse dos animais, e devem ter pelo menos 2,10 metros de altura.
Por que se preocupar com o piso do canil?
Quem deseja construir o canil doméstico costuma não dar importância ao tipo de piso do local, que acaba sendo o mesmo do quintal. Mas pisos de cerâmica ou cimento comum não são desenvolvidos para esse objetivo, além de serem muito duros e ásperos. Lembre-se de que seus cachorros vão dormir naquele espaço e, portanto, precisam de uma superfície mais macia e flexível.
Caso seus cachorros sejam de médio ou grande porte, correm o risco de desenvolverem calos nos calcanhares e cotovelos devido ao atrito dessas regiões com o chão ao se sentarem ou deitarem. As lesões podem se agravar, provocando escaras que, além de doloridas, levam à febre, infecções e até bicheiras.
Os pisos comuns não têm capacidade de drenar umidade, o que facilita a proliferação de micro-organismos e provoca reações alérgicas e respiratórias nos animais. Sem contar que o acúmulo de água da chuva deixa o solo escorregadio, perigo para os cachorros que podem cair e se machucar.
Outro problema muito comum ao construir um canil doméstico em espaços externos com piso comum é a dificuldade em manter a limpeza e higiene. Isso faz com que o local fique com odores fortes impregnando toda a sua casa.
Qual piso escolher para construir um canil doméstico?
Se você pretende construir um canil no quintal de casa, portanto, deve optar por um piso que ofereça conforto e segurança aos seus cachorros, além de manter o local seco e limpo. No mercado, já existem superfícies desenvolvidas especificamente para esses espaços e o mais eficiente entre eles é o piso emborrachado.
O piso emborrachado para canil é macio e flexível, portanto, absorve o atrito com o chão e evita que seus cachorros sofram com a formação de calos. Ao mesmo tempo, é isolante térmico, oferecendo uma temperatura mais confortável no canil. Por fim, absorve bem a umidade, proporcionando uma área antiderrapante, mais segura para seus cachorros se movimentarem sem risco de quedas.
Outro benefício do EBV-16 é sua capacidade antiderrapante, permitindo que o pet se levante e caminhe com mais firmeza, sem risco de escorregar e machucar as articulações. Os pinos na parte inferior do estrado possibilita melhor drenagem dos líquidos e aeração.
Por se tratar de um revestimento, é instalado em cima do piso original, sem necessidade de obras para substituí-lo. Durável e fácil de limpar, ao escolher esse piso, você oferecerá um ambiente aconchegante, confortável e higiênico aos seus melhores amigos.
Além do EBV-16 a Vedovati tem uma linha de pisos especialmente pensados para áreas de circulação de cachorros. Conheça todos os modelos e suas respectivas indicações para construir um canil doméstico completo. Se tiver dúvidas sobre qual escolher, entre em contato com nossos consultores que lhe indicarão o mais apropriado.
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2020.09.23 20:35 Vedovati_Pisos Cascos dos suínos: porque é tão importante cuidar da saúde deles

Para ter o melhor desempenho na suinocultura, cuidar de cada detalhe dos animais é essencial. No entanto, os cascos dos suínos costumam ser negligenciados por muitos produtores.
Evidência disto é a alta prevalência de claudicação em matrizes suínas no Brasil. Claudicação é o termo técnico para denominar manqueira (1,2), algo próximo de 60%, quase três vezes maior que a prevalência de claudicação o mundial. (3-5)
Muitos criadores mal se dão conta de que os cascos dos suínos também precisam de cuidados e focam sua atenção em outras áreas como a alimentação e instalações gerais. O que está certo parcialmente, pois negligenciar os cuidados com os cascos é um grande erro e pode causar grandes prejuízos ao produtor e aos animais.

Prejuízos ao produtor

Financeiramente falando, os custos da claudicação na suinocultura estão associados ao incremento de trabalho, compra de produtos para o tratamento e diminuição na produção. Na Alemanha, Holanda e Estados Unidos se calcula que por cada matriz que claudica, as perdas são de € 37, € 25 e $ 180 respectivamente (3).
Associado aos custos produtivos, estudos indicam que matrizes que claudicam durante sua gestação possuem menor peso da leitegada ao desmame (6) e maior risco de esmagamento durante a maternidade (7).
Prejuízos aos animais: A saúde e bem-estar animal são comprometidas, já que a claudicação que é produto de mal cuidado dos cascos é uma condição extremamente dolorosa, interferindo no comportamento natural dos animais e ocasionando graves consequências na leitegada em termos de adaptação ao ambiente (8).
Neste artigo, você vai entender porque cuidar dos cascos dos suínos é tão importante.

Como os cascos dos suínos podem ser lesionados

Vamos começar a entender a importância de cuidar corretamente dos cascos das suas matrizes e dos reprodutores. Primeiramente, lesões e doenças de casco podem comprometer seriamente sua rentabilidade e você pode estar deixando de lado uma boa quantidade de dinheiro, pense nisso.
Existem diversos fatores que podem causar lesões e doenças nos cascos de matrizes e reprodutores suínos. Um desses fatores é a sua pisada em solos duros e ásperos, seguido dos fatores nutricionais e genéticos.
Um suíno reprodutor, seja macho ou fêmea, pesa entre 150 a 250 kg. A base de apoio do animal, superfície do pé e casco, é pequena. Mas pode suportar bem o peso do animal quando as condições internas e externas ao animal são adequadas.
No entanto, em pisos de cimento e concreto, muito comuns na maioria das granjas, o impacto da pisada do animal pode lesionar os cascos. Felizmente, o uso de estrados de borracha podem facilmente resolver esse problema.
Lesões de casco são classificadas dependendo da região afetada e sua gravidade: crescimento excessivo da unha, rachaduras no calcanhar e na muralha são algumas das mais prevalentes. (4)
Com o tempo, elas causam a claudicação no animal. O que prejudica não só a qualidade de vida e bem-estar do suíno, mas também os indicadores reprodutivos (3).

Como problemas nos cascos dos suínos podem afetar a reprodução de porcos

Matrizes e reprodutores (cachaços) com cascos lesionados tendem a ficar mais tempo deitados e sentados pela dor que gera. O que faz com que se movam menos para tomar água e se alimentarem, levando a redução do consumo de alimento e água.
Em machos reprodutores, a claudicação pode comprometer a colheita de sêmen. Dependendo da severidade da lesão, o animal pode não conseguir saltar no manequim, sendo necessário a medicação do animal.
O uso de anti-inflamatório em machos reprodutores, por exemplo, pode comprometer a qualidade do sêmen, diminuindo assim sua fertilidade.
Em leitoas e porcas, essa diminuição no consumo ocasiona perda de peso, mudanças no comportamento social. O risco de infecções urinárias aumenta, elas produzem menos leite e ficam mais sujeitas a problemas reprodutivos.
Dentre os problemas reprodutivos em matrizes se sabe que existe correlação entre problemas de casco e desempenho durante o parto, natimortos, mumificados, esmagados e nascidos vivos (3).
O esmagamento dos leitões ocorre com maior frequência por conta da maior dificuldade das matrizes em deitar. A extrema dor que a claudicação e as lesões produzem, altera o jeito e cuidado quando elas deitam. Sendo assim, a claudicação prejudica os animais e a produção do criador de modo geral.
Todos esses pontos mostram o quão prejudiciais podem ser as lesões nos cascos dos suínos para a produção.
Algumas medidas preventivas para garantir cascos dos suínos mais saudáveis, sadios e sem lesões
Agora você sabe como eventuais problemas nos cascos dos suínos podem causar prejuízos na criação, principalmente nas matrizes suínas e nos reprodutores. Entende também a importância de cuidar bem dos cascos para evitar tais prejuízos à saúde dos animais e financeiros na sua granja de criação de suínos.
Para te ajudar, separamos três medidas essenciais de prevenção que podem ser tomadas para diminuir e ou evitar claudicação na suinocultura.

Alimentação

A primeira delas diz respeito a alimentação dada aos suínos da granja. Ela precisa permitir que o animal tenha uma nutrição balanceada de vitaminas e minerais para que os cascos das matrizes e reprodutores se desenvolvam perfeitamente. Lembrando que as cada categoria possui necessidades diferentes de nutrientes.
Você pode aprender mais sobre manejo alimentar para suínos neste artigo.

Manejo

Dentro da suinocultura, o correto manejo de porcos reprodutores (cachaços) é de extrema importância para uma criação bem-sucedida. E sem ele é impossível que a granja consiga gerar os melhores resultados em produtividade.
Para se ter uma ideia, um macho deixa em média cerca de mil filhos ao longo de sua vida útil na granja. Porém, qualquer problema no manejo dos reprodutores pode causar perdas na produtividade.
O devido cuidado com o manejo dos suínos também é importante. Produtores e criadores precisam dar especial atenção ao casqueamento (apara de cascos) correto e ao manejo adequado de lotes. Sempre respeitando a densidade certa de animais por baia para evitar problemas nos cascos.
Ainda sobre os cuidados e prevenção com os cascos é importante garantir o piso adequado para os animais. Para suínos, assim como outros animais, estudos comprovam que pisos de borracha são a melhor opção para preservação de cascos.

Piso para suínos adequado

Pisos muito duros como os de concreto, além de pisos porosos, ripados e irregulares podem causar rachaduras ou lesões maiores nos cascos dos suínos (9). Isso ocorre por conta da abrasão do piso de concreto contra o casco e porque quando se tem unhas crescidas estas podem ficar presas nas ripas.
Pisos assim também favorecem uma maior umidade do ambiente, porque não são capazes de escoar a urina. O que promove a proliferação de bactérias, mantém os cascos úmidos e amolecidos, aumentando a probabilidade de infeções e claudicação, gerando dor nos animais.
De acordo com a Ageitec – Agência Embrapa de Informação Tecnológica, um macho reprodutor é colocado na granja para reprodução aos 8 meses em média, e fica por lá até os 2 anos e meio.
Já uma matriz é posta com 210 dias (7 meses) para reprodução e se mantém fértil de 10 até 12 anos. Tanto tempo assim em pisos e solos duros e ásperos consequentemente vai causar abrasão e problemas nos cascos.
Um melhor material para o piso de baias e demais locais de criação de suínos é o estrado de borracha Vedovati(10).
Também conhecido por piso emborrachado, ele é muito usado por suinocultores preocupados com a saúde e bem-estar dos animais. São extremamente duráveis e são praticamente indestrutíveis.
Esse tipo de piso de borracha não é abrasivo, amortece mais o peso do animal nos cascos por ser macio e flexível, além de possuir efeito antiderrapante, deixando os suínos mais confortáveis e seguros ao caminhar ou deitar.
Além disso, o estrado de borracha na versão com furos possibilita o escoamento automático da urina dos animais, que podem ser facilmente limpas. Com o piso de borracha os suínos da criação estão livres de umidade que pode causar danos aos cascos.
Mais coisas que você precisa conhecer sobre os pisos de borracha Vedovati
O estrado de borracha Vedovati ainda possui algumas vantagens exclusivas que só um estrado de borracha garante.
A primeira dessas é que ele não causa alergias ou doenças respiratórias nos animais. O que é diferente de muitos pisos como o de areia, maravalha e serragem, cujos componentes podem ser inalados pelos suínos e desencadear alergias e problemas respiratórios.
Além disso, os estrados de borracha Vedovati garantem uma temperatura do solo sempre agradável para o animal. O que elimina a chance de stress causado por calor ou frio excessivo no solo.
Abaixo, você pode conferir um depoimento de um de nossos clientes, autoridade unânime no setor de criação de suínos.
“Nós tivemos uma excelente experiência com a utilização dos pisos de borracha Vedovati para fêmeas suínas em gestação.
Os pisos se mostraram de uma “robustez” impressionante, permanecendo perfeitos após mais de 12 meses de uso.
Eu trabalhei desenvolvendo sistemas com baias coletivas para fêmeas suínas e tenho convicção que um dos fatores limitantes são problemas do aparelho locomotor, muitos causados por pisos inadequados. Temos um enorme interesse em instalar as instalações de alimentação computadorizada para suínos, no Campus Fernando Costa, com pisos Vedovati.
Professor Dr. Adroaldo J. Zanella”
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Conclusão
Agora você está por dentro da importância de preservar a saúde dos cascos dos porcos e leitoas da sua criação.
Aprendeu também algumas medidas preventivas essenciais para evitar problemas nos cascos dos animais. Como a necessidade e importância de ter estrados de borracha de qualidade nas baias.
Também está mais capacitado a cuidar melhor dos seus suínos, porém…
Se você sabe que ainda tem muito de prático a aprender sobre a suinocultura, então faça o seguinte.
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Referências

Sobestiansky J, Wentz I, Silveira PR de S da S, Munari J, de Freitas AR. Ocorrência e caracterização das lesões nos cascos de fêmeas suínas reprodutoras. Rev da Fac Med Veterinária e Zootec da Univ São Paulo. 1989;26(2):235–40.
Kramer T, Alberton GC. Prevalência de claudicação de porcas e condições das gaiolas de gestação em granjas no Sul e Sudeste do Brasil. In: VII Fórum Internacional de Suinocultura. 2014. p. 331–332.
Pluym LM, Van Nuffel A, Van Weyenberg S, Maes D. Prevalence of lameness and claw lesions during different stages in the reproductive cycle of sows and the impact on reproduction results. Animal. 2013;7(7):1174–81.
Pluym LM, Hoorebeke S Van, Lopez A, Jeroen R. Prevalence and risk factors of lameness and claw lesions in two types of group housing for pregnant sows. Vet Med (Praha). 2011;2011(3):2010.
Heinonen M, Oravainen J, Orro T, Seppa-Lassila L, Ala-Kurikka E, Virolainen J, et al. Lameness and fertility of sows and gilts in randomly selected loose-housed herds in Finland. Vet Rec. 2006;159(12):383–7.
Parada M, Bernardino T, Patricia T, Zanella A. Agression, vocalization and underweight in piglets born from gilts with lameness. In: Jensen MB, Herskin MS, Malmkvist J, editors. 51st Congress of the International Society for Applied Ethology: Understanding Animal Behaviour. Aarus – Denmark: Wageningen Academic Publishers; 2017. p. 226.
Bonde M, Rousing T, Henrik J, Tind J. Associations between lying-down behaviour problems and body condition , limb disorders and skin lesions of lactating sows housed in farrowing crates in commercial sow herds. 2004;87:179–87.
Parada M, Zanella AJ. Claudicação em fêmeas suínas gestantes: conceitos gerais e seu efeito na prole [Internet]. Vedovati Pisos, Blog. 2019. Available from: https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/claudicacao-em-femeas-suinas-gestantes-conceitos-gerais-e-seu-efeito-na-prole/
Anil SS, Anil L, Deen J, Baidoo S, Walker R. Factors associated with claw lesions in gestating sows. J Swine Heal Prod. 2007;15(April):78–83.
Elmore MRP, Garner JP, Johnson AK, Richert BT, Pajor EA. A flooring comparison: The impact of rubber mats on the health, behavior, and welfare of group-housed sows at breeding. Appl Anim Behav Sci [Internet]. 2010 Feb;123(1–2):7–15.

https://www.vedovatipisos.com.bnoticias-artigos/cascos-dos-suinos/
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2020.09.09 16:25 SirMilani Origens Personalizadas — Tormenta 20

Origens Personalizadas — Tormenta 20
Alguém já fez uma origem personalizada? Se sim como se saiu? Eu tentei pela primeira vez e aqui está.
Por que?
Estava nos preparativos (como mestre) para jogar uma one-shot que todos os membros da Party seriam... Digamos... Pessoas com um senso ético e moral mais flexível (bandidos!).
Um dos jogadores logo de cara pensou em um conceito de Ladino/Anão que fosse um Assassino de Aluguel, mas ele se deparou com uma dificuldade sobre qual seria a melhor origem para o RP dele, é claro que o T20 já vem com suas origens que até são bem traçadas para esses tipos de personagens. No caso a mais óbvia seriam a Origem de Criminoso, ela tem uma boa abordagem para tal, inclusive com na descrição contendo:
"[..]Ou até aceitava contratos para matar" .
Mas não era o que ele queria exatamente, lendo mais um pouco encontrei a exata origem que ele estava procurando, era o Assassino de Aluguel, não encontrou essa no livro? É porque ela está no "Sua Própria Origem", com a ideia do jogador fiz uma origem que combinasse com a classe e backstory, peguei o elementos do próprio livro e criei um poder único para isto.Com o poder único eu dei ao jogador naquela One-Shot, uma coisa bem legal para se orgulhar e isso foi ótimo, claro se você não se importar de ver seus jogadores combando.
De qualquer forma, foi no mínimo interessante fazê-la, mas isso me deixou ideias com um passo a mais.Se uma origem nova, que se apoia muito nas existentes pode ser legal. Imagine uma vinda do zero, como Canibal ou Piromaníaco.
Enfim essa foi minha experiência com a criação de uma origem e você teve alguma?
https://preview.redd.it/ne2gwi1st4m51.jpg?width=1080&format=pjpg&auto=webp&s=bfa589f50bcb264a6495e8839f9780e51b2b4292
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2020.08.22 02:27 Luizinguitar3 Não aguento mais lidar com merdas de terceiros que refletem até na vida pessoal de quem não tem nada a ver.

Minha mãe é uma pessoa que sempre estudou muito e fez de tudo para nunca precisar contar, financeiramente e/ou emocionalmente com a família que ela tem, no caso, a mãe, pai e irmã dela. Construiu uma carreira na área de química ligada a radiação, hoje é pesquisadora e, apesar de estarmos falidos por causa de terceiros, ganha bem.
Tudo foi bem na medida do possível, até que, em por volta de 2007, meu avô, pai dela e já idoso, foi preso num esquema criminoso aí que rolou (nada muito sério, tipo matar alguém, mas ainda assim crime) e ela teve que gastar boa parte da grana que ela não tinha com advogado para, além dele, minha avó e minha tia que era cúmplices de tudo.
Alguns anos depois dessa treta, minha avó, que não olhava na nossa cara há pelo menos uns 8 anos, oficialmente perdeu tudo que tinha e veio morar aqui em casa, que não é um lugar grande, e ficou quase 5 anos (de 2015 até o final de 2019) nos enchendo o saco, já que ela é uma pessoa extremamente ingrata e egoísta, fazendo com que pessoas que amávamos e que frequentavam nossa casa nunca mais nos visitassem e, de quebra, como tinha sido recém diagnosticada de um câncer, gastando mais dinheiro da minha mãe, porém não dizia nem um obrigado para nada. Uma vez minha mãe sofreu um acidente de carro, chegou em casa visivelmente machucada e ela só foi reparar 3 dias depois (e eram hematomas gigantes no pescoço e braços, ou seja, dá pra ver fácil). Mesmo não querendo e evitando demonstrar, minha mãe sofria muito com isso.
Nesse meio tempo, meu avô saiu da prisão e aí foi mais grana da minha mãe pra sustentar ele agora, que mora com a irmã dele, tia da minha mãe, e, de quebra, ainda teve que pagar dívidas absurdas da irmã dela, que nunca paga o que deve, não faz absolutamente nada para os pais e ainda é extremamente grossa e agressiva com a minha mãe. Entre 2007 e 2015, minha tia morou com minha avó e sentava a porrada nela (na época minha avó tinha entre 70 e 78 anos, ou seja, idosa), e mesmo assim é a filha favorita de ambos até hoje.
Pra coroar a treta toda, no final de 2016 meu pai, que mora com a gente, começou a demonstrar uns comportamentos estranhos e só esse ano (por volta de março se não me engano) finalmente um médico o diagnosticou com uma doença cujos sintomas casam com o que ele tem. Ela se chama demência fronto temporal e, se pesquisarem sobre casos, vão ver que a rotina da pessoa e das que convivem com ela mudam muito devido a isso. De quebra também, o gasto mensal aumentou muito, além de tudo, devido a necessidade de médicos, já que nosso plano de saúde que é o único que conseguimos pagar não ajuda em praticamente nada, e, pra coroar, o salário dele e da minha mãe caíram em mais de 50%. Se não fosse o auxílio emergencial e um auxílio que tô recebendo pela faculdade nem sei o que faria, já que também não ganho lá muita coisa pelo trabalho e, como sou autônomo, não tem como contar muito ainda mais nesse período.
Apesar de ser uma pessoa doce, inteligentíssima, tratar todo mundo bem, todo mundo gostar muito dela e admira-la bastante, inclusive eu, sei que ela tenta muito ser uma ótima mãe, mas não é a pessoa mais atenciosa do mundo em relação a mim e minha irmã. Os únicos assuntos que ela conversa comigo são faculdade e trabalho (ela é acadêmica e sonha com meu doutorado, sendo que nem no terceiro período da faculdade tô). Normalmente, como ela tem que carregar o mundo nas costas, ela se preocupa mais em resolver o que dá pra ser resolvido e tapar o que está ruim com uma peneira até não dar mais e aí precisar resolver.
Meu pai era um excelente pai e realmente não é exagero, mas na situação atual não é como se ele conseguisse dar conta das coisas, mesmo qu minimamente, então ela se sente frustrada e sozinha por ter pedido o suporte dela. Ambos se davam muito bem e foi (e é) bem foda pra ela.
Apesar de eu já ter o diagnóstico médico de depressão há pelo menos uns 5 anos, esse período de pandemia piorou tudo e, além disso, tenho tido crises bem ferradas de ansiedade. Não só devido a minha família, mas também porque namoro uma pessoa cuja mãe é (diagnosticadamente) narcisista, que faz a vida dela um inferno e, apesar de termos um relacionamento foda entre nós dois, eu estou sempre preocupado com o que essa mulher possa fazer. Além disso, mesmo quando não rola nada, não consigo dormir bem. Até malhando e tomando remédios (prescritos) tá ficando difícil e sinto que estou a beira de ter um colapso nervoso. Muitas noites me vejo tremendo, sem conseguir respirar, com pensamentos suicidas e completamente exausto, mas sem conseguir dormir. A única coisa que tenho feito fora de casa é levar meu pai pro mercado e na padaria, porque ele gosta de, nas palavras dele, "dar voltinha" no quarteirão, e ir no banco quando preciso resolver algo. Ou seja, se eu já não tinha muita "vida", agora tá pior ainda.
A questão é que essa parada de, não só minha mãe, mas principalmente ela (que é meio que meu único apoio familiar e na vida além da pessoa que namoro) fazerem tão pouco de mim e do que sou e sinto fica me matando porque não importa quantas vezes eu peça ajuda, ninguém ouve. Tenho muito medo de acabar tendo um colapso nervoso, como já aconteceu antes.
Faço acompanhamento psicológico há uns anos e recentemente (faz uns 3 meses) mudei o atendimento de 1x para 2x por semana, mas o que são só duas (dependendo da semana menos) sessões de terapia para alguém que passa a semana cagado?
E, assim como a pessoa que namoro passa com a mãe dela, ter que lidar com um monte de consequências ruins na vida por causa de coisas merdas que terceiros que pouco tem a ver com a sua (como meus avós, minha tia e minha sogra, por exemplo) e se ver completamente sem perspectiva por causa dos outros é muito ruim.
Não tenho muitos amigos (não que dê pra pedir algum apoio nem que seja pra ouvir como me sinto) e minha família, que já era distante, depois da doença do meu pai simplesmente sumiu.
As vezes sinto que minha mãe quis ter os filhos, mas nunca pensou de fato em como seria cuidar deles, até porque ela nunca teve quem cuidasse dela, então nem faz ideia de como é isso e, de fato, quem era mais ativo no nosso dia a dia, até porque o horário de trabalho dela era menos flexível, era meu pai, então até essa quarentena ela nunca tinha ficado tanto tempo perto da gente e muito menos em casa.
Tenho uma irmã, que é menor de idade, e minha mãe até dá um certo apoio e presença maior a ela por conta disso, mas, no meu caso, é como se eu fosse só uma pessoa que mora de favor aqui. Entendo que muita gente se sente assim depois que faz 18 anos, mas é foda principalmente quando não se tem ninguém para contar, ou ao menos um amigo pra desabafar.
Tenho muita dificuldade em fazer amizades, o que piora tudo, e acho que isso também vem do fato de que, apesar de eu sempre ter sido uma pessoa introvertida e mesmo assim conseguisse fazer uma ou outra amizade, os últimos tempos pra cá, por estar sempre ansioso, preocupado e correndo pra lidar com a minha família, seja porque meu pai não pode ficar sozinho em casa, ou porque trabalho, ou porque deu uma merda nova na vida da minha mãe e ela tem que resolver em cima da hora ou porque minha irmã tomou remédios demais e foi parar na UTI (sim. Já rolou algumas vezes, já que ela também é depressiva).
Para botar a cerejinha no bolo, sou homem trans e comecei com os hormônios há cerca de um ano, logo minha cara tá bem diferente e minha mãe não lida bem com isso, então, querendo ou não, isso também afastou mais a gente. Nas palavras dela quando contei: "eu já tenho um monte de problema pra resolver e você me aparece com mais isso?"
Penso muito em sair de casa, pouco antes da pandemia tava começando a tirar isso do papel, mas sempre que comentava sobre a ideia, como algo hipotético, todo mundo aqui falava que agora não dava, porque eu tinha que ajudar a cuidar do meu pai, e, com a pandemia, desanimei de vez (e o dinheiro todo acabou, pois era isso ou mais dívidas.)
Percebo sim que minha mãe tem uma preferência pela minha irmã, pois, por ela gostar mais de estudar que eu, principalmente coisas tidas como "normais" (normal eu digo coisas que compreendem as áreas de exatas, humanas, línguas e biológicas. Claro que nada é tão simples assim, mas eu faço faculdade de música então forçando a barra acho que deu pra entender a comparação), se for pra escolher quem vai cuidar da casa e do meu pai e quem vai estudar acho que já temos uma resposta. Além disso, a personalidade de ambas é bem parecida.
Realmente não sei o que fazer. Não sei se alguém vai ler até o fim, digitei tudo de uma vez. Só queria me sentir capaz de ter a minha própria vida, não só financeiramente, mas sem situações que bloqueassem completamente qualquer coisa que eu tentasse e automaticamente fizessem com que eu me sentisse cada vez mais sufocado nessa bola de neve gigante.
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2020.08.07 04:24 YatoToshiro Fate/Gensokyo #49 Saber of Red (Fate/Grand Order) Parte 2


https://preview.redd.it/cgjgskwklhf51.png?width=5000&format=png&auto=webp&s=e412088494be7f98ae0232ab947550b3f8077b2d
Londres: O Mundo da Morte na Cidade do Nevoeiro Demoníaco
Materializando-se do nevoeiro demoníaco, Mordred logo se encontrou e fez uma parceria com Henry Jekyll para salvar Londres, com ela fazendo o trabalho de campo. Antes da chegada de Caldéia, o casal descobriu que o Museu Britânico, que serve como entrada da Torre do Relógio, foi destruído pelos criadores do nevoeiro, o Projeto Demonic Fog, para remover qualquer oposição.
Mais tarde, ela confronta Ritsuka Fujimaru e Mash Kyrielight ao ver que podem respirar no nevoeiro, perguntando se são amigos ou inimigos. Eles não respondem, mas ela os acha inofensivos. Ela adverte a seguir em frente se eles valorizam suas vidas antes de partir. Ela fica de olho no par e as testemunha destruir um Helter Skelter. Ela interpõe durante a análise de Romani Archaman dos golens mecânicos para informá-lo de seu nome. Ela conclui que Ritsuka e Mash não são inimigos e concorda em contar a eles sobre Londres.
Ela os leva ao apartamento de Jekyll, onde ele a repreende por se apresentar com seu nome verdadeiro. Ela o ignora, já que eles não estão em uma guerra normal do Santo Graal. Eles então explicam a Ritsuka e Mash como se tornaram parceiros quando o Nevoeiro Demoníaco desceu sobre Londres. Depois que Jekyll explica as circunstâncias de Londres, ele envia Ritsuka, Mash e Mordred para proteger um de seus colaboradores, Victor Frankenstein.
Saindo do apartamento, Mordred fica desanimado e deixa quando acaba de voltar. Enquanto leva Ritsuka e Mash à mansão de Victor, ela explica como Jekyll tem colaboradores por toda a cidade e conversa diariamente com eles via rádio. Mash logo pergunta a ela sobre suas motivações para lutar por Londres. Mordred responde que ela está aqui para enfrentar os perigos do amado Londinium de seu pai., Como ela disse antes. Ela então confessa que é porque ela não violou o britânico quando Mash suspeita que havia outro motivo. O grupo finalmente chega à mansão do Victor. Mordred explica que Victor é um mago genuíno, ao contrário de Jekyll, então sua guarnição é protegida por barreiras e armadilhas capazes de prejudicar Servos. Ela se lembra de ter tido uma experiência ruim quando checou a mansão pela primeira vez. Mefistófeles então sai das mansões, e Mordred suspeita corretamente que ele matou Victor. Depois de matá-lo, o grupo vasculha a mansão e encontra uma nota em sua biblioteca detalhando uma trama chamada Project Demonic Fog. Os líderes do projeto são "P", "B" e "M", que Victor suspeitava serem Espíritos Heroicos. Mordred então mostra Ritsuka e Mash Frankenstein, que ela encontrou anteriormente. Como os outros, ela não pode dizer se Frankenstein é um Servo ou não, suspeitando que o Nevoeiro Demoníaco esteja interferindo. Ela então explica que é um humano artificial construído pelo avô de Victor, de acordo com a nota em seu caixão. Frankenstein revela que ela ainda está viva. O grupo então a leva para o apartamento de Jekyll.
De volta ao apartamento, Mordred exige que Jekyll se desculpe com Frankenstein por incomodá-la por tocá-la durante sua inspeção. Ela concorda com Mash que Frankenstein aceita as desculpas de Jekyll se ele entendeu o desconforto dela. Ela então ameaça matá-lo quando ele se pergunta se ela e Mash podem entender Frankenstein porque são do mesmo sexo. Jekyll então envia o acordo do grupo com um Tomo Mágico que está entrando em prédios e atacando civis.
Deixando Frankenstein para trás, Mordred lembra-se de lutar contra Espécies Fantasmas, pois os Cavaleiros da Távola Redonda eram uma das expectativas que podem matar fantasmas. Ela também lembra os pictos, comparando-os com alienígenas em contraste com os outros bárbaros. Ela então luta com Mash para endurecer sua determinação. Jekyll finalmente entra em contato com o grupo para informar que o Tomo Mágico está colocando suas vítimas em um sono sem fim. Mordred se pergunta se é feito por magia ou droga, embora nenhum deles deva ser afetado graças a Ritsuka sendo protegida pela Habilidade de Resistência a Venenos (Temporária), e Mordred sendo principalmente protegido por sua Resistência Mágica. Jekyll então os direciona para uma livraria de antiguidades no Soho, onde um de seus informantes deveria estar. Lá eles encontram Hans Christian Andersen, e ele informa que o Tomo está no escritório ao lado. Decidindo que é muito perigoso lutar dentro de casa, o grupo o atrai para fora. Seus ataques são inúteis quando Andersen revela que é um Servo Vadio colocando as pessoas em um sonho em busca de um Mestre cuja psique possa tomar forma. Ele o chama de Nursery Rhyme, transformando-o em uma garota chamada Alice. Depois de derrotá-la, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, agora acompanhado por Andersen.
Jekyll diz ao grupo que a Scotland Yard está sob ataque de Jack, o Estripador. Mordred lembra como eles lutaram várias vezes, mas ela não se lembra de sua aparência ou habilidades. Antes de sair com Ritsuka e Mash, ela pergunta a Andersen se ele facilita Jack a derrotar, como fez com Nursery Rhyme. Andersen responde que Nursery Rhyme foi uma exceção, então Mordred sai irritado com ele. O grupo finalmente chega à Scotland Yard para encontrar Jack que já massacrou a estação sob ordens de "P" para que ele pudesse recuperar um item mágico. Eles matam Jack, mas "P" se teletransporta de volta para seus compatriotas.
De volta ao apartamento, o grupo aprende com Andersen que os Servos estão se materializando com o nevoeiro. Como Servo não pode ser convocado com a influência do Graal, ele suspeita que o nevoeiro tenha sido criado pelo Graal. Mordred então patrulha, então Ritsuka e Mash se juntam a ela. Ela lembra que ainda não encontrou grupos de Helter Skelter, que é o único inimigo que ela gosta de lutar. Ela também espera que eles encontrem oponentes dignos hoje à noite. O grupo logo conhece William Shakespeare, que recentemente se materializou da neblina. Mordred contempla por que alguns servos do nevoeiro são hostis quando "P" chega. Ele admite que seu grupo tem procurado os Servos que se materializaram da neblina e os manipularam para expandir a neblina. Ele revela que seu nome verdadeiro é Paracelsus von Hohenheim e luta contra o grupo. Depois de matar Paracelso, o grupo retorna ao apartamento de Jekyll, acompanhado por Shakespeare.
Na manhã seguinte, Ritsuka, Mash e Mordred estão em patrulha. Eles finalmente retornam ao apartamento para descansar um pouco. Eles relatam a Jekyll sobre a produção em massa de Helter Skelters. Ele suspeita que o Projeto Demonic Fog está aumentando seus esforços para conseguir mais Servos do nevoeiro após a morte de Paracelso. Mordred diz a Ritsuka e Mash para conversar com Andersen e Shakespeare até que sua curiosidade seja satisfeita. Ela então diz que eles precisam desativar os Helter Skelters. Andersen então pede que eles recuperem dados da Torre do Relógio para provar sua teoria sobre a Guerra do Santo Graal. No entanto, Mordred e Jekyll revelam sua entrada, o Museu Britânico, foi destruído antes da chegada da Caldéia. No entanto, o chefe do grupo juntou-se a Andersen, Shakespear e Jekyll para surpresa de Mordred.
Chegando ao Museu, o grupo vasculha seus escombros para encontrar a entrada subterrânea da Torre do Relógio. Eles o encontram e vão para baixo para encontrar os magos mortos. Eles logo se deparam com uma porta da biblioteca protegida, então Andersen e Jekyll investigam dentro enquanto os outros guardam a porta. Os feitiços nos livros impedem que eles saiam com eles, então os outros devem defendê-los até Andersen obter as informações que ele procura. Jekyll se transforma em Hyde para ajudá-los a lutar. Andersen finalmente encontra os dados que procurava, então o grupo retorna ao apartamento.
De volta ao apartamento, Andersen revela que o Ritual de Convocação de Servos foi adaptado de um que convoca sete dos espíritos heroicos mais fortes para combater um inimigo poderoso. Ele suspeita que alguém tenha previsto a vinda do grupo e colocou as informações sobre o ritual para encontrar. Mordred acha que nada disso ajudará contra a produção em massa dos Helter Skelters. De repente, o apartamento é atacado por um grupo de Helter Skelters. Depois de expulsá-los, Romani informa ao grupo que os robôs foram criados a partir de um nobre fantasma. Ele também revela que eles são controlados remotamente pelo Servo que os chamou, o que significa que desaparecerão se o Servo for morto. Enquanto o grupo pondera a localização da Serva, Frankenstein revela que ela sabe onde elas estão.
Enquanto Frankenstein lidera o grupo, Mordred pergunta a Ritsuka se Romani (chamando-o de Dr. Maron) pode fazer um cristal que enxerga longe, dizendo que seria fácil para Merlin. Ela está bastante satisfeita que Ritsuka não saiba sobre Merlin, acreditando que a perda da fama é o que ele merece. Ela sabe que ele está preso em sua torre em Avalon e lembra que ele era um bastardo voador. Ela então diz a Ritsuka para conversar com Mash, percebendo que ela parece deprimida. Mash confessa que é porque ela ainda não pode usar seu verdadeiro Noble Phantasm, mas Mordred diz que ela é diferente daquele bastardo do escudo. Ela diz que é mais forte que ele, só que fica aquém no que diz respeito ao Noble Phantasm. Ela diz que Ritsuka é o parceiro perfeito para Mash e diz que eles precisam se tornar um mestre de primeira classe para ser um servo de pleno direito. [23] O grupo finalmente chega às Casas do Parlamento, onde são atacados por um grupo de Helter Skelters comandado por um grande grupo. Mordred protege Frankenstein enquanto Ritsuka e Mash lutam com os Helter Skelters. Com a destruição do grande, os outros Helter Skelters de repente se enfrentam. Mash então tira fotos do grande Helter Skelter, a pedido de Romani. Ela percebe o nome do fabricante, ausente dos outros, que diz "Charles Babbage, 1888 dC".
Na manhã seguinte, Jekyll diz ao grupo que Charles Babbage está vivo, apesar dos registros históricos da Caldéia dizendo que ele deveria estar morto agora. Romani atribui isso às distorções criadas pela Singularidade, resultando na mudança de eventos. Assim, os mortos ainda vivem e não existem como Espíritos Heroicos, como Jekyll e Frankenstein. Jekyll revela que os Helter Skelters que foram completamente desligados foram todos reativados. O grupo sai para derrotar aquele que controla os Helter Skelters.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Eles seguem a liderança de Frankenstein novamente, mas Mordred logo suspeita que os esteja enganando dessa vez. Frankenstein admite que não acredita que Babbage esteja construindo os Helter Skelters para machucar os outros. Mordred a convence a levá-los até ele, dizendo que suas ações agora contradizem a crença dela em sua boa natureza. Ela os leva a Babbage, que revela que ele é "B" do Projeto Nevoeiro Demoníaco e um Servo que emergiu do nevoeiro. Mordred diz a ele para ouvir o que Frankenstein tem a dizer. Babbage se prepara para se render quando fica furioso com o grupo devido a "M" usando o Graal. Mordred diz a Frankenstein que suas palavras são inúteis, dizendo que às vezes as conversas terminam em brigas. Depois que ele é derrotado, Babbage diz ao grupo para ir para o subsolo, onde eles encontrarão a fonte do Nevoeiro Demoníaco: seu Mecanismo a Vapor Maciço, alimentado pelo Santo Graal, Angrboda. Depois que Babbage desaparece, o grupo retorna Frankenstein ao apartamento de Jekyll antes de seguir para o subsolo.
Viajando no subsolo, o grupo finalmente chega à câmara de Angrboda. Lá eles encontram Makiri Zolgen, o primeiro líder do Projeto Demonic Fog. Makiri revela que o Nevoeiro Demoníaco foi criado para destruir toda a Inglaterra, como comandado por seu rei. Ele continua um Espírito Heroico capaz de ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco em breve se materializará do Nevoeiro. Ele então se encarna em Barbatos e ataca o grupo. Depois que Barbatos é derrotado, Makiri tenta convocar um Servo, mas Mordred o mata antes que ele possa terminar o encantamento. No entanto, servindo como o círculo de convocação e o encantamento restante, a Névoa Demoníaca completa o ritual. [25] Nikola Tesla é convocado e segue para a superfície, enquanto o grupo permanece inconsciente da explosão maciça de Energia Mágica após sua convocação. Depois que eles acordam, Romani avisa que Tesla está indo para um local na superfície para ativar completamente o Nevoeiro Demoníaco, para que possa se espalhar pela Inglaterra para destruir a época. Ele explica ainda a linha extra de Makiri para Madness Enhancement durante a convocação, que Tesla executou automaticamente a tarefa para a qual foi convocado. Depois de derrotar os homúnculos que os emboscaram, o grupo logo alcançou Tesla. Ele revela que o nevoeiro ativado absorve energia mágica sem limites, impedindo que o grupo o alcance. Mordred dispersa o nevoeiro quando absorve seu Clarent Blood Arthur. O grupo aproveita essa oportunidade para combater Tesla, mas o nevoeiro logo volta. Antes de continuar na superfície, Tesla diz ao grupo que está indo para onde a névoa é mais espessa, o céu acima do Palácio de Buckingham. Ele explica que um raio dele ativará totalmente o nevoeiro e implora que eles o parem antes dele.
O grupo corre para a superfície e encontra Sakato Kintoki e Tamamo no Mae, que recentemente lutaram com Tesla. Kintoki diz a eles que dispersou a neblina ao redor de Tesla, então o grupo correu pelas escadas dele para matá-lo. Depois de matar Tesla, eles se preparam para retornar à clandestinidade para remover o Graal de Angrboda. No entanto, eles são interrompidos quando Artoria Alter de repente se materializa da neblina, absorvendo-a enquanto ela se materializa. Mordred se pergunta por que ela não chegou para salvar Londres mais cedo. Ela então suspeita que veio matá-la porque é contra a idéia de salvar Londres. Vendo que ela exerce a Rhongomyniad, Romani implora para que o grupo corra, mas Mordred se recusa, já que seu destino é se rebelar contra o rei Arthur. Depois que o grupo mata Artoria Alter, eles retornam à câmara de Angrboda para remover o Graal.
Dentro da câmara, Mordred está satisfeito com o resultado. Porém, ela ameaça matar Mash quando disse que Artoria Alter não tinha controle consciente de suas ações. Ela decide não fazer isso, já que Mash estava apenas falando o que pensava, a mesma coisa que ela disse a Frankenstein. Andersen, Shakespeare, Kintoki e Tamamo logo chegam; Mordred ameaça matar os dois escritores por ser irritante. No entanto, uma figuras misteriosas de uma distorção semelhante ao Rayshift. Ele expressa decepção em Gilles de Rais, Romulus, Jason e Tesla por seus fracassos. Ele então revela que é a mente por trás da Incineração da Humanidade, Salomão. Mordred suspeita que ele é um Espírito Heróico que decidiu destruir a humanidade depois de ser convocado. Salomão corrige, porém, que ele se manifestou sob seu próprio poder. Ele revela que o anel de luz visto nos céus das Singularidades é seu terceiro fantasma nobre, Ars Almadel Salomonis. Por seu interesse em Mash, ele convoca apenas quatro dos Deuses Demônios e ataca o grupo. O grupo mata um dos deuses demônios, no entanto, Salomão mata Shakespeare, Kintoki e Tamamo. Mash implora aos romani que os desloquem para casa, mas a presença de Salomão torna isso impossível. Salomão declara que ele supera todos os Servos, independentemente de suas fileiras, como Espíritos Heroicos. Ele então tenta matar Mordred, mas Andersen bloqueia seu ataque. Andersen explica que o sistema de convocação do Espírito Heroico original criado pela Força Contra os convoca como Grandes Servos para proteger a humanidade de uma ameaça nascida da humanidade. Salomão confirma que o sistema usado na Guerra do Santo Graal é uma degradação do original. Ele então declara que ele é o Grand Caster e mata Andersen. Mordred detesta sua vanglória, suspeitando que ele esteja realmente em pânico porque Ritsuka já recuperou quatro de seus Grails. Salomão confessa que só chegou à Singularidade por um capricho e se prepara para sair. Ele proclama que a Caldéia não é uma ameaça para ele, a menos que destruam sete singularidades. Ele então chama os seres humanos sem valor para viver, apesar de suas inevitáveis ​​mortes e folhas. Voltando à superfície com Ritsuka e Mash, Mordred está insatisfeito, apesar de terem recuperado o Graal. Ela odeia que não pode ir com eles, mas entende que desaparecerá agora que a Singularidade se foi. Ela admite que Salomão estava certo de que os Espíritos Heroicos são inúteis, a menos que sejam convocados. Ela então diz que em todas as épocas, quem constrói é quem está à beira do futuro. Portanto, ela está confiante de que Ritsuka desfará a Incineração da Humanidade. Ela então diz a Mash que ela gosta dela, mesmo que ela não goste do Espírito Heroico fundido com ela. Ela suspeita que eles se encontrarão novamente, depois desaparece satisfeita até mesmo alguém como ela salvou Londres.
Chaldea Summer Memories ~ Calmante Praia Branca ~
Mordred e vários outros servos de Ritsuka são acidentalmente deslocados para uma ilha remota onde não conseguem entrar em contato com a Caldéia. Ela não sabe onde eles estão e lança um olhar de soslaio para Artoria Pendragon, que reconhece que não está na Grã-Bretanha. Enquanto o grupo espera que Barba Negra relate sua observação da ilha, Mordred reclama do calor, dizendo que sua armadura não é de praia. O grupo logo aprende com um Barba Negra moribundo que sua localização ainda é desconhecida, e é quase impossível sair com um navio normal. Concordando com a sugestão de Artoria de deixar a ilha para entrar em contato com a Caldéia, o grupo decide construir um navio capaz de deixar a ilha. Mordred reclama novamente de como está quente em sua armadura quando os caranguejos gigantes se aproximam da posição do grupo. Artoria a repreende por usar armaduras pesadas para intimidar o inimigo. Mordred fica irritado com o comentário de Artoria de que sua reputação como cavaleira não vai além do negativo, mesmo que ela troque de armadura adequada ao seu corpo. Depois de matar os caranguejos, as origens espirituais do grupo são alteradas por Scáthach para lhes dar roupas de banho, a fim de se adaptarem ao seu ambiente atual. Mordred se orgulha de ser mais forte que Artoria, agora ela pode balançar sua espada com mais facilidade. Ela fica chocada quando Artoria puxa uma pistola de água do nada como se não fosse nada. Com ciúmes da arma de Artoria é tão verão, ela pega Prydwen. O grupo vai reunir materiais para Scáthach construir seu navio de fuga e também construir outras instalações.
Mais tarde, o grupo discute qual deveria ser sua primeira tarefa na vida da ilha quando uma tempestade de repente se aproxima. Eles entram em uma pequena caverna avistada por Mordred para escapar da chuva, mas acabam devido a um enorme enxame de insetos. Fora da caverna, o grupo decide que precisa construir uma cabana para se abrigar. Mordred sugere que construam uma cabana de ferro para maior defesa do que a cabana de pedra que Artoria sugeriu. Ela fica brava com Artoria por fingir não ouvir sua sugestão. Se a cabine de ferro for construída, Mordred entra apenas para sair imediatamente devido ao calor excessivo. Ela não se importa se é habitável ou não, apenas se é defensável. Ela então nade depois de dizer a Ritsuka que eles estarão a salvo de qualquer ataque dentro da cabine, embora não do calor. O grupo constrói um suprimento de água para preservar a água doce que coletar.
Cansado de churrasco, o grupo decide construir uma instalação de cozinha adequada. Mordred gosta do som de comer pizza, mas reclama que é uma dor de assar. Ela então sugere que eles façam uma panela grande, dizendo que quantidade é o que é importante. Se a panela for construída, ela ficará encantada ao vê-la cheia de ensopado. Ela começa a se lembrar de algo que Artoria costumava fazer durante sua vida, mas se detém. Ela então afirma que o desempenho de um soldado é afetado pela quantidade de estômagos, para que um exército se desfaça se for deixado sem comida. Assim, ela acredita que a quantidade é o mais importante quando se trata de comida. Em seguida, o grupo decide construir uma instalação de banho. Mordred concorda com a sugestão de Anne Bonny e Mary Read de que eles construam um chuveiro. Se o chuveiro for construído, ela toma banho, apenas para imediatamente surfar novamente. Posteriormente, o grupo decide cultivar um campo vegetal para um suprimento estável de alimentos. Mordred sugere o cultivo de melancias, com as quais Scáthach e Artoria concordam. Se as melancias são escolhidas, os três fazem uma competição de divisão de melancia. Mordred falha em direcionar Scáthach na direção errada, enquanto tenta direcionar Artoria na direção certa. Ela afirma que está levando na direção errada, quando Artoria diz para ela calar a boca por distraí-la. Depois que Artoria usa Mana Burtst para dividir a melancia, Mordred fica surpreso com o quão excessivamente competitiva ela é. Ela tenta fazer a mesma coisa, mas destrói a melancia. Mais tarde, o grupo construiu um campo de grãos que pode ser usado para cozinhar ingredientes. Depois, eles constroem uma fazenda para criar gado. Se uma fazenda de gado é construída, Mordred tenta pegar a carne que Scáthach e Artoria estão preparando, apenas para ser golpeada por eles.
Alguns dias depois, Artoria, Mordred, Kiyohime e Marie Antoinette aprendem com Scáthach que suas colheitas foram destruídas por uma fera, conforme determinado pelo uso de Fintan Finegas por Fionn mac Cumhaill. Mordred pensou, no entanto, que seria apenas ela e Artoria em patrulha. Infelizmente, o grupo encontra Fionn e Diarmuid Ua Duibhne, que serviram de vigia na noite anterior, fatalmente feridos. Artoria descobre pelo Diarmuid moribundo que seu atacante era um javali quando um leitão de javali. Mesmo que Marie acredite que é inocência, o outro tenta cercá-lo e matá-lo, dadas as evidências. No entanto, ele foge ao sentir monstros que chegam. Depois de matar os monstros, Artoria ordena que os outros se separem e procurem o leitão de javali. Mordred reclama que Artoria trabalha demais com as pessoas, dizendo que não entende os sentimentos das pessoas. Ela decide voltar e alegar que não encontrou nada quando encontrou o leitão de javali nos arbustos. Ignorando as ordens de Artoria, ela abraça o leitão para sentir seu pêlo macio. Ela então deixa as nozes que conseguiu de Marie para atraí-lo, alertando-o para não voltar aos campos. Mais tarde, naquela noite, ela se reúne novamente com os outros nas lavouras agora reunidas por Santa Marta, Tamamo no Mae e Anne e Mary. O grupo encontra o leitão junto com outros dois tentando proteger as plantações quando um javali demoníaco aparece. Percebendo que é o verdadeiro culpado, o grupo luta contra o javali demoníaco. Depois de morto, Mordred suspeita que os leitões ajudaram porque Marie lhes deu comida. Ela também suspeita que o javali demoníaco os tenha impedido de comer. Marie percebe que eles também gostam dela, mas Mordred nega e diz para eles irem embora. Depois que Scáthach contrata os leitões para proteger as plantações, Artoria suspeita que eles encontrarão mais javalis demoníacos, dado o tamanho da ilha.
No dia seguinte, o grupo decide construir um caminho. Mordred sugere uma pista de minecart, dizendo que ela não é apenas convinente, mas também divertida. Mais tarde, o grupo decide construir um aqueduto para melhorar sua eficiência no armazenamento de água. Mordred sugere que eles construam um oleoduto, reclamando que as idéias dos outros não têm romance. Se o pipeline for escolhido, ela orientará Ritsuka na instalação da última peça. Em seguida, o grupo decide construir uma ponte para facilitar a viagem para Ritsuka. Mordred afirma que ela e Artoria tiveram a mesma idéia de construir uma ponte levadiça, de modo que, como contrapartida, ela sugere um teleférico. Se o teleférico for construído, ela, Martha, Anne e Mary correm com os teleféricos. se o drawbrige for construído, ela o arranha com Prydwen. Ela nega qualquer responsabilidade e também pede desculpas silenciosamente a Artoria. Mais tarde, o grupo construiu um jardim. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Depois eles decidem construir um local para atividades recreativas. Se o coliseu for construído, Mordred espera impaciente sua vez de lutar. Se o campo de atletismo é construído, ela bate uma bola contra uma parede sozinha. Artoria, com certa relutância, permite se juntar à equipe de Ritsuka, dizendo-lhe para não se segurar.
Mais tarde, Mordred vai surfar depois de fingir que não gosta de compartilhar o mesmo espaço que Artoria. Mais tarde, ela dá a Ritsuka uma prancha de madeira que ela fez, alegando que elas pareciam inveja dela. Acreditando que o surf no rio era mais adequado para iniciantes, ela os trouxe e Mash, para quem também fez uma prancha. Ela confessa que gosta de surfar, porque ir contra o fluxo das ondas combina com seu caráter traiçoeiro. Ela compara a diversão de lidar com as ondas a um cavaleiro andando a cavalo ou cortejando uma mulher, pois quanto maior o desafio, maior o valor conquistado. No entanto, o grupo percebe miasma fluindo rio abaixo, então eles vão rio acima para encontrar os javalis demoníacos responsáveis. Depois de matá-los, o grupo volta para deixar Scáthach e os outros removerem o veneno. Mordred nega que tenha gostado de Ritsuka assistindo-a surfar.
Mais tarde, o grupo decide construir uma torre com vista para a ilha. Mordred esboça rapidamente seu projeto para a torre. Se sua torre é construída, ela elogia por ter a aptidão de ser um rei e uma artista. Ela comenta que o design quebrado da torre simboliza o espírito rebelde da humanidade. Em seguida, o grupo decide expandir sua cabine; Mordred sugere construir uma fortaleza voadora. Se a fortaleza voadora for construída, ela demonstra seus sistemas de segurança, nos quais Cú Chulainn, Sasaki Kojiro e Karna são pegos. Ela então confessa que seu foco na defesa absoluta é porque ela precisa proteger Ritsuka a todo custo. Ela então sugere ir à praia quando Mash aponta que a fortaleza está quente demais para morar. Mais tarde, o grupo se prepara para construir uma estátua quando chegarem aos preparativos finais para o navio de fuga. No entanto, enquanto eles se preparam para construí-lo, um javali gigante aparece. Depois de forçar a retirada, o grupo continua construindo seu navio e estátua. Se uma estátua de Mordred é feita, ela parabeniza por completar o desenvolvimento da ilha fazendo uma estátua dela.
No dia seguinte, a construção do navio de fuga está completa quando o gigante demônio javali. O grupo então luta para proteger os leitões-javali. Porém, sua estância é tremenda, e cobra da nave que a destrua. No entanto, os leitões formam uma parede para protegê-lo quando se machucam. Depois de derrotar o javali gigante, o grupo e os homens embarcam no navio. Mordred está um pouco preocupado que demore muito tempo para que eles possam entrar em contato com a Caldéia, enquanto zarpam.
Chaldea Heat Odyssey ~ Civilização em evolução ~
Enquanto o grupo continua a navegar, Mordred é atacado por Scáthach por chamá-la de velha. Eventualmente, o grupo chega a terra para encontrar um terreno baldio desolado. Mordred diz que encontra comida depois que Artoria menciona que seus espíritos morrerão primeiro ou Ritsuka morrerá de desnutrição. O grupo então ouve um grito de socorro, e eles ficam surpresos que isso esteja vindo de um leitão de javali. Eles matam o Servo das Sombras atrás dele, que se revela um javali demoníaco disfarçado. O leitão de javali chama as deusas do grupo e pede que salvem este mundo.
O grupo é liderado pelo leitão às ruínas de uma cidade. Eles encontram o chefe de leitão de javali que os agradece por salvar seu neto depois de ouvir suas circunstâncias. Eles ficam chocados quando descobrem que os edifícios eram de uma civilização avançada construída pelos leitões de javali. Infelizmente, isso chegou ao fim com a chegada dos javalis demoníacos e dos Servos Sombrios, cinquenta anos atrás. O grupo então aprende com o chefe de uma lenda em seu clã cerca de nove deusas chamadas Nove Irmãs, que deram civilização aos leitões de javali. Dizia-se que as deusas assumiam a forma humana, então o neto do chefe assumiu que o grupo era elas. O grupo decide reconstruir a ilha em troca da ajuda do pigelt de javali. Mordred alerta os leitões que Artoria pode comê-los depois que este se perguntou se os leitões que o Tamamo deveriam comer.
Mais tarde, o grupo começa a reconstruir a civilização do leitão de javali. Mordred se junta à equipe de busca de Scáthach no litoral para a chance de surfar. Depois de destruir alguns autômatos, a equipe de busca encontra um javali gigante protegendo uma árvore. Depois de matar o javali demoníaco, o grupo chega à costa, onde encontra os restos quebrados da estátua que construiu antes. Scáthach revela que eles coincidiram navegando de volta para a mesma ilha, sem saber que 2.000 anos se passaram a um ritmo incrível. Ela ainda revela que o tempo não progride normalmente na ilha, o que significa que uma hora seria diferente lá fora. Ela continua que era uma terra relativamente pacífica onde os leitões dos javalis viveram até a Caldéia chegar. O grupo então volta para os outros e conta o que descobriram. Eles também percebem que são as deusas adoradas pelos leitões de javali. O grupo decide não deixar a ilha de navio novamente, pois Scáthach aponta outros mil anos para a ilha e os leitões de javali podem ser extintos. Eles então decidem que precisam descobrir por que o espaço-tempo da ilha está distorcido, à medida que continuam a reconstruir a ilha e fazer contato com a Caldéia. Eles também se encontram com Cú Chulainn, que recentemente voltou de ser jogado ao mar do navio do grupo. Mais tarde, eles descobrem que Beowulf está na ilha, mas como um inimigo. Mordred o chama de bandido, decepcionado por ela não estar lá para encontrá-lo.
Mais tarde, Mordred se junta a Ritsuka, Mash, Scáthach e Artoria em busca da caverna onde dorme Caster, que deu eletricidade aos leitões há 2000 anos. Perto da caverna, o grupo luta contra os javalis demoníacos que a cercam. Dentro da caverna, eles encontram ainda mais javalis demoníacos. Mordred está irritado com a boa natureza inerente de Mash, mas Artoria defende Mash. Ela é insultada quando é comparada a um coquetel barato. Enquanto Artoria e Scáthach discutem sobre o equilíbrio de ordem e caos, Mordred insiste continuamente que ela não fez nada de errado. Ela também culpa o pensamento rígido de Artoria por que Lancelot enlouqueceu. Depois de matar os javalis demoníacos que antes passavam despercebidos, ela continua a insistir que não fez nada de errado depois que Artoria e Scáthach se desculparam. No entanto, ela admite que fez tudo errado quando Ritsuka concorda que não fez nada errado e pede desculpas. Artoria ordena que ela faça 100.000 flexões como quando retornam como punição, o que aparentemente é 900.000 menos que o normal. O grupo então encontra um Servo desconhecido e luta com ele e seus robôs. Depois de derrotá-lo, ele revela ser Thomas Edison, que acabou de acordar de sono criogênico. Mordred acha que Artoria está em guarda diante de um rei rei, sem saber que ela está realmente apaixonada pelo rosto de leão de Edison. O grupo segue Edison do lado de fora quando descobre que a civilização dos leitões que ele ajudou a criar está em ruínas. Mordred está chocado com a ameaça de Edison de enviar os javalis demoníacos para a fábrica de empacotamento de carne. Ela esperava que Artoria confirmasse pessoalmente a identidade de Edison.
Mais tarde, o grupo procura a caverna dos javalis demoníacos, supondo que eles tenham o Graal. Depois de algumas brigas, eles dirigem a caverna. Eles o acham guardado pela massa de javalis demoníacos, então Mordred sugere que ela atravesse a linha de frente dos javalis para permitir que Ritsuka, Scáthach e Edidon entrem na caverna enquanto os outros lutam. Ela então intenciona o plano desencadeando seu Noble Phantasm na linha de frente dos javalis. Depois que a fonte dos infortúnios do leitão, Twrch Trwyth, é derrotada, o grupo se prepara para escapar da ilha através do dispositivo de Edison. Mordred descobre com Sasaki que ele e Karna estavam hospedados em Beowulf. O grupo então foge da ilha quando é contatado por Romani, que revela que eles só saíram por uma hora, e retornam à Caldéia.
SIN: Terra do Conhecimento Unificado
Mordred é convocado com Spartacus e Jing Ke quando outro contêiner é lançado de Xianyang. Ela concorda com Spartacus que eles precisam lutar juntos, observando como Artoria ajudou Caldéia várias vezes antes. Ela não sabe quem é Qin Shi Huang e pensa que é o menor imperador romano. O grupo então força Hinako Akuta e o príncipe de Lanling a recuar quando emergem do container. [34] Mais tarde eles matam Jotun do Cinturão Nórdico Perdido. Mordred notou que alguns fugiram, suspeitando que eles tenham um ninho em algum lugar. Ela sugere encontrá-lo e destruí-lo, uma vez que a vila é totalmente indefesa. Ela fica atrás de Nezha e Leonardo da Vinci, enquanto os outros vão encontrar o ninho de Jotun e investigar o Cinturão Perdido. Ela brinca sobre ela e Nezha encontrando e matando Hinako. Depois que os outros retornam, ela diz a Goldolf Musik para não se importar com o comportamento de Spartacus em relação aos moradores. Quando outro contêiner é lançado de Xianyang, ela o destrói com Clarent Blood Arthur. No entanto, Xiang Yu emerge de seus remanescentes e ataca o grupo. Ele sai com Langling quando o último vem buscá-lo. Mais tarde, Mordred pondera sobre sua força, notando que estava constantemente alerta para evitar lacunas em suas defesas. Ela não acredita que ele ajudaria o Qin depois de ouvir que ele se rebelou contra eles na História adequada. Da Vinci então relata que um exército está se aproximando de veículo, então o grupo vai interceptá-lo. Eles lutam contra Lanling e Xiang Yu quando Qin Liangyu e seu exército chegam, ordenando que ambos os lados se retirem. Qin Shi Duang então fala com eles através das vibrações do escudo de Mash depois de disparar um feixe magnético de foco nele. Ele concorda em entregar Tamamo Vitch se eles concordarem em deixá-lo examinar a Fronteira das Sombras, então o grupo concorda de forma relutante. Depois que ele examina a fronteira das sombras, o grupo percebe que a construção em Xianyang é sua verdadeira forma.
Mais tarde naquela noite, Mordred conversa com Spartacus depois de perceber que ele não é o seu habitual. Ela lembra que o Lostbelt é um mundo onde a guerra foi eliminada. Ela então fica confusa quando ele pergunta se eles têm o direito de estar aqui. Mais tarde, Da Vinci e Sherlock Holmes tentam convencê-la, Spartacus e Jing Ke a continuar sua trégua com Qin até que Hinako seja derrotada. Ela aceita o plano, pois era algo que costumava discutir com Agravain. Ela diz a Spartacus para suportar quando ele discorda do plano. Mais tarde, o grupo notou que Spartacus levou vários moradores para marchar em direção à capital. Mordred desaconselha o uso de um Feitiço de Comando contra ele, pois, embora o prenda, não conquistará sua obediência. Ela então pede a Ritsuka para deixá-la convencer Spartacus a parar. Ela explica que fará isso derrotando-o na submissão. Depois que Jing Ke decide se juntar, Mordred diz a Nezha para guardar a fronteira das sombras. Ela, Ritsuka, Mash e Jing Ke logo alcançam Spartacus e os moradores. Eles lutam com ele quando Nezha chega para relatar que Qin Liangyu roubou a fronteira das sombras. Sherlock deu a Nezha o Spirtiual Foundation Graph, e teve sua fuga. Qin Shi Huang ordena a Xiang Yu que mate o grupo depois de saber que eles ensinaram poesia aos aldeões, porque ele prefere que eles sejam pacificamente ignorantes. A luta de grupo contra ele quando Hinako e Lanling chegam. Os dois grupos lutam um pouco quando Qin Shi Huang repentinamente faz Hinako, Lanling e Xiang Yu recuarem. Ele lançou uma carga útil da Grande Muralha em direção à localização atual do grupo, e ela chegará em três minutos. Mordred pega Spartacus depois que o detém com um Cronista sobrecarregado. Ela fica irritada por ele chamá-la de homem, mas se recusa a bater nele em sua condição atual. Depois que ele desaparece, o Spirtual Foundation Graph reage à linha ley conectando-se ao Trono dos Heróis.
Jing Ke sugere que eles se separem nos três grupos; um para perseguir a fronteira das sombras e dois para levar os aldeões para algum lugar não observável para Qin Shi Huang. Ela designa Mordred e Nezha para escoltar os moradores, enquanto ela vai com Ritsuka e Mash para perseguir a fronteira das sombras. Depois que Mordred e Nezha terminam, eles se escondem e esperam perto de Xianyang até que todos estejam juntos antes de atacar a capital. Mordred diz que o plano está cheio de buracos, mas observa que é mais flexível por causa disso. Ela diz aos moradores que não é culpa deles que eles precisam sair, pois é assim que a guerra é para os civis. Ela concorda com o garoto, que se uniu a Spartacus, que agora experimentam a liberdade, algo que ela diz que vale a pena morrer. Mordred e Nezha então escondem os aldeões em uma caverna com provisões.
Os dois mais tarde redevos com os outros estavam indo para Xianyang, junto com Chen Gong, Red Hare e Vitch. Ela permite que Vitch ajude, pelo menos até que o último trai. Eles logo chegam à capital e matam Qin Liangyu. Enquanto viajam pela área residencial, Mordred fica preocupado com o Palácio de Epang caindo sobre eles. O grupo entra no departamento tecnológico do palácio para encontrar a fronteira das sombras lá. Eles lutam contra os soldados de Han Xin, seus comandos os fortalecendo. O capitão da guarda, Li Shuwen, chega para ajudar Han Xin. Depois de alcançar a vitória, o grupo leva a Borda das Sombras para a Árvore Fusang. Eles chegam ao tesouro quando são confrontados por Xiang Yu e Hinako, que anteriormente revelaram sua verdadeira identidade como Yu Miaoyi. A Árvore Fusang é revelada como o Mayall da Árvore da Fantasia. Depois que Xiang Yu e Yu Miaoyi são derrotados, Mordred se vangloria de como ela vai vencer as previsões de Xiang Yu toda vez. Vitch então ativa Mayall, revela que estava dentro da Árvore Fusang. Vitch então se teleporta para longe, e o Palácio de Epang cai. Qin Shi Huang aparece das ruínas agora em forma humanóide e luta contra o grupo para ver cujo mundo continuará. Depois que ele é derrotado, Mordred diz que ela ajudará idiotas como Ritsuka sempre. Qin Shi Huang confia o futuro à Caldéia, mas Xiang Yu rejeita sua decisão. Apesar de suas feridas, ele luta contra o grupo. Lamentando loucamente sua morte, Yu Miaoyi permite que Mayall a absorva. Mayall desperta completamente, e Qin Shi Huang ajuda a destruí-lo. Depois que Yu Miaoyi, Cheng Gong e Red Hare desaparecem, Mordred decide ficar com os outros até que eles deixem o Cinturão Perdido.
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2020.08.06 06:08 denesfernando Sou Babaca Por Querer Que O Namorado Da Minha Amiga Não Passe Mais A Quarentena Aqui E Volte Pra Casa Dele?

Olá Luba, editores, gatas e Turma. Essa história que vou compartilhar aqui é recente, ainda estou tratando em terapia, mas ela começa um pouquinho lá atrás.
Um ""pouco"" de background para situar a todos de onde tudo isso começou.
Em 2013 comecei namorar um cara que vou chamar de Karen, por ele ser muito, mas muito CUSÃO (inclusive, ele se parece muito com você Luba e por vocês serem tão idênticos, eu passei um bom tempo sem assistir o canal, pois não conseguia te ver sem lembrar dele). Mas, enfim, em 2015 ele e o grupo da faculdade dele decidiram morar todos juntos em uma casa perto da faculdade, pois estava exaustivo para todos trabalharem em pontos distintos da cidade (São Paulo, para se alguém quiser se situar).
Então, em janeiro de 2016, eles se mudaram e eu ia para lá aos fins de semana, até que acabei me mudando para a casa em Junho do mesmo ano, no dia do meu aniversário.
Pois bem, foi uma fase horrível da minha vida por causa do meu ex, terminamos em maio de 2017 e tive que sair da casa. Esse meu ex era um abusador, um aproveitador, a pior pessoa que eu poderia ter conhecido na minha vida. Os abusos psicológicos que ele cometeu comigo, afetaram totalmente minha confiança e em como eu viria a me relacionar com outros caras, fora as crises de ansiedade que eu arrasto até hoje.
Mas então, eu fiquei amigo dos amigos dele da faculdade e em especial da Karls que virou minha melhor amiga.
Em 2017 eles terminaram a faculdade e em 2018 o contrato da casa venceu e eles finalmente poderiam se mudar, áquela altura ninguém suportava mais olhar pra cara do Karen.
Então, foi nesse momento, que a Karls e o Akarls me chamaram para vir morar com eles numa nova casa. Sem o Karen. E hoje nós três vivemos como uma família feliz com os nossos pets.
2019
Eu conheci um cara, eu vou chamar ele de Lars.
Lars e eu começamos a trocar mensagens, se conhecer, nos aproximarmos. Até então, antes dele, todos os outros caras que eu acabei ficando, não davam certo, (tem muito gay problemático nessa cidade). Mas Lars foi diferente, conforme nos conhecíamos, ele ia transpondo todas as muralhas que eu usava como defesa, pois meu maior medo seria voltar para um relacionamento abusivo, tóxico e doentio.
Com o Lars eu fui bem devagar, realmente queria conhecer ele, pra ver se o que eu estava sentindo era o certo e se ele não iria me fazer mal.
Nesse tempo conhecendo ele, eu desabafava com Karls todas as minhas inseguranças, pois ela tinha vivido todo o meu drama com o meu ex, ela sabia dos meus medos, receios, inseguranças em me relacionar com alguém e ela me dava todo o apoio, pra poder voltar a acreditar e saber que nem todo mundo é igual o Karen, que na verdade eu dei azar com o Karen, mas que não seria assim de novo.
Depois de tantos embates sobre minhas agruras eu acabei me desarmando e me permiti começar algo com o Lars.
Um mês e meio depois, finalmente decidi trazer ele em casa, para conhecer meus amigos e 😏.
Então, foi nesse fim de semana de novembro de 2019 que coisas aconteceram.
Depois de ficarmos, acabei aceitando os meus sentimentos por ele, pensei que depois de tanto tempo solteiro, passando por aventuras fracassadas com pessoas que não se encaixavam, onde a química só proporcionava uma reação inicial. Ali estava talvez o momento de poder compartilhar momentos com alguém.
Mas aquele início de sonho desmoronou muito rápido. No domingo quando ele estava pra sair para trabalhar, Lars me contou que iria para o Beto Carrero com um amigo. Fui pego de surpresa, pois ele não havia mencionado nada nas nossas conversas durante a semana.
Na época, Lars trabalhava como bartender numa cafeteria e reclamava de trabalhar muito, não ter finais de semana livres e só folgar nas segundas-feiras.
Como não tínhamos oficializado nada, nossa primeira vez foi na noite anterior e o fato de estar disposto a querer começar a construir uma relação tinha sido algo que eu havia arrazoado no meu coração, achei absurdo demais eu questionar porque ele não tinha me falado nada antes.
Tudo bem, ele iria no Beto Carrero com um amigo, logo após sair da cafeteria. Pegaria o ônibus na estação do Tietê no domingo a noite, passaria o dia no parque, já que a folga seria na segunda, e na segunda a noite ele voltaria e iria trabalhar na terça-feira de manhã. Eu, pelo menos, imaginei que seria assim.
Na segunda-feira, eu fui trabalhar normal, vi as fotos dele no Beto Carrero, os stories no Instagram aparentemente nada de estranho, mas a primeira coisa que me chamou a atenção foi o fato dele não ter postado um único story com o amigo, mas até aí, se eu encucasse com isso, seria uma atitude tóxica e eu não queria isso. Numa relação deve existir confiança.
Nós não nos falamos o dia inteiro, pois eu não iria ficar o importunando num passeio como aquele, que ele aproveitasse o máximo possível. Foi quando às 18:00 eu resolvi mandar uma mensagem para ele, já que eu estava saindo do trabalho.
A mensagem era mandando um "oi" e desejando que ele tivesse se divertido bastante e fizesse uma viagem tranquila de volta.
Foi quando ele me respondeu que não voltaria aquela noite, que ele iria para Balneário Camboriú com o amigo passear de barco. Eu fiquei completamente sem reação, foi um choque. Ele só reclamava de como o trabalho explorava ele, não era flexível e do nada, de uma viagem totalmente espontânea que aconteceu aleatoriamente pra aproveitar um dia de folga num bate e volta, surgiu uma folga no dia seguinte.
Eu não tive como não ser arrastado de volta para os tempos do Karen, onde eu fui trouxa por anos, onde ele matava aula pra transar na escada da faculdade, dizia que ficava até mais tarde no serviço pra não pegar trânsito, mas na verdade ia para dates furtivos de apps de pegação (inclusive tenho uma história ótima com relação a isso da época do Karen), enfim, meu cérebro e meu coração ligaram o sinal vermelho, as sirenes começaram a zunir no meu ouvido, a última coisa que eu queria era ser enganado como fui na minha última relação.
Voltando, Lars não falou mais nada depois disso, fui pra casa naquele dia. Na terça-feira de manhã, outro sinal de alerta, não tinha nenhuma mensagem no celular. Isso poderia ser irrelevante, se a gente não tivesse passado o último mês e meio, trocando várias mensagens e memes da hora que acordava até a hora de dormir. Me senti mal, a conversa tinha morrido da noite para o dia, fiquei angustiado, pois eu estava começando a gostar dele e aquilo mudou da noite para o dia.
Terça-feira se foi, ele em Balneário Camboriú, fotos e stories no Instagram se seguiram e nada desse amigo misterioso.
Finalmente, a noite ele estava voltando e mandou uma mensagem dizendo que estava exausto, mas estava voltando. Nesse momento, minha mente já tinha formulado mil e uma histórias, mas resolvi ser prudente, apesar da angustia que estava sentindo.
Foi difícil dormir aquela noite, na manhã seguinte, ele mandou uma mensagem dizendo que havia chegado, estava exausto, mas estava indo trabalhar.
Nossa conversa, já não era a mesma, algo tinha mudado, as palavras ou a ausência delas são um termômetro para o coração, escrever para outra pessoa é um ato de conexão e o nosso elo havia se rompido.
Foi quando resolvi confrontá-lo.
Segue abaixo a conversa no whatsapp:
[28/11 11:56] Denes: Desculpa, Lars.
[28/11 11:56] Denes: Eu não sei de fato o que aconteceu
[28/11 11:56] Lars: Pelo o que ?
[28/11 11:56] Denes: mas desde terça que eu sinto que nossa conversa morreu
[28/11 11:56] Lars: :(
[28/11 11:56] Lars: Eu que peço desculpas
[28/11 11:57] Denes: se vc puder me dar uma luz
[28/11 11:57] Lars: Questão de conversa tbm não sei ... :(
[28/11 11:58] Lars: Não quero ser cuzao contigo
[28/11 11:58] Denes: me diz o que tá acontecendo
[28/11 11:59] Lars: Gosto olhando no olho
[28/11 11:59] Lars: Gosto de vc
[28/11 11:59] Denes: talvez não haja olho no olho se eu não entender o que está acontecendo
[28/11 12:00] Denes: eu tb descobri que estou gostando de vc
[28/11 12:00] Denes: descobri de uma maneira bem ruim
[28/11 12:00] Denes: só quero que vc me diga
[28/11 12:00] Denes: sem medo
[28/11 12:02] Lars: Eu recebi uma ligação de alguém antes de viajar que me deixou balanceado
[28/11 12:02] Denes: prossiga
[28/11 12:02] Lars: Não gosto da ideia por aqui
[28/11 12:03] Lars: Mas tá bom ...
[28/11 12:03] Denes: por favor, agora que começou, não pare
[28/11 12:03] Lars: Pouco antes de conhecer vc eu tinha acabado um relacionamento ...
[28/11 12:03] Denes: hum
[28/11 12:04] Lars: E tipo ainda algo que me deixa balançado e tal ...
[28/11 12:05] Denes: entendi
[28/11 12:05] Denes: ah...
[28/11 12:05] Lars: E tipo não quero mentir pra vc
[28/11 12:05] Lars: Nem ser um cuzao contigo me entende
[28/11 12:05] Lars: Quero ser sincero sempre
[28/11 12:05] Lars: Não só com vc mas comigo mesmo
[28/11 12:06] Denes: então, o livro de Harry Potter que está com vc, foi um presente de um amigo meu que faleceu esse ano, será que posso pegar com vc na catraca amanhã da Santos Imigrantes
[28/11 12:06] Lars: Sim ... Claro ... Mas queria conversar mais com vc pessoalmente
[28/11 12:06] Lars: Se não se importar
[28/11 12:07] Lars: Tenho um presente pra vc
[28/11 12:07] Denes: eu vou me importar
[28/11 12:07] Denes: por favor, sem presentes
[28/11 12:07] Lars: Tudo bem :(
[28/11 12:09] Denes: amanhã as 8:30 te encontro na Catraca
[28/11 12:09] Lars: :( eu lhe entendo sabe ... Mas confesso que gosto de vc e queria que vc permanecesse na minha vida independente de qualquer coisa
[28/11 12:09] Denes: não será possível
[28/11 12:09] Lars: Tudo bem eu entendo vc ... :(
[28/11 12:09] Lars: Me desculpa
[28/11 12:10] Denes: te encontro amanhã na catraca sem falta
[28/11 12:21] Lars: Hj vc sai que horas do trabalho?
[28/11 12:24] Denes: Desculpa, Lars. Mas eu só pretendo te encontrar para pegar o meu livro. Não, temos nada para conversar. Você não me deve satisfações, justificativas ou esclarecimentos. Apenas o meu respeito. Mas, mesmo assim. Esse ponto final precisa ser colocado.
[28/11 12:25] Lars: Tudo bem eu entendo e respeito vc ... Falei de hj pq posso te entregar hj o livro
[28/11 12:25] Lars: Ele está comigo aqui no trabalho
[28/11 12:26] Denes: Eu saio às 18:00
[28/11 12:26] Lars: Posso te entregar hj o mesmo horário ... Na estação melhor pra vc
[28/11 12:27] Denes: Que horas na Santos Imigrantes vc vai passar por lá?
[28/11 12:27] Lars: Umas 19h a 19:30
[28/11 12:28] Lars: Mas espero a sua hora
[28/11 12:28] Denes: Okay, as 19:00 estarei lá
[28/11 12:28] Denes: Se chegar antes estarei sentado em algum dos bancos da plataforma
[28/11 12:29] Lars: Tá bom
[28/11 12:29] Lars: Sei o que vc vai falar ... Mas desculpas :(
Quando ele falou dessa ligação do ex e ficou balançado, eu senti uma enxurrada de sentimentos negativos, o tsunami de chorume que eram as mentiras do Karen voltando a tona. Todas as desculpas esfarrapadas, parecia que eu estava vivendo tudo outra vez.
Eu estava cego, na gana de não querer cometer os mesmos erros do passado, acabei sendo seco, duro e intolerante, condenando um pelos erros de outro.
Eu já tinha sentenciado dentro de mim que aquela viagem foi algo que ele tinha programado com o ex e que tinha ido com ele e que eles tinham se acertado e que ele queria me manter como step se nada desse certo. Enfim…
Nesse mesmo dia, fui buscar o meu livro (um fato curioso, esse livro que foi presente de um amigo que veio a falecer em 2019, foi um presente pra me lembrar o quanto eu sou uma pessoa corajosa, era a edição de 20 anos da Pedra Filosofal nas cores da Grifinória e dentro ele escreveu a famosa frase da Luna "As coisas que perdemos sempre acabam voltando para nós. Mas nem sempre na forma em que pensamos." https://imgur.com/a/ebJFd2U
Ironicamente, quando paro pra olhar isso em particular, penso na grande ironia de tudo.
Eu cheguei antes na estação, fiquei esperando, sentado num banco na plataforma, vendo vários trens passando, várias pessoas descendo na estação vindo depois de mais um dia de trabalho. A minha ansiedade estava a mil, eu queria chorar, estava angustiado com tudo aquilo, pior, sem entender como "tinha cometido" o mesmo erro outra vez.
Ele chegou uns 15 minutos depois, estava com o livro na mão, eu peguei o livro e então ele me estendeu os braços pedindo um abraço, fiz com ele o que eu devia ter feito com o Karen, olhei para ele com a minha pior cara de desgosto e nojo e falei "Adeus", virei as costas e deixei ele lá.
Hoje, não me orgulho do que eu fiz, sinto vergonha quando penso, mas para que vocês entendam aquele gesto, mesmo ele não sabendo, era algo traumatizante, no término com o Karen, quando coloquei minhas malas e meus livros no táxi, ele chegou até mim e na maior cara de pau, na sua maior interpretação pra burguês ver, ele me pediu um abraço e o trouxa aqui cedeu esse abraço, então ele sussurrou no meu ouvido "Sou eternamente grato por tudo o que a gente viveu e você vai sempre poder contar comigo para o que você precisar" e quando eu precisei o que eu ouvi? "Não tenho obrigação nenhuma de te ajudar."
Quando eu saí da estação, bloqueei o Lars em todas as redes sociais, Facebook, Instagram, Whatsapp e até o número dele pra ele não me mandar SMS ou ligar. Não queria nunca mais ouvir falar dele pelo resto da minha vida.
Alguns dias se passaram e a Karls me contou que Lars havia mandado mensagem para ela no Instagram dizendo que estava preocupado comigo, queria falar comigo e eu irredutível falei que nunca mais queria saber nada a respeito dele.
Então ali eu tinha colocado uma pedra em cima desse assunto, vida que segue.
Dezembro de 2019
Karls é uma garota muito linda, mas em todos esses anos de amizade ela só se envolvia com os piores caras do Tinder, uma fase da vida dela que fazemos piada, mas que se você olhar atentamente, era bem triste.
Ela tinha o sonho de conhecer um cara bacana, compartilhar momentos, viver toda aquela fantasia de namoro, dormir abraçada, assistir anime, cantar músicas da Disney e cozinhar todos os pratos possíveis de todos os programas de culinária que existem no mundo.
Depois de anos, esse cara apareceu. Vamos chamá-lo de Darls.
Darls é um cara super carismático, que faz amizade por onde ele passa, falador, contador de piada, solicito, uma pessoa que todo mundo iria adorar ter como amigo.
JANEIRO 2020
Parecia que Darls sempre esteve nas nossas vidas, Akarls e eu o recebemos de braços abertos, pois víamos o quanto ele fazia Karls feliz.
Logo ele começou me pedir dicas e mais dicas de coisas que fariam a Karls feliz e nesses 5 anos de amizade eu era a pessoa que mais sabia de tudo o que a Karls gostava.
FEVEREIRO 2020
Eles oficializaram o namoro, (meio rápido, mas…), então ela entrou numa tour para conhecer todas os amigos dele, pois ele queria apresentar a namorada para as pessoas importantes na vida dele.
Darls mora a 35km de distância, num bairro distante, 2 horas de viagem no mínimo, mas ele sempre estava vindo passar mais tempo aqui.
MARÇO 2020
Pandemia chegou, isolamento social foi instaurado, pessoas em casa. Eu sou editor de vídeo, então estou trabalhando em casa desde que esse inferno começou. E quem acabou vindo para cá, também? Exatamente, Darls.
A companhia dele era agradável, e por vermos Karls feliz, nada objetamos, aceitamos naturalmente a estadia dele aqui. Mesmo que nunca tenhamos conversado isso entre nós, foi natural olharmos para a felicidade dela.
ABRIL 2020
Um mês de quarentena, eu sou uma pessoa ansiosa. Solteiro que passou da barreira dos 30, já havia sentenciado que não conheceria ninguém e morreria só, pois já estava sem esperança de conhecer alguém em um mundo sem um vírus mortal, imagina em um mundo onde estar perto 2 metros de alguém pode ser sua sentença de morte.
Eu comecei entrar numa crise terrível, comecei trabalhar demais, a fazer 12 horas de trabalho por dia e no meu tempo vago eu comecei a assistir todos os filmes e curtas gays já foram produzidos no mundo. E nisso, fiz a burrada de assistir um filme que superestimei por anos.
Brokeback Mountain.
'O que eu fiz da minha vida?'
Eu fiquei tão mal, mas tão mal, que naquela noite eu fui dormir chorando e os dias que se seguiram eu tive tanto remorso pelo final daquele filme, que certo dia eu comecei chorar na frente da Karls e do Darls enquanto a gente almoçava.
No final de abril, meu tio implorou que eu fosse na casa dele, pois estava tendo um problema entre minha mãe e minha irmã e ele estava preocupado da minha mãe acabar se metendo em um avião e vindo pra São Paulo no meio de uma pandemia. Fui, como se eu já não estivesse colapsando, ainda tinha que resolver o problema de outras pessoas.
Naquela semana, eu assisti um vídeo, tenho 80% de certeza que foi no LubaTV os outros 20% acho que foi no canal do Henry Bugalho, que falava sobre perdão, algo do tipo "se não perdoamos, do que adianta pedirmos desculpas" e eu já estava muito reflexivo.
De noite, eu estava no apartamento do meu tio, quando recebi uma notificação de que alguém tinha me seguido no Twitter.
Abri a notificação e vi que era o Lars me seguindo quase 6 meses depois. Ele não tinha twitter e tinha criado uma conta por causa da quarentena.
Minha primeira reação foi bloquear ele, mas aí bateu aquele turbilhão de coisas acumuladas nessa quarentena. O final de Brokeback Mountain, a fala sobre perdão e um detalhe sobre o Lars que pesou muito, ele tem diabetes, acho que é um tipo raro, ele desenvolveu super novo, ele toma dois tipos de insulina, ele é grupo do risco.
Sentei no sofá e me perguntei, 'o que ele queria depois de todos esses meses? Ele não entendeu o meu "Adeus"?'
Pois, bem. Fui até o Instagram, desbloqueei ele e mandei a seguinte mensagem:
"O que você quer?"
Ele levou uma meia hora pra me responder, o 'digitando…' parecia eterno.
Resumindo, ele falou que se importava muito comigo, que eu marquei a vida dele, que nunca quis se distanciar de mim, que jamais foi a intenção me magoar com o que quer que tenha acontecido e que nunca dei a oportunidade dele se explicar.
E eu respondi, que não importava o que ele tivesse para me dizer, não ia mudar a opinião que eu tinha sobre ele.
Ledo engano, meus caros.
Fui dormir às 4 da manhã, tirei tudo de dentro de mim, tudo o que eu inventei na minha cabeça. Porque no meu relacionamento anterior eu ouvi tantas mentiras, que acabei jurando que qualquer um iria mentir para mim, era o único referencial que eu tinha.
Só para que vocês saibam, era realmente um amigo, as fotos que ele tirou junto com o amigo no Beto Carrero, foram todas no celular do amigo a folga da Terça-feira, o chefe dele estava devendo uma folga para ele e como ele não iria poder tirar essa folga a mais do que as que estavam previstas para Dezembro, o chefe deu a folga pra ele na terça para que ele aproveitasse mais um dia de viagem. E sim, o ex dele ligou, ele ficou balançado, pois eles tinham tido uma história recém terminada, mas ele me contou, primeiro porque eu insisti, mas também porque ele não queria mentir pra mim, já que eu tinha todo esse problema com mentiras, então ele queria ser honesto comigo desde o início e que nunca foi a intenção dele voltar com o ex, tanto que ele não voltou, ele queria estar comigo, e que mesmo tendo passado todo aquele tempo ele nunca tinha me esquecido e não tinha desistido de mim.
Eu falei para ele que não sabia como reagir a tudo aquilo, disse que não sabia se seria capaz de confiar nele. E que ele não tivesse esperança, mas que eu iria refletir sobre tudo aquilo.
Então eu voltei pra casa e compartilhei a história com Karls e Darls.
Karls ficou meio com o pé atrás, mas Darls me apontou os erros que eu cometi, me fez enxergar o quanto eu tinha exagerado pelo medo e desconfiança que eu tinha, que não tinha nada a ver com Lars e minha ficha caiu.
Agora, tudo o que me restava era o meu orgulho, eu precisava passar por cima disso.
Voltei a conversar com Lars, aos poucos, foi difícil no início, mas ele foi muito tolerante, eu expliquei que não estava sendo fácil voltar a conversar com ele, mas que compreendi que muito daquela situação era culpa minha.
Ele começou a me mandar mensagens de manhã e a noite, de bom dia e boa noite e esporadicamente algum meme. Foram duas semanas conversando quando houve a necessidade da gente se ver. Eu não sabia como iria reagir.
Sim, ele viria aqui em casa no meio de uma quarentena, mas antes que cresça os julgamentos, moramos próximo um do outro, ele viria a pé, sem pegar nenhuma condução e num horário de pouco fluxo.
MAIO 2020
Então comuniquei que ele viria aqui em casa para Karls, Akarls e Darls. Aparentemente, achei que todos tinham recebido a notícia de bom grado.
Ele veio, a primeira coisa que ele fez foi ir para o banheiro tomar banho, com Covid não se brinca. Depois, sentamos e conversamos, e mais uma vez, eu falei tudo de novo, dessa vez olhando no olho, colocando tudo a limpo, uma conversa franca, contei de todas as impressões que eu tive de tudo o que aconteceu, como a narrativa se construiu na minha cabeça e porque agi da maneira que agi.
Em contra partida, ele disse que estava tudo bem, disse que ficou muito chateado, mas os amigos dele conversaram com ele dizendo que tinha um motivo para eu agir como eu tinha agido. Ele me falou que nunca me esqueceu e queria ter uma oportunidade de conversar comigo e esclarecer as coisas, pois sabia que tudo tinha sido um grande mal entendido. Ele falou que mandou várias mensagens para a Karls, mas não obteve resposta. E quando ele me mandou o convite no Twitter, ele disse que seria a sua última tentativa de se aproximar de mim, se não desse certo, ele mesmo desistiria de tudo.
Ele passou três dias aqui em casa, eu não me abri tanto com ele com relação a isso, mas eu senti muito remorso por como as coisas aconteceram por minha causa.
Outra coisa, lembra na mensagem, quando ele falou que tinha um presente para me dar e eu falei que não queria? Ele trouxe o presente, ele guardou o presente todo esse tempo e disse que toda vez que via o presente, ele lembrava de tudo o que a gente viveu e a coisa que ele mais queria era me dar esse presente, que ironicamente ele comprou na viagem para o Beto Carrero.
Era um funko do Harry Potter, já que eu amo muito Harry Potter. (Não, não sou transfóbico, eu amo Harry Potter desde 2000). http://imgur.com/gallery/cah0Ry7
Ele voltou pra casa dele. Continuamos a nos falar, reatar laços, ter essa troca.
Compartilhei minhas impressões com Karls e Darls, eu estava relutante, desacreditado. As pessoas subestimam relacionamentos abusivos, mas a gente carrega coisas por anos, os estragos são terríveis, estava eu provavelmente estragando uma oportunidade de ser feliz por medo de ser feliz.
As coisas foram devagar, estávamos conversando de nossas rotinas na quarentena, ele o quanto sentia falta do trabalho e não aguentava mais assistir séries e eu o quanto estava trabalhando e engordando, já que editor de vídeo trabalha em casa, praticamos isolamento social antes disso "estar na moda" (✌️ salve editores do canal, eu juro que tô escrevendo essa história que já passa de 4 mil palavras, pensando se realmente o Luba lerá essa história na Turma-Feira, fico imaginando no trabalhão que vocês vão ter pra editar, se eu puder pedir, posta a Timeline pra eu ver como ficou no final, curto muito timelines [Sim, pra quem não entende, isso é meio creep]).
JUNHO 2020
Lars voltou, veio para estar comigo no meu aniversário, inclusive ele me presenteou com Find Me do André Aciman, ele disse que queria me dar a muito tempo, pois em novembro do ano passado eu estava lendo Call me by your name e eu estava namorando pra comprar o livro quando fosse lançado, mas não deu nem tempo dele poder comprar na época.
No meu aniversário, resolvi cozinhar para comemorar, fazer escondidinho de frango. Eu estava de folga e queria fazer algo especial para Karls, Darls, Akarls e Lars. Eu passei a tarde e começo da noite cozinhando e Lars me ajudando.
Então, aconteceu o estopim de todo o caos.
Karls e Darls desceram e viram que o escondidinho não estava pronta ainda, ela fechou a cara e disse "Nossa, ainda não está pronto?". Depois eles fizeram um sanduíche e comeram e subiram, bastou aquilo pra me entristecer, até entendo que ela poderia estar com fome, mas ela bater porta de armário e a porta da geladeira acabou todo o meu ânimo, me senti super mal.
Comi aquele escondidinho triste, o clima na mesa estava tenso e na boa o que era pra ser uma comemoração no que eu acreditava ser entre família, foi a porcaria de um jantar de aniversário que eu perdi tempo fazendo.
Lars voltou pra casa dele, continuamos nos falando e estreitando os laços, aproveitando a companhia um do outro, e finalmente no meio de toda essa situação de merda que estamos vivendo no planeta, senti uma esperança de que talvez tudo daria certo, pelo menos uma vez.
Mais uma vez, ele veio passar o fim de semana aqui em casa, e foi divertido, assistimos filme, contamos piadas e o melhor, eu estava podendo dormir abraçado com ele, por a cabeça no travesseiro e não me sentir só.
JULHO 2020
O mês do caos, eu odeio Julho, por tantos motivos, sério. Eu tenho inúmeras histórias de desgraças nesse mês que PQP (Gif da Xuxa).
Lars me mandou mensagem dizendo que ele teve uma briga terrível com o sobrinho dele, na briga eles só faltaram sair na porrada, ele falou que estava mal por estar na casa da irmã dele e por toda essa indisposição com o sobrinho que tem 18 anos e é um completo folgado. Ele disse que iria procurar um lugar pra ficar, mas até lá, ele perguntou se poderia ficar aqui até encontrar esse lugar.
E como eu já fui colocado pra fora de casa pelo meu tio e me vi sozinho, eu sei o quanto é importante ter alguém pra estender uma mão amiga nessa hora.
Eu respondi que sim, mas que ia comunicar o Karls e o Akarls. Expliquei a situação Lars e eles falaram que tudo bem.
A Karls começou a fazer um freela permanente em um grande estúdio aqui de SP, então ela já não estava ficando em casa e quando estava, ficava a maior parte do tempo com o Darls, que ficou aqui em casa, mesmo ela trabalhando regularmente, já que as coisas estão flexibilizadas por aqui.
A princípio, Lars ficaria aqui até dia 10, ele tinha acertado de ir morar com um pessoal que ele achou num grupo do Facebook, mas o lugar onde esse pessoal ia morar não deu certo, pelo o que ele me contou, foi lance com a Porto Seguro, ele ficou decepcionado, porque os meninos eram legais. Então, ele voltou para a busca de encontrar um lugar pra ficar, eu inocente disse que ele poderia ficar o tempo que precisasse.
Interiormente, eu queria me redimir por toda a injustiça que foi o nosso início, queria fazer certo dessa vez, pois ele estava sendo bom pra mim e eu nunca tinha tido isso, esse convívio.
Enquanto ele estava aqui, comecei a ter companhia para o almoço, passei a comer direito, já que ele é obrigado a comer certo por causa da diabetes, eu estava até me alimentando nos horários certos. As noites assistíamos séries abraçados, até a hora de dormir. Parecia um oasis no meio de todo esse inferno que estamos vivendo, por um único instante eu esqueci de tudo de ruim.
Nesse período, ele estava procurando vários quartos, mas só encontrava cativeiros sendo alugados por mercenários.
Conforme o mês ia passando, Karls estava bem estressada com tudo e quando estava todo mundo na cozinha, ela parecia evitar querer falar com ele. No início, eu pensei que fosse TPM ou alguma coisa em particular dela com Darls.
Mas eu tive certeza que era alguma coisa com o Lars, no dia que estávamos jantando e ela veio informar que o botijão de gás tinha acabado e ela tinha comprado um novo, mas ela insinuou que estávamos cozinhando demais. Eu fiquei, sem reação, pois não esperava por aquilo, como eu falei, ela e o Darls estavam fazendo todas as receitas que existiam na internet, como que o Lars 10 dia aqui era a causa do botijão ter acabado?
Então aquilo começou a ficar espinhoso e o meu erro foi não ter confrontado. Eu comecei a me sentir acuado com o Lars e não sabia o que fazer, ele já estava numa puta situação frágil por ter saído da casa da irmã por indisposição com o sobrinho e a coisa que eu mais queria era que ele se sentisse confortável na minha própria casa.
No meio de tudo isso, ele voltou a trabalhar e eu passei a acordar cedo junto com ele, pra tomar café e abrir o portão pra ele poder sair, num desses dias, eu levantei e fui no banheiro e enquanto eu usava, a Karls bateu na porta perguntando quem é que estava lá dentro de uma maneira meio ríspida, no caso era eu, mas o Lars viu a situação toda, ele não me falou, mas eu reparei que ele parou de tomar banho de manhã antes do trabalho. Dizia ele que o banho da noite era suficiente.
Depois, ele parou de tomar café da manhã, disse que tomaria café na cafeteria que ele trabalha.
A próxima coisa que aconteceu foi um dia que eu estava na cozinha e fui informado que Karls e Akarls decidiram que não iríamos mais fazer as compras de mercado juntos. E que só manteríamos os produtos de limpeza e higiene e que o resto era cada um por si.
Confesso, que na hora não compreendi o que estava acontecendo, eu estava muito desligado, na verdade não acreditava que os meus amigos estavam me excluindo por causa do Lars, eu estava sendo ingênuo, pois não imaginaria que aquilo estava acontecendo.
No meio desse caos todo, Lars, virou pra mim e disse que a irmã dele pediu que ele fosse na casa dela. Então ele iria direto do trabalho e dormiria lá no sábado para o domingo, já que estaria de folga e voltaria pra cá no domingo a noite.
Só que ele não voltou, ele disse que a irmã dele pediu para que ele dormisse lá mais uma noite. Pensei, okay, ele vem então amanhã direto do trabalho pra cá, mas aí ele não veio na segunda, foi quando o peso de tudo bateu.
A essa altura eu já estava angustiado com tudo aquilo e direcionei minha frustração para o lado errado, em vez de confrontar quem estava causando toda essa situação insatistória, eu cobrei dele, porque ele não estava aqui. Perguntei, porque ele não queria estar mais aqui. Ele falou que queria. Então, eu perguntei porque o domingo, virou segunda e agora a segunda virou terça? Ele hesitou, aí eu perguntei se era por causa da Karls e ele disse que só não queria incomodar ninguém.
Eu fiquei mal, por ele se sentir mais incomodado na minha casa do que na casa da irmã dele com o sobrinho folgado que estava fazendo da vida dele um inferno.
Fiquei desapontado, ele veio na quarta, conversei com ele, disse que iria conversar com a Karls sobre toda essa situação. Mas já era tarde.
Era a última semana de Julho, e antes mesmo que eu pudesse conversar com a Karls, Akarls chegou dizendo que não dava mais para dividirmos a conta de água como estávamos fazendo, por 3, teríamos que dividir por 5, já que a conta ficou mais cara.
Na sexta-feira daquela semana, Lars encontrou um quarto numa casa que ele meio que alugou as pressas e ele se mudaria na primeira segunda de agosto. Quando eu pude confrontar Karls, no sábado, sobre tudo aquilo, já era tarde. Falei que fiquei chateado deles quererem repartir a conta da casa por 5 com o Lars pelo mês que ele passou aqui, mas isso nunca foi nem cogitado nos 5 meses do Darls aqui. Falei que fiquei decepcionado por ela não ser capaz de enxergar a minha felicidade. Por não ser capaz de ver o quanto eu estava feliz, como eu enxerguei a felicidade dela com o Darls e o recebemos de bom grado dentro de casa por causa da felicidade dela. Disse que foi muito cômodo pra ela ter alguém pra poder dormir junto, assistir coisas juntos, ter os momentos a dois e quando eu pude ter o mesmo, ela não olhou para mim com os mesmos olhos.
Enfim, Lars se mudou, tomei esse tempo que poderia estar assistindo uma série com ele para escrever tudo isso. Angustiado e decepcionado. Darls não tem culpa de nada do que está acontecendo, mas agora acho completamente injusto ele estar aqui e o Lars não estar, não sei o que fazer, minha vontade é de falar, "acabou a quarentena para os dois, pode voltar para sua casa". Me sinto injustiçado e triste por alguém que eu amo tanto, não ter sido capaz de enxergar que eu estava feliz. É isso, estou esperando a próxima sessão da minha terapia e Karls e Darls estão lá no quarto dela e eu estou só.
E para finalizar, essa foi minha conversa agora a pouco com o Lars.
Lars https://imgur.com/gallery/PRrxEI6
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2020.07.30 00:43 l_exaeus Alternativas para acesso externo a webserver caseiro em caso de portas padrão (80 e 443) bloqueadas pelo ISP

Saudações aos navegantes! Eu gosto da ideia de armazenar meus próprios arquivos e tenho computação e redes como um hobby para mim, então decidi abrir mão de Dropbox/Google Drive e afins e exercitar novos conhecimentos elaborando um servidor caseiro baseado no Nextcloud. Mas como trabalho e faço mestrado em outra área completamente desconexa com esses hobbies me resta pouco tempo para me aprofundar, assim, procuro seguir instruções simples como as desse vídeo.
Eu o segui ao pé da letra e não tive muita problemas. Meu setup roda muito bem porém apenas a partir de IPs internos! Registrando as aplicações que utilizo, elas são as seguintes: Raspberry Pi 4 com OpenMediaVault, Docker, Portainer. Meus containers incluem: DuckDNS, Nextcloud, LetsEncrypt (Nginx) e MariaDB.
Como dito anteriormente, tudo funciona muito bem a partir de IPs internos a rede. Mas não consigo me conectar ao meu servidor a partir, por exemplo, do 4G do celular.
As portas do meu container letsencrypt (que inclue o nginx) estão configuradas da seguinte maneira 443:443 e 82:80, como orientado no vídeo acima. Entretanto, em testes de penetração de portas pude observar que ambas as portas 443 e 80 estão bloqueadas pelo meu ISP.
Eu tenho um modem da NET/CLARO em modo bridge conectado ao meu roteador Mi Router 3 com firmware padavan, que é bem flexível e me permite abrir as portas de conexão como por exemplo a 4443, que está efetivamente aberta, segundo os sites de testes de portas. Quando eu tento conectar aos meus serviços, seja pelo meu IP publico, seja pelo meu domínio DuckDNS, por meio da porta 443 ou da porta 4443, eu tenho sucesso. Mas ainda não consigo acessá-los por meio de um IP externo a minha rede. No meu roteador está configurado o port forwarding para me levar de endereços externos pela porta 4443 ao IP interno da minha Rapsberry pela porta 443.
Não preciso me preocupar com certificado agora, mas eu realmente gostaria de poder acessar meu servidor externamente. Sei que há a possibilidade de aquisição de um VPS e configuração de um VPN, mas eu gostaria de evitar esses gastos.
@Edit: pelo que parece não estou atrás de um CGNAT, já que o IP que os sites de consulta declaram é o mesmo registrado no WAN IP do meu roteador!
Alguma sugestão? Obrigado pela atenção, qualquer dúvida ou esclarecimento extra é só perguntar!
submitted by l_exaeus to InternetBrasil [link] [comments]


2020.07.27 04:51 altovaliriano Stannis Baratheon (Parte 4)

Todos os eventos do cerco a Ponta Tempestade formam um enredo ardilosamente planejado para vermos a transformação de Stannis de Senhor para Rei.
Como vimos, ainda que ele tenha se autoproclamado rei em Pedra do Dragão, Stannis se irrita ao ser chamado de Vossa Graça depois de saber da recusa dos Senhores da Tempestade em apoiá-lo (ACOK, Prólogo). Em seguida, quando Catelyn o chama de “Lorde Stannis” ao invés “Rei” ou “Vossa Graça”, Stannis ainda range os dentes, mas “não a incomodou com títulos” (ACOK, Catelyn III). Porém, após a morte de Renly, Stannis não esboça qualquer reação quando Cortnay Penrose o chama de Senhor (ACOK, Davos II).
Estes detalhes não são aleatórios e revelam a quantidade de confiança que Stannis vai adquirindo em seu destino e nas previsões de Melisandre. Eu fui um pouco precipitado ao terminar o último texto dizendo que Melisandre só passaria a usar Stannis depois de ele perder a Batalha da Água Negra. Os primeiros sinais de seus usos começam após a tomada de Ponta Tempestade. Como veremos, ainda que sejam sinais muito incipientes, estão lá.
Por outro lado, quando Stannis deixa de se sentir um pretendente que suplica o apoio de grandes senhores temos um pequeno vislumbre de como Stannis se comportaria caso viesse a assumir o governo dos Sete Reinos. Surpreendentemente, ele não é de modo algum o Stannis que Mindinho e Varys pintaram a Ned Stark no final de A Guerra dos Tronos.
Tudo ocorre em dois capítulos diferentes, Catelyn III e Davos II de A Fúria dos Reis. Os capítulos são tão parecidos que parecem narrar a mesma história duas vezes: Stannis está com Melisandre negociando termos no cerco, as negociações falham, os personagens POV prolongam o debate a procura de alternativas para o impasse e, por fim, a sombra de Stannis mata o adversário (no caso de Catelyn, a sombra surge no capítulo seguinte, mas acho que vocês entenderam...).
A narrativa, porém, não é a mesma, especialmente no que concerne ao personagem em questão. Em ambos os capítulos, o rei tem seus trajes observados por ambos os POVs. Reparamos que toda a sua roupa era muito simples, exceto nos adornos de poder – a coroa. No capítulo de Catelyn há menção às jóias na espada e no cinto que a carrega, que não se repetem no capítulo de Davos porque Stannis não a está carregando. Isso também é digno de nota, mas por razões diferentes.
De todo modo, o contraste entre os trajes e os adornos parece indicar que os últimos derivam de uma influência da mulher vermelha. Afinal, quando está fazendo uma comparação entre Stannis e Jon Snow, Melisandre critica o Lorde Comandante por levar uma vida espartana depois de ter ascendido ao cargo:
Nunca foi sábio para um governante evitar as armadilhas do poder, pois o poder flui em quantidades não pequenas de tais armadilhas.
(ADWD, Melisandre)
Entretanto, o que a repetida descrição dos trajes nos fala é que Stannis não mudou neste aspecto após ter reconquistado a lealdade dos Senhores da Tempestade. A mudança de Stannis é comportamental e política.
No encontro com Renly, ele apenas tem o apoio de Melisandre, enquanto Renly acha suficiente levar apenas Brienne. O Baratheon mais novo está ricamente vestido, acompanhado da porta-estandarte vestida em armadura azul, enquanto Stannis era acompanhado da mulher vermelha e trajava-se com simplicidade. A simbologia já denunciava a polaridade.
No encontro com Penrose, no entanto, o rei defronta seu adversário cercado de nobres com armaduras garbosas, a ponto de o próprio Stannis parecer “deslocado naquela companhia rica e régia”, salvo pela coroa, que lhe emprestava “um certa grandeza” (ACOK, Davos II). Caso não estivesse cercado por estes senhores, é bastante possível que não houvesse grandes contrastes entre Sor Cortnay e o rei Stannis.
A forma como o Rei do Coração Flamejante entra na negociação também difere nas duas cenas. Com rei Renly, Stannis inicia o debate com a intenção de ser mais brando com o irmão do que havia anunciado:
– Não negociarei com Renly – respondeu Stannis num tom que não admitia discussão. – Pelo menos enquanto ele se disser rei.
(ACOK, Prólogo)
– Não tenho qualquer querela com Renly, se ele se mostrar respeitador. Sou seu irmão mais velho, e seu rei. Desejo apenas o que é meu por direito. Renly deve-me lealdade e obediência, e pretendo conquistá-las. Dele e desses outros senhores […].
(ACOK, Catelyn III)
Entretanto, conforme rei Renly demonstra a intenção de debochar e humilhar o irmão (que também o insulta severamente, diga-se de passagem), este expressa arrependimento em ter deixado o irmão mais novo sequer abrir a boca:
– Jurei que nunca lidaria com você enquanto usasse sua coroa de traidor. Gostaria de ter mantido essa promessa.
(ACOK, Catelyn III)
Vale ressaltar, todavia, que Stannis já demonstrou aqui não ser a pessoa inflexível que falam que ele é. Renly está sendo tão intransigente quanto ele e ambo estão oferecendo a senhoria de Ponta Tempestade um ao outro. O grande problema com Renly é que ele não tem nenhum pudor em reconhecer a ilegalidade do que está fazendo, especialmente porque ele mesmo admite não acreditar na bastardia de Joffrey, Myrcella e Tommen:
Nunca suspeitei que fosse tão esperto, Stannis. Se ao menos fosse verdade, seria realmente herdeiro de Robert.
Se ao menos fosse verdade? Está me chamando de mentiroso?
Pode provar alguma palavra dessa fábula?
Stannis rangeu os dentes.
(ACOK, Catelyn III)
Ao não reconhecer as acusações de bastardia dos filhos de Cersei, Renly não só está reconhecendo que está pulando o irmão mais velho, como está admitindo sem vergonha alguma que pretende usurpar o Trono de quem ele mesmo pensa serem os herdeiros legítimos de Robert.
Diante de tudo isso, Stannis ameaça raivosamente o irmão e chega a puxar sua espada para o irmão que carregava apenas um pêssego. Essa precipitação para a arma dá lugar a uma explosão de raiva e ameaças que encerra as negociações com um tom funesto. Mais tarde, Stannis diria que o pêssego do irmão seria uma memória que levaria para a tumba, alegando que não conseguia entender o seu significado.
Apesar de que GRRM já tenha dado uma explicação para o que Renly queria com o gesto, eu tenho para mim que a razão que a experiência tenha causado forte impressão em Stannis foi a realização de que ele quis a morte de Renly a partir daquele instante. Mas a realização do seu desejo acabou custando muito de sua paz de espírito e o preenchendo com a culpa, por mais que ele procure ativamente se convencer de que não teve nada com o ocorrido:
Basta! – Stannis retrucou. – Foi vontade do Senhor da Luz que meu irmão morresse pela sua traição. Quem cometeu o ato não importa. [...]
Se alguém dissesse que eu tinha me transformado num javali para matar Robert, provavelmente acreditariam nisso também.[...]
Só Renly conseguiria me irritar tanto com um pedaço de fruta. Ele condenou-se a si próprio com a traição que cometeu, mas eu gostava dele, Davos. Sei disso agora. Juro, irei para a cova pensando no pêssego do meu irmão.
(ACOK, Davos II)
Outro fato que eu acho que pesa na consciência de Stannis é que, por mais que ele propague aos quatro ventos que sua cruzada pelo Trono não motivada pela ambição, mas pelo dever, nos sabemos que isso não é verdade.
O Rei do Coração Flamejante é lembrado por dizer que, embora não tenha escolhido ser rei, esse tipo de questão não tem relação com a vontade. Mas isso é o que ele fala quando ele é o beneficiário da situação. Quando outra pessoa é a agraciada com títulos, Stannis pensa diferentemente, como ele deixou claro para Catelyn:
[…] Eu é que devia ter sido Mão de Robert.
Isso foi vontade de seu irmão. Ned nunca quis o cargo.
Mas o aceitou. Aquilo que devia ter sido meu. Mesmo assim, dou-lhe minha palavra, terá justiça por seu assassinato.
(ACOK, Catelyn III)
Assim, quando passou a ser atormentado com pesadelos vívidos em que assassinava seu irmão, rei Stannis deve ter passado a achar mesquinhos os motivos que o levaram a utilizar dos poderes de Melisandre.
Diga-se de passagem, o simples fato de Stannis ter lançado mão de feitiçaria para eliminar Renly e Cortnay deveria ser suficiente para desmontar a sua fama de homem honrado. Requer uma grande dose de hipocrisia para que até mesmo o próprio Stannis acredite que não maculou sua autoimagem.
Na verdade, neste capítulo vemos o próprio Stannis informar o leitor que sua tão reverenciada imagem de homem rígido, justo, austero e cumpridor do dever convencia muitos, mas não a seus irmãos. De fato, Stannis justifica não ter levado suas suspeitas da bastardia dos filhos de Cersei a seu irmão mais velho porque Robert poderia desconfiar dele:
A consideração que meu irmão tinha por mim nunca passou de dever – Stannis respondeu. – Vindas de mim, tais acusações pareceriam impertinentes e interesseiras, uma maneira de me colocar em primeiro lugar na linha de sucessão. [...]
(ACOK, Catelyn III)
Mas, justiça seja feita, talvez esta desconfiança tenha sido desenvolvida quando Stannis criou o hábito de suplicar a Robert que Ponta Tempestade lhe fosse passada, de modo que tudo pode não ter passado de uma desconfiança tola de Robert.
E Stannis sempre se sentiu espoliado de Ponta Tempestade – Cersei disse, pensativa. – A sede ancestral da Casa Baratheon, legitimamente sua… Se soubesse quantas vezes foi até Robert para cantar essa canção tediosa naquele tom sombrio e ofendido que tem. Quando Robert deu o lugar a Renly, Stannis apertou tanto os dentes que pensei que fossem se estilhaçar.
(ACOK, Tyrion III)
De todo modo, o que estou especulando é que a culpa esteja pesando forte na consciência de Stannis, a ponto de que o subconsciente esteja dando combustíveis aos pesadelos sobrenaturais que lhe tiram o sono. Porém, nem mesmo isso parece ter sido suficiente para impedir o Rei e Melisandre de empregarem o mesmo truque novamente 15 dias depois.
A dinâmica com Sor Cortnay Penrose não repete os mesmos problemas e questões havidos com Renly, mas tem o mesmo desfecho. Ainda assim, curiosamente, Stannis parece menos ávido em matar Cortnay.
Não só a conversa termina em ameaças mais amenas do que o ultimato na ponta da espada proferido contra Renly, como Stannis passa o capítulo quase inteiro buscando alternativas de como lidar com o cavaleiro de forma limpa – mesmo já sabendo de antemão que poderia utilizar as sombras de Melisandre.
O castelo cairá. Mas, como fazê-lo rapidamente? – Stannis cismou com aquilo por um momento. Sob o ritmado clac-clac dos cascos, Davos conseguia ouvir o tênue som do rei rangendo os dentes. – Lorde Alester insiste para que traga aqui o velho Lorde Penrose. Pai de Sor Cortnay. Conhece o homem, creio? [...]
O que você me aconselharia a fazer, contrabandista?
(ACOK, Davos II)
Por que Stannis estava mais diplomático com Sor Cortnay do que com o próprio irmão?
Poder-se-ia alegar, em primeiro lugar, que o ritual para matar Renly havia tido um custo muito alto que o rei não desejava pagar novamente. E, com efeito, Davos nota um envelhecimento muito preocupantes de seu suserano.
E ele também parece meio cadavérico, anos mais velho do que quando parti de Pedra do Dragão. […] visto de perto, Stannis parecia pior do que Davos julgara de longe. Seu rosto tinha se tornado macilento, e possuía círculos escuros sob os olhos.
(ACOK, Davos II)
Outra razão que podemos arguir seria que Sor Cortnay era um homem fiel a seus princípios e tão teimoso quanto o próprio Stannis. Assim, o rei estava prestigiando um homem de nascimento não tão alto quanto seu irmão por conta de sua o cavaleiro estava assumindo o papel que o próprio rei havia feito no passado, com a mesma tenacidade.
Por fim, penso que é possível especular que Stannis estava mais confortável agora que Melisandre havia lhe dado os 20 mil homens que prometeram. Com uma única tacada, Melisandre deixou o rei mais confiante em suas leituras das chamas e saciou sua sede por apoio.
Qualquer que seja o motivo, os diálogos entre Davos e o rei nos dão uma dimensão de Stannis que não havíamos experimentado até então. Vemos Stannis mais calmo, agindo no comando de vassalos de sua própria região que o haviam traído e recusado em prol de um notório usurpador. Guardadas as devidas proporções, são as mesmas circunstâncias em que Stannis assumiria o governo do reino caso sentasse no trono e ele não sai fazendo justiça cega como alardearam Varys e Mindinho a Ned Stark.
Na verdade, Stannis se mostra incrivelmente flexível e pragmático. O rei fala que concede perdões que o enojam somente para obter apoio.
Os senhores meus vassalos são inconstantes até em suas traições. Necessito deles, mas deve saber como me enoja perdoar gente assim quando puni homens melhores por crimes menores.
Até mesmo a inutilidade dos conselhos dos novos súditos é encarada pelo rei com simples tom de escárnio e uma boa dose de permissividade.
As mulas adoram o som de seus zurros, por que outro motivo? E eu preciso delas para puxarem minha carroça.
A pessoa que vemos e ouvimos em nada se parece com o homem verdadeiramente justo que Varys nos acautelara a temer. Na verdade, Stannis reflete sobre a justiça que aplicou a Davos, em razão da vida de crimes deste, mas não se propõe a nenhum ato real além de dizer que não se esquecerá da ofensa.
Um bom ato não lava os maus, e um mau não lava os bons. Cada um deve ter sua recompensa. Você foi um herói e um contrabandista – olhou de relance para trás, para Lorde Florent e os outros, cavaleiros do arco-íris e vira-casacas, que o seguiam a distância. – Aqueles senhores perdoados fariam bem em refletir sobre isso. Homens bons e leais lutarão por Joffrey, considerando-o erroneamente o legítimo rei. Um nortenho até pode dizer o mesmo de Robb Stark. Mas estes senhores que se reuniram aos estandartes do meu irmão sabiam que ele era um usurpador. Viraram as costas ao seu legítimo rei por nenhum motivo melhor do que sonhos de poder e glória, e eu tomei nota do que eles são. Perdoei-lhes, sim. Estão desculpados. Mas não esqueci.
Por fim, quando nenhuma se alternativa melhor do que a feitiçaria se apresenta, Stannis volta a depositar a questão nas garras de seu “falcão vermelho”, que estava certo e lhe trouxe 20 mil homens. A confiança na sacerdotiza fica tão alta que Stannis se permite pela primeira vez reproduzir o discurso cíclico R’hllorista.
Há luzes que lançam mais do que uma sombra. Ponha-se em frente da fogueira da noite e verá por si próprio. As chamas mudam e dançam, nunca estão quietas. As sombras crescem e encolhem, e cada homem lança uma dúzia. Algumas são mais tênues do que outras, é tudo. Pois bem, os homens lançam também as suas sombras sobre o futuro. Uma sombra ou muitas. Melisandre vê todas.
[…] Será possível que Sor Cortnay procure uma maneira de se render com honra? Mesmo que isso signifique sua vida?
Uma expressão perturbada cruzou o rosto do rei como uma nuvem passageira.
O mais provável é que planeje alguma traição. Não haverá nenhum combate de campeões. Sor Cortnay estava morto antes mesmo de arremessar aquela luva. As chamas não mentem, Davos.
E no entanto precisam de mim para que se tornem verdadeiras, pensou. Há muito tempo Davos Seaworth não se sentia tão triste.
Quando Ponta Tempestade finalmente cai para as sombras assassinas de Melisandre, ficamos sabendo em segundo mão que Stannis concedeu a Melisandre permissão para queimar “o bosque sagrado em Ponta Tempestade como oferenda ao Senhor da Luz” (ACOK, Tyrion XI). Essas pequenas permissões se parecem bastante com os mimos que Victarion Greyjoy pensa estar fazendo a Moqorro cada vez que o sacerdote o ajuda a capturar um navio.
Portanto, a influência da mulher vermelha sobre Stannis vem crescendo conforme ela se mostra eficiente, de forma que Melisandre vai se tornando cada vez mais exigente em seus mimos.
Por fim, quero propor uma reflexão: Por que Cortnay Penrose se negou a entragar Edric Storm a Stannis?
– O bastardo do meu irmão deve ser entregue a mim.
– Neste caso, minha resposta continua a ser não, senhor.
(ACOK, Davos II)
­ Ele acha que Stannis fará algum mal a Edric? Ou tem a ver com o nojo que Stannis sente por bastardos (ou por aquele bastardo em específico)?
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2020.07.25 05:31 altovaliriano [Tradução] Os Outros confundiram Waymar Royce com um Stark

Texto original: https://www.reddit.com/asoiaf/comments/9qvrsy/spoilers_extended_the_killing_of_a_range
Autor: u/JoeMagician
Título original: The Killing of a Ranger
[…] Esta é a versão reescrita da minha teoria de 2015, A Cold Death in the Snow: The Killing of a Ranger, com algumas seções novas e conclusões mais bem explicadas, além de um bom e velho tinfoil. E significativamente menos citações, adequações nos spoilers e menos texto em negrito. Eu queria fazer um vídeo da teoria e não estava satisfeito com a versão original, então aqui está uma versão nova e aprimorada como um bônus.
O vídeo completo está aqui, se você preferir assistir, e a versão em podcast aqui, se você preferir ouvir, bem como pode ser encontrada no Google Play e no iTunes.
Aproveite!

Os Três Patrulheiros

Um dos eventos menos compreendidos em ASOIAF acontece exatamente no capítulo de abertura da saga. Waymar Royce, um fidalgo do Vale, e os dois patrulhieros Will e Gared estão perseguindo selvagens saqueadores na Floresta Assombrada. Antes que possamos nos localizar, Waymar é emboscado pelos demônios de gelo conhecidos como Os Outros. Waymar pronuncia sua famosa e incrivelmente foda frase "Dance comigo, então" e começa o duelo. Waymar segura as pontas até que o Outro acerta um golpe, depois zomba do patrulheiro e, finalmente, a espada de Wamyar se quebra contra a lâmina de gelo. Um fragmento perfura o olho de Waymar e o grupo de Outros que se aproxima, cerca-o e mata-o com golpes coordenados. Para piorar, Waymar é reanimado como uma criatura e massacra seu ex-companheiro Will. O outro irmão deles, Gared, escapa do ataque e foge para o Sul até ser capturado em uma fortaleza perto de Winterfell e executado por Ned Stark em razão de ter desertado da Patrulha.
É um prólogo que deixa o leitor com muitas perguntas não respondidas sobre o que acabou de ler. Por que esses patrulheiros foram atacados e por tantos outros? Onde estavam seus servos mortos-vivos que eles normalmente usam para matar? E por que eles estavam duelando com Waymar Royce em particular, um guarda de nenhuma nota em particular em sua primeira missão? Primeiro, vejamos o histórico de Waymar.
Sor Waymar Royce era o filho mais novo de uma Casa antiga com herdeiros demais. Era um jovem atraente de dezoito anos, olhos cinzentos, elegante e esbelto como uma faca. Montado em seu enorme corcel de batalha negro, o cavaleiro elevava-se bem acima de Will e Gared, montadosem seus garranos de menores dimensões. Trajava botas negras de couro, calças negras de lã, luvas negras de pele de toupeira e uma cintilante cota de malha negra e flexível por cima de várias camadas de lã negra e couro fervido. Sor Waymar era um Irmão Juramentado da Patrulha da Noite havia menos de meio ano, mas ninguém poderia dizer que não se preparara para a sua vocação. Pelo menos no que dizia respeito ao guarda-roupa.
(AGOT, Prólogo)
Segundo as informações que recebemos, Waymar foi o terceiro filho do formidável "Bronze" Yohn Royce, lorde de Pedrarruna e da casa Royce. Ninguém sabe ao certo por que Waymar escolheu se juntar à Patrulha. Sendo filho de um Senhor, ele poderia se casar em uma Casa menor e obter suas próprias propriedades, tornar-se um cavaleiro de torneios, visitar Essos e lutar como um mercenário se quisesse. Poderia fazer quase tudo. Em vez disso, escolheu se juntar à Patrulha da Noite. E Waymar é muito bonito, Sansa Stark se apaixonou por ele à primeira vista:
Foi hóspede em Winterfell quando o filho foi para o Norte vestir o negro – tinha uma tênue lembrança de ter se apaixonado perdidamente por Sor Waymar.
(AFFC, Alayne I)
Gared e Will são um pouco menos ilustres. Will é um caçador furtivo apanhado por Lord Mallister e escolheu a Muralha em vez de perder a mão. Gared ingressou na Patrulha quando menino e é patrulheiro há quarenta anos. Senhor comandante Mormont fala muito bem deles.
Mormont pareceu quase não ouvi-lo. O velho aquecia as mãos no fogo.
Enviei Benjen Stark em busca do filho de Yohn Royce, perdido em sua primeira patrulha. O rapaz Royce estava verde como a grama de verão, mas insistiu na honra de seu próprio comando, dizendo que lhe era devido enquanto cavaleiro. Não desejei ofender o senhor seu pai e cedi. Enviei-o com dois homens que considerava dos melhores que temos na Patrulha. Mas fui tolo.
(AGOT Tyrion III)

A Missão

Agora que estamos mais familiarizados com esses patrulheiros, vamos abordar a explicação mais simples: que foi um encontro acidental entre os Outros e os patrulheiros. Talvez os Outros estivessem viajando pela floresta para se encontrar com Craster e acidentalmente encontraram três patrulheiros. Faz sentido. Os Outros e os patrulheiros são inimigos históricos. No entanto, existem grandes problemas nisso. O primeiro é quando Royce e companhia alcançam suas presas, os saqueadores já foram transformados em criaturas.
Prestou atenção à posição dos corpos?
Will encolheu os ombros.
Um par deles está sentado junto ao rochedo. A maioria está no chão. Parecem caídos.
Ou adormecidos – sugeriu Royce.
Caídos – insistiu Will. – Há uma mulher numa árvore de pau-ferro, meio escondida entre os galhos. Uma olhos-longos – ele abriu um tênue sorriso. – Assegurei-me de que não conseguiria me ver. Quando me aproximei, notei que ela também não se movia – e sacudiu-se por um estremecimento involuntário.
Está com frio? – perguntou Royce.
Um pouco – murmurou Will. – É o vento, senhor.
O jovem cavaleiro virou-se para seu grisalho homem de armas. Folhas pesadas de geada suspiravam ao passar por eles, e o corcel de batalha movia-se de forma inquieta.
Que lhe parece que possa ter matado aqueles homens, Gared? – perguntou Sor Waymar com ar casual, arrumando o longo manto de zibelina.
Foi o frio – disse Gared com uma certeza férrea. – Vi homens congelar no inverno passado e no outro antes desse, quando eu era pequeno.
Waymar, porém, percebe algo errado na avaliação de Gared. Está quente demais para a estação, tanto que o Muralha está derretendo ou "chorando".
Se Gared diz que foi o frio… – começou Will.
Você fez alguma vigia nesta última semana, Will?
Sim, senhor – nunca havia uma semana em que ele não fizesse uma maldita dúzia de vigias.
Aonde o homem queria chegar?
E em que estado encontrou a Muralha?
Úmida – Will respondeu, franzindo a sobrancelha. Agora que o nobre o fizera notar, via os fatos com clareza. – Eles não podem ter congelado. Se a Muralha está úmida, não podem. O frio não é suficiente.
Royce assentiu.
Rapaz esperto. Tivemos alguns frios passageiros na semana passada, e uma rápida nevasca de vez em quando, mas com certeza não houve nenhum frio suficientemente forte para matar oito homens adultos.
Os saqueadores morrem congelados com o tempo quente demais. Como leitores, sabemos que os Outros têm controle sobrenatural sobre o frio, indicando que eles são os assassinos. E então, quando Waymar e Will voltam, descobrem que os corpos desapareceram.
O coração parou em seu peito. Por um momento, não se atreveu a respirar. O luar brilhava acima da clareira, sobre as cinzas no buraco da fogueira, sobre o abrigo coberto de neve, sobre o grande rochedo e sobre o pequeno riacho meio congelado. Tudo estava como estivera algumas horas antes.
Eles não estavam lá. Todos os corpos tinham desaparecido.

A Armadilha

O curioso Waymar morde a isca e a armadilha foi ativada. Will, de seu ponto estratégico em cima de uma árvore, vê seus predadores desconhecidos emergirem da floresta. (AGOT, Prólogo)
Uma sombra emergiu da escuridão da floresta. Parou na frente de Royce. Era alta, descarnada e dura como ossos velhos, com uma carne pálida como leite. Sua armadura parecia mudar de cor quando se movia; aqui era tão branca como neve recém-caída, ali, negra como uma sombra, por todo o lado salpicada com o escuro cinza-esverdeado das árvores. Os padrões corriam como o luar na água a cada passo que dava.
Will ouviu a exalação sair de Sor Waymar Royce num longo silvo. [...]
Emergiram em silêncio, das sombras, gêmeos do primeiro. Três… quatro… cinco… Sor Waymar talvez tivesse sentido o frio que vinha com eles, mas não chegou a vê-los, não chegou a ouvi-los. Will tinha de chamá-lo. Era seu dever. E sua morte, se o fizesse. Estremeceu, abraçou a árvore e manteve o silêncio.
Os Outros armaram uma armadilha para esses patrulheiros e a puseram em ação, não foi um encontro casual. Eles estão apenas tentando matar todos os membros da Patrulha da Noite que puderem? Eu não acredito nisso. Will e Waymar são mortos na Floresta Assombrada, mas o terceiro corvo, Gared, consegue escapar dos Outros. Ele corre para o sul até ser pego pelos Starks e decapitado por Lorde Eddard por deserção.
Há seis Outros não feridos, camuflados e ansiosos para matar ali mesmo com ao menos dez criaturas (incluindo Waymar e Will) e eles deixam de perseguir Gared. Matá-lo seria fácil e rápido, e ainda assim eles não o fazem. Isso não aconteceria se eles estivesse apenas tentando empilhar corpos de patrulheiros.

Claro que Craster está envolvido

A única conclusão que resta é que todo o cenário não era uma armadilha para três homens da Patrulha da Noite, e sim uma armadilha para um patrulheiro em particular: Waymar Royce. Ele é escolhido pelos Outros para um duelo individual por sua vida. Mas por quê? Waymar não é nada de especial na Patrulha. Enquanto isso, Gared e Will são veteranos nas terras além da Muralha. Eles seriam os maiores prêmios, taticamente falando. Como os Outros sequer poderiam saber como procurar por Waymar?
Me perdoará por isso, se tiver lido minhas outras teorias, mas mais uma vez, a resposta é Craster. Waymar, Will e Gared passaram pelo menos uma noite na fortaleza de Craster enquanto rastreavam os selvagens saqueadores.
Lorde Mormont disse:
Ben andava à procura de Sor Waymar Royce, que tinha desaparecido com Gared e o jovem Will.
Sim, desses três me lembro. O fidalgo não era mais velho do que um destes cachorros. Orgulhoso demais para dormir debaixo do meu teto, aquele, com seu manto de zibelina e aço negro. Ainda assim, minhas mulheres ficaram de olho grande – olhou de soslaio a mais próxima das mulheres. – Gared disse que iam caçar salteadores. Eu lhe disse que com um comandante assim tão verde era melhor que não os pegassem. Gared não era mau para um corvo.
(ACOK Jon III)
Observa-se aqui que Craster só fala sobre Gared e Waymar, não sobre Will. E Will é um patrulheiro veterano, alguém que Craster provavelmente já conheceria, mas é deixado de fora. Craster lembra Waymar com riqueza de detalhes, concentrando-se em suas roupas finas e boa aparência. Craster se concentrou muito em Waymar, mas quando perguntado sobre para onde os patrulheiros estavam indo quando partiram, Craster responde (ACOK Jon III):
Quando Sor Waymar partiu, para onde se dirigiu?
Craster encolheu os ombros:
Acontece que tenho mais que fazer do que tratar das idas e vindas dos corvos.
Craster não tem coisas melhores para fazer, seus dias giram em torno de ficar bêbado e ser um humano terrível para com suas "esposas". E ele se contradiz, alegando não ter interesse nos patrulheiros ao mesmo tempo que discorre em detalhes sobre Royce. Dado o relacionamento muito próximo de Craster com os Outros (organizando um acordo em que ele dá seus filhos em troca de proteção), esse encontro casual foi o que deu início à cadeia de eventos que levaram à morte de Waymar. Craster viu algo importante em Waymar Royce, algo em que os Outros prestaram muita atenção e agiram de maneira dramática.

A aparência de um Stark

Vamos analisar rapidamente o que Craster poderia ter aprendido. Com suas próprias palavras, ele percebe que Waymar é de alto nascimento. Não é uma informação particularmente valiosa, existem muitos patrulheiros e membros da Patrulha bem nascidos e os Outros não criaram armadilhas individuais para eles até onde sabemos.
Ele poderia ter ficado sabendo que Waymar era da Casa Royce e do Vale. Não há outros homens dos Royces na Patrulha, mas há outro patrulheiro chamado Tim Stone, do Vale. Tim sobrevive à Grande Patrulha e ainda está vivo no final do Festim dos Corvos, então essa parece uma explicação improvável. Talvez ser Royce tenha feito os Outros ficarem atentos. Os Royces tem sangue de Primeiros Homens, uma casa antiga que remonta às brumas da história. Talvez algum tipo de rancor?
Existe algo em seu comportamento? Waymar é altivo e autoconfiante, repele as pessoas com uma atitude de superioridade. Isso aborreceu Craster, mas duvido que os Outros chegariam em força para acalmar um leve aborrecimento do gerente de fábrica de bebês. O quanto eles demonstram interesse em Waymar implica que o que Craster disse a eles foi uma informação suculenta e importante que o atraiu de forma intensa. O que nos resta é a aparência de Waymar (AGOT, Prólogo):
Era um jovem atraente de dezoito anos, olhos cinzentos, elegante e esbelto como uma faca.
Olhos cinzentos, esbeltos, graciosos. Esta é uma descrição que é usada apenas um capítulo depois com um personagem muito famoso (AGOT, Bran I):
Podia-se ver em seus olhos, Stark – os de Jon eram de um cinza tão escuro que pareciam quase negros, mas pouco havia que não vissem. Tinha a mesma idade que Robb, mas os dois não eram parecidos. Jon era esguio e escuro, enquanto Robb era musculoso e claro; este era gracioso e ligeiro; seu meio-irmão, forte e rápido.
Waymar se parece com Jon Snow. Os outros membros conhecidos da Casa Royce que não ficaram grisalhos (Myranda Royce e seus "espessos cachos cor de avelã" e Albar Royce e seus "ferozes suíças negras") têm cabelo preto ou marrom. É lógico que Waymar tambémteria dada a predominância de cabelos escuros nas famílias. A arte oficial dos fundos dos calendários confirma isso, com GRRM aprovando os cabelos pretos de Waymar. Mas Craster não conhece Jon Snow no momento, então por que a comparação importa? A resposta vem da primeira interação de Craster com Jon Snow (ACOK, Jon III):
Quem é este aí? – Craster perguntou, antes que Jon pudesse se afastar. – Tem o ar dos Stark.
É o meu intendente e escudeiro, Jon Snow.
Quer dizer então que é um bastardo? – Craster olhou Jon de cima a baixo. – Se um homem quer se deitar com uma mulher, parece que a devia tomar como esposa. É o que eu faço – enxotou Jon com um gesto. – Bom, corre a cuidar do seu serviço, bastardo, e vê se esse machado está bom e afiado, que não tenho serventia para aço cego.
Craster de relance reconhece Jon corretamente como tendo a aparência de um Stark. Ele não fala isso de novo com mais ninguém que conhece nos capítulos que aparece, ninguém menciona isso depois, é a única vez que Craster diz que alguém se parece com uma família em particular. Ele sabe que aparência os Starks devem ter, e isso é confirmado por outros personagens. Uma de suas características definidoras, mencionadas muitas vezes, são os olhos cinzentos.
Catelyn lembrando Brandon Stark (AGOT, Catelyn VII):
E seu prometido a olhou com os frios olhos cinzentos de um Stark e lhe prometeu poupar a vida do rapaz que a amava.
Jaime Lannister lembrando Ned Stark na época da rebelião (ASOS, Jaime VI):
Lembrou-se de Eddard Stark, percorrendo a cavalo todo o comprimento da sala do trono de Aerys, envolto em silêncio. Só seus olhos tinham falado; olhos de senhor, frios, cinzentos e cheios de julgamento.
Theon lembrando qual deveria ser a aparência de Arya. (ADWD, Fedor II)
Arya tinha os olhos do pai, os olhos cinzentos dos Stark. Uma garota da idade dela podia deixar o cabelo crescer, adicionar uns centímetros à altura, ver os seios aumentarem, mas não podia mudar a cor dos olhos.
Tyrion Lannister reconhece Jon como tendo a aparência Stark também (AGOT, Tyrion II):
O rapaz absorveu tudo aquilo em silêncio. Possuía o rosto dos Stark, mesmo que não tivesse o nome: comprido, solene, reservado, um rosto que nada revelava.
Pelo reconhecimento correto de Craster e dos monólogos internos de Tyrion e Catelyn, parecer um verdadeiro "Stark" significa que você deve ter olhos cinzentos, cabelos castanhos escuros ou pretos e um rosto longo e solene. Waymar Royce tem três destas quatro características. No entanto ele poderia ter todas, se você considerar o rosto de seu pai um indicativo do aspecto do rosto de Waymar (AFFC, Alayne I):
Os últimos a chegar foram os Royce, Lorde Nestor e Bronze Yohn. O Senhor de Pedrarruna era tão alto quanto Cão de Caça. Embora tivesse cabelos grisalhos e rugas no rosto, Lorde Yohn ainda parecia poder quebrar a maior parte dos homens mais novos como se fossem gravetos nas suas enormes mãos nodosas. Seu rosto vincado e solene trouxe de volta todas as memórias de Sansa do tempo que passara em Winterfell.
O mesmo rosto solene que você procuraria em um Stark. Seu rosto até a lembra de Winterfell e, presumivelmente, de seu pai. Acredito que foi isso que Craster viu em Waymar e que ele alertou os Outros a respeito. Ele tinha visto alguém que se parece muito com um Stark, de alto nascimento e jovem. Isso se encaixa em um perfil importante para os Outros, pois eles entram em ação, preparando sua armadilha para Waymar. Infelizmente, Waymar não é um Stark de verdade, mas ele parece próximo o suficiente para enganar Craster e os Outros.

O Royce na Pele de Lobo

No entanto, Craster não está totalmente errado sobre Waymar ser parecido com um Stark. Os Starks e Royces se casaram recentemente. Beron Stark, tetravô de Jon, casou-se com Lorra Royce. E sua neta, Jocelyn Stark, filha de William Stark e Melantha Blackwood, casou-se com Benedict Royce, dos Royces dos Portões da Lua. Via Catelyn descobrimos onde no Vale seus filhos se casaram:
O pai do seu pai não tinha irmãos, mas o pai dele tinha uma irmã que se casou com um filho mais novo de Lorde Raymar Royce, do ramo menor da casa. Eles tiveram três filhas, todas as quais casaram com fidalgos do Vale. Um Waynwood e um Corbray comc erteza. A mais nova... pode ter sido um Templeton, mas...
(ASOS Catelyn V)
Este é o ramo errado da casa Royce, no entanto, suas filhas todas se casaram com outras famílias nobres, tornando possível que o sangue Stark chegasse, através de casamentos políticos, ao ramo principal da família e Waymar. Sabemos muito pouco sobre a árvore genealógica Royce para além dos membros atuais, nem sabemos o nome ou a casa da esposa de Yohn Royce.
No meu vídeo The Wild Wolves: The Children of Brandon Stark , proponho que Waymar seja realmente um bastardo secreto dos Stark na casa Royce. Há uma quantidade razoável de conexões entre o Lobo Selvagem e Waymar, particularmente sua coragem e sua busca por aventura. Se essa teoria fosse verdadeira, fortaleceria o raciocínio por trás do ataque dos Outros a Waymar, pois ele pode ser um Stark em tudo menos no nome. Você pode imaginar que, enquanto Waymar, Will e Gared estavam andando pela Floresta Assombrada, os Outros seguiam silenciosamente, inspecionando Waymar de longe e ficando excitados por terem encontrado quem procuravam. Talvez eles pudessem sentir o cheiro do sangue do lobo nele.
É minha conclusão que Waymar Royce foi morto pelos Outros por engano, devido às informações incorretas de seu batedor de reconhecimento Stark (Craster). Waymar foi morto por não ser o cara certo. Mas a partir da armadilha e da situação que os Outros criaram, podemos descobrir quem eles esperavam encontrar.

O teste e o ritual

Primeiro, eles montam uma armadilha elaborada usando criaturas para enganar os patrulheiros. A partir disso, podemos concluir que eles esperavam que seu alvo fosse muito cauteloso e inteligente. Caso contrário, eles poderiam simplesmente encontrá-los à noite e se esgueirar para matar. Eles acreditavam que precisavam prender os Stark que estavam caçando.
Segundo, o número de Outros que aparecem. Seis outros aparecem, uma grande quantidade deles para uma disputa que ser espadachins aparentemente experientes. Mais tarde na história, os Outros apenas enviam um para matar pelo menos três membros da Patrulha da Noite, mas Sam o mata com uma adaga de obsidiana. Para Waymar, eles enviam seis. Se você quer alguém para assistir ao duelo, você envia um ou dois extras. Outros cinco implicam que a pessoa que você duelará terá muito sucesso. Você está prevendo que essa pessoa provavelmente matará vários Outros antes que a luta termine. Eles o temem e o respeitam. No entanto, eles descobrem que essas suposições não são verdadeiras. Primeiro, eles verificam a espada de Waymar quando ele a levanta, quase que temendo-a.
Sor Waymar enfrentou o inimigo com bravura.
Neste caso, dance comigo.
Ergueu a espada bem alto, acima da cabeça, desafiador. As mãos tremiam com o peso da arma, ou talvez devido ao frio. Mas naquele momento, pensou Will, Sor Waymar já não era um rapaz, e sim um homem da Patrulha da Noite. O Outro parou. Will viu seus olhos, azuis, mais profundos e mais azuis do que quaisquer olhos humanos, de um azul que queimava como gelo. Will fixou-se na espada que estremecia, erguida, e observou o luar que corria, frio, ao longo do metal. Durante um segundo, atreveu-se a ter esperança.
Quando estão certos de que a espada não está prestes a explodir em chamas como Luminífera, eles seguem em frente e testam suas habilidades com a lâmina.
Então, o golpe de Royce chegou um pouco tarde demais. A espada cristalina trespassou a cota de malha por baixo de seu braço. O jovem senhor gritou de dor. Sangue surgiu por entre os aros, jorrando no ar frio, e as gotas pareciam vermelhas como fogo onde tocavam a neve. Os dedos de Sor Waymar tocaram o flanco. Sua luva de pele de toupeira veio empapada de vermelho.
O Outro disse qualquer coisa numa língua que Will não conhecia; sua voz era como o quebrar do gelo num lago de inverno, e as palavras, escarnecedoras.
(AGOT, Prólogo):
O Outro acerta um golpe, e você quase pode dizer o que ele está dizendo. "Esse cara não deveria ser um lutador incrível?" Então eles executam outro teste
Quando as lâminas se tocaram, o aço despedaçou-se.
Um grito ecoou pela noite da floresta, e a espada quebrou-se numa centena de pedaços, espalhando os estilhaços como uma chuva de agulhas. Royce caiu de joelhos, guinchando, e cobriu os olhos. Sangue jorrou-lhe por entre os dedos.
Os observadores aproximaram-se uns dos outros, como que em resposta a um sinal. Espadas ergueram-se e caíram, tudo num silêncio mortal.
Era um assassinato frio. As lâminas pálidas atravessaram a cota de malha como se fosse seda. Will fechou os olhos. Muito abaixo, ouviu as vozes e os risos, aguçados como pingentes.
(AGOT, Prólogo)
O sinal da morte de Waymar é que sua espada se quebra no frio. Eles esperam que Waymar tenha uma espada que resista a seus ataques frios, pelo menos de aço valiriano. Quando sua espada não o resiste, eles estão convencidos de que Waymar não é quem eles querem e o matam.
Vale a pena prestar muita atenção em quão estranhos esses comportamentos são baseados em como os Outros atacam, como evidenciado mais adiante na história. Em seu ataque ao Punho dos Primeiros Homens, não há Outros à vista, eles usam exclusivamente criaturas. Da mesma forma, eles usam criaturas para expulsar Sam e Gilly do motim na fortaleza de Craster. Quando Sam mata um com sua adaga de obsidiana, apenas um Outro considera uma luta fácil encarar três homens da Patrulha da Noite. Na tentativa de matar Jeor Mormont e Jeremy Rykker, esta missão é dada a duas criaturas sozinhas.
Eles operam como fantasmas, matando nas sombras em sua camuflagem gelada e deixando seus fantoches fazerem seu trabalho sujo. Mas aqui eles abandonam totalmente seu comportamento furtivo. Isso implica que isso foi incrivelmente importante para eles, e a organização parece um ritual ou cerimônia de algum tipo.
Há mais uma coisa em que os Outros têm seus olhos treinados. Depois que Waymar recebe seu ferimento, seu sangue começa a escorrer para a luva e depois sangra abertamente do lado dele. O que está acontecendo até agora pode ser apenas um caso de identificação incorreta de Stark por Craster. Esse detalhe, no entanto, nos dá uma imagem muito diferente. Isso nos diz que eles estão procurando Jon Snow sem saber o nome dele. Deixe-me explicar.
No final de A Dança dos Dragões, Jon é morto por seus irmãos da Patrulha da Noite e sente o frio da morte sobre ele. No programa de TV, Jon é ressuscitado por Melisandre praticamente a mesma pessoa que ele era, com algumas cicatrizes retorcidas. O mesmo vale para Beric Dondarrion, cujos próprios retornos da morte servem como preparação para Jon. Em uma entrevista à Time Magazine, George conta uma história muito diferente sobre como o corpo de Beric funciona.
[…] o pobre Beric Dondarrion, que serviu de prenúncio [foreshadowing] de tudo isso, toda vez que ele é um pouco menos Beric. Suas memórias estão desaparecendo, ele tem todas aquelas cicatrizes, está se tornando cada vez mais hediondo, porque ele não é mais um ser humano vivo. Seu coração não está batendo, seu sangue não está fluindo em suas veias, ele é uma criatura [wight], mas uma criatura animado pelo fogo, e não pelo gelo, e agora estamos voltando a toda essa coisa de fogo e gelo.
Isso é parecido com o que o personagem conhecido como Mãos-Frias diz a Bran, que tem isso a dizer sobre sua própria versão dos mortos-vivos e como seu corpo se saiu.
O cavaleiro olhou as mãos, como se nunca as tivesse notado antes.
Assim que o coração para de bater, o sangue do homem corre para as extremidades, onde engrossa e congela. – Sua voz falhava na garganta, tão fina e fraca como ele. – As mãos e os pés incham e ficam negros como chouriço. O resto dele torna-se branco como leite.
(ADWD, Bran I)
O que estão nos mostrando é que, após a ressurreição, os corpos dessas pessoas estão sendo mantidos em um estado de animação suspensa. Eles não bombeiam mais sangue, raramente precisam de comida ou sono, podem até não envelhecer. Quando o sangue bombeia quente do flanco de Waymar, os Outros podem ver que ele não está morto-vivo, como Jon provavelmente estará nos próximos livros.
Some todos esses indícios. Eles estavam procurando por uma espada que fosse resistente à sua magia, certamente aço valiriano como a espada Garralonga que Jon Snow empunha. Eles querem um jovem de cabelos escuros, longos traços faciais e olhos cinzentos de um Stark. Novamente um sinal fúnebre para Jon Snow. Eles querem alguém cujo sangue não flua mais quente. Isso nos dá um indício de que, no futuro, Jon estará sendo procurado por ele; passada sua morte e ressurreição na Muralha.

Um destino escrito em gelo e fogo

Como poderia ser assim? Como os Outros poderiam saber quem é Jon, como ele é e por que ele é importante para eles? A chave para o mistério é o fato de que os Outros foram feitos pelos Filhos da Floresta, e toda a linguagem simbólica e descritiva ao seu redor indica que eles vêm e extraem poderes dos Bosques. E sabemos o que isso significa: visão verde e sonhos verdes. Ou visão de gelo. Semelhante ao que vemos em personagens como Bran, Jojen, Melisandre, Cara-Malhada e muito mais. Acesso a um mundo de sonhos sem tempo com características altamente simbólicas. Como exemplo, é assim que Jojen interpreta Bran em seus sonhos.
Os olhos de Jojen eram da cor do musgo, e às vezes, quando se fixavam, pareciam estar vendo alguma outra coisa. Como acontecia agora.
Sonhei com um lobo alado preso à terra por correntes de pedra cinza – ele disse. – Era um sonho verde, por isso soube que era verdade. Um corvo estava tentando quebrar suas correntes com bicadas, mas a pedra era dura demais, e seu bico só conseguia arrancar lascas.
(ACOK, Bran IV)
A natureza incerta do mundo dos sonhos verdes torna perfeitamente compreensível como os Outros poderiam confundir Waymar com Jon. Eles podem tê-lo visto apenas em flashes, seu rosto obscurecido, seu nome desconhecido, seu período exato incerto. Lembre-se de quantos problemas os Targaryens, valirians, Melisandre e muitos outros tentaram adivinhar quando o Príncipe prometido chegaria, interpretando a estrela que sangrava e o nascimento em meio a sal e fumaça "criativamente" ao longo de sua história. Os Outros podem estar fazendo a mesma coisa com quem vêem no futuro, e há um sonho em particular que pode aterrorizá-los. O sonho de Jon.
Flechas incendiárias assobiaram para cima, arrastando línguas de fogo. Irmãos espantalhos caíram, seus mantos negros em chamas. Snow, uma águia gritou, enquanto inimigos escalavam o gelo como aranhas. Jon estava com uma armadura de gelo negro, mas sua lâmina queimava vermelha em seu punho. Conforme os mortos chegavam ao topo da Muralha, ele os enviava para baixo, para morrer novamente. Matou um ancião e um garoto imberbe, um gigante, um homem magro com dentes afiados, uma garota com grossos cabelos vermelhos. Tarde demais, reconheceu Ygritte. Ela se foi tão rápido quanto aparecera.
O mundo se dissolveu em uma névoa vermelha. Jon esfaqueava, fatiava e cortava. Atingiu Donal Noye e tirou as vísceras de Dick Surdo Follard. Qhorin Meia-Mão caiu de joelhos, tentando, em vão, estancar o fluxo de sangue do pescoço.
Sou o Senhor de Winterfell – Jon gritou. Robb estava diante dele agora, o cabelo molhado com neve derretida. Garralonga cortou sua cabeça fora.
(ADWD, Jon XII)
Jon vestido com uma armadura de gelo empunhando uma espada flamejante, lutando sozinho contra as hordas de mortos-vivos, matando repetidas vezes sua própria família, entes queridos e irmãos. Essa pessoa seria sem dúvida um problema para os Outros. Ou eles podem ter visto a visão igualmente aterrorizante de Melisandre sobre Jon.
As chamas crepitavam suavemente, e em seu crepitar ela ouviu uma voz sussurrando o nome de Jon Snow. Seu rosto comprido flutuou diante dela, delineado em chamas vermelhas e laranja, aparecendo e desaparecendo novamente, meio escondido atrás de uma cortina esvoaçante. Primeiro ele era um homem, depois um lobo, no fim um homem novamente. Mas as caveiras estavam ali também, as caveiras estavam todas ao redor dele.
(ADWD, Melisandre I)
Jon e Waymar também incorporam traços clássicos do Último Herói, a pessoa que de alguma forma terminou a Longa Noite. Waymar até parece animado quando percebe que os invasores podem ter sido mortos pelos Outros. Conforme a Velha Ama,
[…] o último herói decidiu procurar os filhos da floresta, na esperança de que sua antiga magia pudesse reconquistar aquilo que os exércitos dos homens tinham perdido. Partiu para as terras mortas com uma espada, um cavalo, um cão e uma dúzia de companheiros. Procurou durante anos, até perder a esperança de chegar algum dia a encontrar os filhos da floresta em suas cidades secretas. Um por um os amigos morreram, e também o cavalo, e por fim até o cão, e sua espada congelou tanto que a lâmina se quebrou quando tentou usá-la. E os Outros cheiraram nele o sangue quente e seguiram-lhe o rastro em silêncio, perseguindo-o com matilhas de aranhas brancas, grandes como cães de caça…
(AGOT, Bran IV)
A missão Outros pode ser tão simples quanto garantir que o Último Herói nunca chegue aos Filhos da Floresta novamente, que não haverá salvação para os homens desta vez. Eles também cercaram a caverna de Corvo de Sangue, talvez como mais uma defesa contra o Herói que se aproximava deles. Enquanto os humanos consideram o Último Herói como uma lenda de grandes realizações, para os Outros ele seria o Grande Outro, a versão deles do Rei da Noite. Um demônio que acabou com suas ambições, um monstro com uma espada que os destrói com um toque e é incansável, destemido. Faz sentido que, se pensassem que haviam encontrado essa pessoa, eles trariam um grande número de si mesmos para o duelo. É o medo que os fez ser tão cautelosos com Waymar. Medo de terem encontrado seu verdadeiro inimigo mais uma vez. O demônio da estrela que sangra, um monstro feito de fumaça e sal com uma espada flamejante.
E a pergunta permanece: quando eles finalmente encontrarem essa pessoa, o que farão com ela? Vimos alguém falhar nos testes, que teve uma morte rápida e brutal. E se ocorrer um sucesso? Eles vão matá-lo de novo? Manterão Jon refém? Irão convertê-lo em seu novo rei do inverno? Desfilarão seu corpo eterno na frente de seus exércitos? Ainda podemos descobrir quando os Ventos do Inverno soprarem e o lobo branco finalmente uive.
TL;DR - Waymar foi morto porque Craster o achou muito parecido com um jovem e bem nascido patrulheiro Stark, um perfil que combina com Jon Snow. Os Outros podem até estar procurando especificamente Jon Snow por visões ou sonhos verdes com o mesmo empenho com que o mundo dos vivos está procurando por Azor Ahai e o Príncipe Prometido.
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2020.07.23 10:54 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt5 POR

Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt5 POR
Não há melhor maneira de estudar Português para a primeira fase do CACD que resolver questões do Cespe. Para isso, sugiro criar um cadastro (há opção gratuita, embora limitada) no site http://www.questoesdeconcursos.com.br, ou buscar no banco de provas de concursos disponível no site http://www.cespe.unb.br. A justificativa para isso é que o Cespe cobra regras gramaticais diversas, que se encontram dispersas em diversas gramáticas (regras que, às vezes, contrariam o que algumas gramáticas dizem, mesmo as mais conceituadas). Com o tempo, dá para perceber certo padrão nos itens de gramática e de interpretação. Atenç~o especial para as regras “especiais” do Cespe em relação, por exemplo, a colocação pronominal (muito mais flexível, na primeira etapa, do que as gramáticas tradicionais propõem). Fazendo as provas, você perceberá que há uma incidência frequente de questões envolvendo: as orações subordinadas adjetivas, algumas expressões de erro frequente (“conquanto”, “posto que”, “porquanto”, “na medida em que”, “{ medida que”), o uso do acento grave (atenção especial para casos facultativos), as funções dos pronomes (oblíquos, relativos etc.), as funções das partículas “SE” e “QUE”. Atenção especial a esses temas mais recorrentes.
- Cespe: Português com Gabarito (Decio Sena): recebi a recomendação, mas não conheço.
Seguem algumas indicações de gramáticas:
- Nova Gramática do Português Contemporâneo (Celso Cunha): é uma das mais importantes e mais recomendadas obras de Gramática para a prova de Português do CACD. Para falar a verdade, não li quase nada, e não acredito que a parca leitura tenha ajudado de maneira significativa. Para a primeira fase, com relação a Gramáticas, eu destacaria a utilidade de estudar, principalmente, os temas: regras de pontuação20; processos de formação de palavras; figuras de linguagem (somente as principais; não costuma cair muito). Se você está enferrujado em Português e mal se lembra de classificação sintática, então, infelizmente, não há escapatória, e a leitura dos itens mais importantes da gramática é essencial (não precisa ler conjugação verbal e essas coisas mais idiotas também; confira, nas provas anteriores, quais temáticas de gramática já foram exigidas). Atenção: como dito acima, a colocação pronominal cobrada na primeira fase do concurso21 não é tão rígida quanto o conjunto de regras descrito nas gramáticas tradicionais.
- Moderna Gramática Portuguesa (Evanildo Bechara): outra gramática que já me foi recomendada, mas não tive contato com ela. De qualquer modo, acredito tratar-se de boa opção também.
Minha opinião sobre gramáticas: são muito boas se você não se lembra de muita coisa do que aprendeu na escola, para relembrar conceitos mais centrais (adjuntos, tipos de orações, objetos etc.), mas não fique só nisso. Repito: para a prova de Português da primeira fase, uma vez que você já dispuser dos conhecimentos básicos da matéria (o que uma leitura de uma gramática pode prover, da mesma maneira que a leitura de guias mais simplificados de gramática também pode ajudar – possível opção são as gramáticas simplificadas para concursos que há por aí, como a de Nilson Teixeira de Almeida), o que mais importa é treino. Há certo padrão de questões que o Cespe gosta de fazer. Depois de resolver muitas provas, chega um ponto em que você, só olhando o item, sem ler o texto, já sabe qual a resposta, por já conhecer o estilo de questão do Cespe.
Novo Acordo Ortográfico: Até 2011, o Cespe não cobrou a nova ortografia dos candidatos do CACD (nem na primeira fase nem na segunda). De todo modo, não há tanta mudança relevante para o concurso. O que se dizia no cursinho, com relação à nova ortografia na segunda fase, é: tudo bem que a ortografia velha ainda vale, mas, considerando que você vai fazer uma prova em que metade da avaliação é subjetiva, será que perceber que você não sabe a ortografia nova não pode contar como ponto negativo? Isso ninguém pode afirmar, às vezes nem mesmo os corretores percebem isso. Eu, mesmo, se leio uma notícia de jornal e vejo uma "idéia" acentuada, já fico meio receoso. Além disso, são tão poucas palavras que você pode usar da ortografia nova na segunda fase que não fica tão difícil assim. Ninguém vai conjugar verbos ou usar palavras cujo acento caiu (coo, veem, leem, enjoo, voo), ninguém vai abusar das palavras com hífen e todo mundo sabe as palavras mais básicas que podem vir a ser usadas (como ideia, europeia, infraestrutura...). No fim das contas, acho que a nova ortografia é o menor dos obstáculos da segunda fase. Se você sabe hífen direito, é só não usar. Por fim, como todo mundo sabe, as regras de redação da segunda fase não são necessárias para a terceira. Logo, na terceira, você pode pôr hífen onde não tem e misturar as duas ortografias, porque acho pouco provável que o corretor saiba também. Com relação à primeira fase, não sei como ficar após 2012. De todo modo, acho que n~o é a cara do Cespe cobrar um item como “a palavra ‘antiinflacionrio’ est escrita em desacordo com a nova ortografia da Língua Portuguesa”. Além disso, o alarde foi tão grande sobre o novo acordo, mas não entendo o motivo. Nem mesmo as regras mais gerais de hífen são tão difíceis de aprender. É óbvio que há as exceções, mas acho que as chances de perguntarem se “pé-de-meia” tem ou não o hífen não são muito grandes. Acho que muitas pessoas já criaram um bloqueio natural, algo como “esse novo acordo é muito difícil, n~o vou nem perder tempo, tentando aprender”, o que só piora as coisas. H diversos guias simplificados da nova ortografia na Internet. Uma alternativa é a página do Michaelis: http://michaelis.uol.com.bnovaortografia.php
20 Atenção para algumas regras que não usamos comumente, como a regra de uso (facultativo para a primeira fase, obrigatório para a segunda) de vírgula antes de orações subordinadas adverbiais reduzidas; para a segunda fase, cuidado com as vírgulas supostamente facultativas: um conselho (apenas para a segunda fase) é que, se há previsão possível de vírgula (ainda que facultativa), não a omita, senão você poderá ser penalizado por isso.
21 Tive um professor que dizia que as mesmas regras “mais frouxas” válidas para a primeira fase (quanto à colocação
pronominal) continuam válidas para a segunda fase, mas meus professores de Redação sempre cobraram a colocação pronominal prevista nas gramáticas. Assim, preferi não arriscar e observei as regras gramaticais tradicionais.
- Dicas da Dad e Mais Dicas da Dad (Dad Squarisi): não conheço os livros, mas incluo aqui apenas porque já vi recomendações de alguns aprovados há certo tempo.

>> SEGUNDA FASE

- Dicionário Houaiss: é recomendado pelos professores de Redação para os recursos à correção da segunda fase referentes a impropriedade vocabular.
- “Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa”: disponível no site da Academia Brasileira de Letras, em http://www.academia.org.babl/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=23
- Nova Gramática do Português Contemporâneo (Celso Cunha): atenção especial às temáticas mais erradas pelos candidatos na segunda fase: colocação pronominal, regência e uso da vírgula (com a ressalva de, nos casos em que se diz que o uso é facultativo, como adjuntos adverbiais de pequeno corpo, considerar o uso obrigatório).
- Comunicação em Prosa Moderna (Othon Moacyr Garcia): muito bom. Confesso que me surpreendi com o livro, uma vez que não esperava que fosse gostar muito de uma obra de linguística. É de leitura tranquila e possui várias informações úteis e interessantes. Ótima leitura inicial, recomendo fortemente. Est disponível para download no “REL UnB”.
Até 2010, havia, no Guia de Estudos, a indicação de leituras obrigatórias para a segunda fase. Já foram cobrados diversos autores tradicionais brasileiros, como Gilberto Freyre, Machado de Assis, Darcy Ribeiro, Sérgio Buarque de Holanda, Celso Furtado, Caio Prado Jr., Graciliano Ramos, entre outros. Mesmo quando havia tal indicação, duvido da utilidade prática da leitura das obras desses autores. Em primeiro lugar, alguns deles são muito grandes (como o Casa-Grande & Senzala, de Gilberto Freyre), e tempo é algo muito escasso na preparação para o concurso. Em segundo lugar, essa não é uma prova de leitura de texto de colégio. Não há perguntas sobre o enredo ou coisa parecida. Quando esses autores são cobrados na segunda fase, exige-se, apenas, a interpretação de trechos da obra, o que pode ser feito com base no pensamento geral do autor. Em terceiro lugar, nos cursinhos para a segunda fase, os professores tratam de todos esses livros e das principais ideias desses autores, o que é mais do que suficiente (nas últimas provas do concurso, todas as questões de interpretação poderiam ser adequadamente respondidas apenas com base na leitura dos excertos selecionados pela banca e nos conhecimentos transmitidos em sala de aula, nos cursinhos preparatórios). Para coroar a inutilidade de ler essas obras, o Guia de Estudos de 2011 suprimiu toda e qualquer referência a bibliografias obrigatórias. Fui para a segunda fase, sem haver lido sequer um livro dessa antiga bibliografia obrigatória. Acredito que foi ótima estratégia e não me senti nem um pouco prejudicado por não havê-los lido. Li apenas os dois volumes de Lourenço Dantas Mota e os três volumes de Samira Yousseff Campedelli, descritos a seguir (além das partes do Manual do Candidato: História do Brasil descritas abaixo e das apostilas de Literatura de ensino médio do Anglo). Como não tem caído Literatura diretamente, acho que qualquer bom livro conciso de ensino médio pode resolver. Atenção: só cai Literatura brasileira. Pule as partes de Literatura portuguesa.
- Introdução ao Brasil: um Banquete nos Trópicos – 2 volumes (Lourenço Dantas Mota): o livro refere-se à formação histórica brasileira, tratando de vários temas, como sociedade, cultura, economia, instituições, política, colonização, patrimonialismo, escravidão etc. O formato da obra é uma compilação de resenhas de obras clássicas da literatura brasileira. Os Sertões, Casa-Grande & Senzala, Raízes do Brasil, Visão do Paraíso, Formação Econômica do Brasil, Formação do Brasil Contemporâneo são algumas das resenhas de obras reunidas nos dois volumes da obra. A importância da obra de Lourenço Dantas Mota reside no fato de que, para os anos em que houve indicação, no Guia de Estudos, de obras de leitura obrigatória para a segunda fase, a grande maioria desses livros está incluída no Introdução ao Brasil. Ainda que não haja, atualmente, indicação de bibliografia, acredito ser boa fonte de conhecimento sobre essas obras, que podem ser cobradas na prova, direta ou indiretamente. Ainda que seja velho o argumento de que ler a obra é muito melhor que ler um resumo ou uma resenha, sabemos muito bem que, na preparação para o concurso, não temos tempo de sobra, para gastar com a leitura de dezenas de livros (ainda mais agora, sem indicação de bibliografia obrigatória). Além disso, os resumos são muito bons, então são mais que bem-vindos. Alguns capítulos estão disponíveis para download no “REL UnB”. Vale lembrar que não é necessário ler todos os capítulos dos dois livros. Destaco os capítulos:
· Volume 1: “Os Sertões”, “Casa-Grande & Senzala”, “Raízes do Brasil", “Formaç~o do Brasil Contempor}neo”, “Formaç~o Econômica do Brasil” e “Formaç~o da Literatura Brasileira”.
· Volume 2: “Vis~o do Paraíso”, “O Abolicionismo”, “Minha Formaç~o”, “Sobrados e Mucambos”, “Os Índios e a Civilizaç~o”.
- Literatura, História e Texto – 3 volumes (Samira Yousseff Campedelli): é um livro de Ensino Médio, mas foi muito bem recomendado pela professora Adriana Campiti, que dá aula em um cursinho preparatório para a segunda fase do CACD. Preferi as apostilas de Literatura do Anglo a esses livros, embora eles não sejam ruins (mas achei as apostilas mais completas). Os livros da Samira Campedelli podem ser facilmente encontrados em sebos (comprei na Estante Virtual, por R$10 cada). Ler com ênfase na Literatura brasileira (Literatura portuguesa não é objeto do concurso). Para o CACD, os volumes 2 e 3 são os mais interessantes. De todo modo, seguem minhas sugestões de leituras de todos os três volumes.
· Volume 1: ler apenas os capítulos 9 a 12;
· Volume 2: ler todos os capítulos, exceto o 2 e o 5 (sobre Literatura portuguesa);
· Volume 3: ler todos os capítulos, exceto o 3 (também sobre Literatura portuguesa).
- Iniciação à Literatura Brasileira (Antonio Candido): o conhecimento de Literatura, além de ser, às vezes, cobrado na primeira fase, pode ser útil tanto para as interpretações/análises/comentários quanto para o enriquecimento da dissertação na segunda fase. De qualquer maneira, se você tiver algum material mais resumido e mais prático de Literatura do Ensino Médio, acredito ser, também, boa opção. Não se esqueça, também, de que a Literatura brasileira pode ser exigida na prova de História do Brasil, nos tópicos “Sociedade e Cultura”. Uma questão da prova da terceira fase de 2006, por exemplo, pedia que se discorresse sobre as ideias que inspiraram o Movimento Modernista e sobre as principais contribuições de escritores brasileiros ao projeto modernista de 1922 a 1945. Minha recomendação seria, portanto, não deixar a Literatura de lado, mas sem se preocupar excessivamente (deixe para se preocupar mais com ela após a primeira fase do concurso). Uma leitura rápida dos aspectos gerais da Literatura brasileira, com atenção especial para determinados temas mais importantes, como Romantismo e Modernismo, deve ser suficiente. O livro de Antonio Candido, segundo recomendações que li e recebi, pode ser útil. A Editora da USP lançou, também, o Iniciação à Literatura Brasileira: Resumo para Principiantes, que está disponível para download no “REL UnB”.
- Leituras Brasileiras (Maria Veloso Motta Santos e Maria Angélica Madeira): já me disseram que é recomendável, mas não conheço.
- Manual do Candidato: História do Brasil (Flávio de Campos e Miriam Dolhnikoff): os capítulos “Sociedade e Cultura” (cap. 4 da Unidade I e cap. 4 da Unidade II), sobre as manifestações culturais no Império e na República Velha, podem ser úteis para a segunda fase, fornecendo importantes argumentos literários para a dissertação. Os capítulos são bem curtos e simples (obviamente, não são completos, mas possuem bastante informação útil e podem render boas anotações).
- Manual do Candidato: Português (Francisco Platão Savioli e José Luiz Fiorin): não li, mas me parece ser mais útil (ou melhor, menos inútil) que o livro do Evanildo Bechara (descrito abaixo). O manual não é de Gramática, mas sim de Redação (é por isso que está, aqui, como recomendação para a segunda fase, não para a primeira). Não li, por achar desnecessário e dispensável. Acredito que há coisas mais úteis e práticas para estudadar do que esse manual.
- Estudo da Língua Portuguesa: textos de apoio (Evanildo Bechara): já ouvi comentários a respeito, mas não li, por duvidar da utilidade prática da obra para o CACD. Além de ser uma obra extensa, não acredito que seja muito produtiva para os estudos.
- Machado de Assis: Ficção e História (João Gledson): recebi recomendações, mas não li. Sem indicação de leituras obrigatórias, não sei se é tão útil perder muito tempo com temas mais específicos, como detalhes da obra machadiana. Acho que livros mais genéricos (como os de ensino médio indicados acima) podem suprir essa necessidade.

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2020.07.23 10:46 diplohora Bruno Rezende : meus estudos para o CACD Parte IV - SUGESTÕES DE LEITURAS pt3

ESPANHOL
Para todos os idiomas, recebi boas recomendações do site http://uz-translations.net/.
Para dicionários de Espanhol-Espanhol, já recebi boas recomendações do Diccionario de la Lengua Española (Real Academía de La Lengua Española). O Diccionario Salamanca de la Lengua Española e o Señas: Diccionario para la Enseñanza de la Lengua Española para Brasileños também são recomendados. Na internet, consulte: http://buscon.rae.es/draeI/. Para Espanhol- Português, acho que qualquer um deve valer. Na internet, o Michaelis pode ajudar (http://michaelis.uol.com.b).
Um professor recomendou-me o livro Temas de Gramática del Español como Lengua Extranjera, de Dorotea Inés Lieberman (Ed. Eudeba), só não sei se está disponível para venda no Brasil. O último Guia de Estudos que trouxe indicação de Gramáticas recomendadas para o estudo de Espanhol foi o de 2007, que sugeria:
GONZÁLEZ HERMOSO, Alfredo. Conjugar es fácil en español de España y América. Madrid, Edelsa, 1997.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Esbozo de una nueva gramática de la lengua española. Madrid, Espasa- Calpe, 1996.
REAL ACADEMIA ESPAÑOLA. Ortografía de la lengua española. Edición revisada por las Academias de la Lengua. Madrid, Espasa-Calpe, 1996.
SECO, Manuel. Gramática esencial del español: introducción al estudio de la lengua. Madrid, Espasa- Calpe, 2001.
SILVA, Cecilia Fonseca da. Los falsos amigos en español y portugués: interferencias léxicas. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2003.
& SILVA, Luz María Pires da. Español a través de textos: estudio contrastivo para brasileños. Rio de Janeiro, Ao Livro Técnico, 2001.
Confira, também, o site:
http://conjugador.reverso.net/conjugacion-espanol.html - para conjugação de verbos em Espanhol
Para a leitura de periódicos em Espanhol, são recomendados, por exemplo: El País (www.elpais.es), El Mundo (www.elmundo.es), La Nación (www.lanacion.com.ar) e Clarín (www.clarin.com).
FRANCÊS
Para todos os idiomas, recebi boas recomendações do site http://uz-translations.net/.
Para dicionários Francês-Francês, são recomendáveis: Le Petit Robert, Le Micro Robert e Le Petit Larousse. Na internet, consulte: . Para dicionários Francês-Português, acredito que sirvam os dicionários da Larousse, da Ática, da Michaelis e da Editora Globo. Na internet, o site da Michaelis também pode ser útil (htt)p://michaelis.uol.com.b).)
Todos os professores de Francês de que já ouvi recomendações sugerem a Grammaire Progressive du Français, disponível nos níveis Iniciante, Intermediário e Avançado. Todos os três estão disponíveis para download no “REL UnB”. A Nouvelle Grammaire Française, de Jenepin Delatour, é também recomendada.
Confira, também, os sites:
http://www.educaserve.com/index.php - 204 lições on-line gratuitas http://francoclic.mec.gov.b - disponibiliza o método “Reflets” on-line, além de vários
outros recursos relacionados à língua francesa.
http://www.leconjugueur.com/ - para conjugação de verbos em Francês
http://lepointdufle.net/ - diversos links de cursos gratuitos, de dicionários de diversos tipos e de gramáticas. Há, também, diversas referências de cultura francesa (arte, teatro, música, cinema, literatura etc.).
http://www.francaisfacile.com/ http://www.revistafrancesa.com http://linguafrancesa.wordpress.com/ http://cursodefrancesonline.blogspot.com/ http://cursofrancesgratis.blogspot.com/
Para a leitura de periódicos em Francês, são recomendados, por exemplo: Le Monde www.lemonde.fr, Libération www.liberation.fr, Le Figaro http://www.lefigaro.fr, L´Express www.lexpress.fr, Le Nouvel Observateur www.nouvelobs.com e Le Monde diplomatique www.monde-diplomatique.fr.
GEOGRAFIA
Alguns dizem que, para ir bem em Geografia, na primeira fase, basta saber três coisas: “a África est urbanizando, a indústria est desconcentrando e o Nordeste est ‘bombando’”. Obviamente, n~o é tão simples assim, mas, de todo modo, são três tópicos bastante recorrentes (além de Geografia física, ocasionalmente). Como Geografia é a matéria de menor peso na primeira fase, muitos não dão muito valor. Sugiro, entretanto, uma leitura, ainda que rápida, de alguns pontos principais (urbanização, desconcentração industrial, Geografia física). Como você verá a seguir, sugiro três livros (com a possível exclusão de um deles) como basilares para a prova de Geografia da primeira fase. É um pouco difícil dizer se determinada leitura é suficiente ou não, especialmente para uma prova como o CACD. De qualquer forma, acredito que, com essas obras, o candidato tem boas chances de ir bem na primeira fase. Para a terceira fase, não sei o que recomendar. A prova de 2011 foi meio louca, tive de juntar conhecimentos aleatórios com um toque de enrolação. Se fosse fazer o concurso novamente, não sei se perderia muito tempo estudando outra obra de Geografia, como alguma do Milton Santos, na esperança de acertar qual será a loucura da banca no próximo ano.
- Manual do Candidato: Geografia (Bertha Becker): o mais útil da obra é que ela segue a mesma divisão de conteúdos prevista no Guia de Estudos de Geografia. Isso ajuda tanto a controlar quais aspectos você já estudou e quais ainda faltam quanto a buscar esse Manual, diante da falta de determinados conteúdos em outras bibliografias, para complementar seus estudos. Uma raridade entre os manuais (possivelmente, pelo fato de o nível de cobrança de Geografia não ser tão elevado quanto o de outras disciplinas), o manual é, em geral, bastante completo. Não diria que ele é suficiente, mas é quase (a parte de “Macrodivis~o natural do espaço brasileiro”, especialmente, é muito fraca e incompleta). Eu arriscaria dizer que o Manual do Candidato: Geografia da Bertha Becker e os outros dois livros a seguir (com a possível exclusão do Oliva e Giansanti, não tão indispensável assim, embora importante em alguns aspectos) formam a trilogia sagrada para a primeira fase. Para a terceira, de uma maneira geral, uma coisa ou outra escapa ao conteúdo dessas obras, mas nada que você n~o possa completar com um “miltonsantês” aqui e uma “enrolaç~o” ali. O problema mais importante é que ficar apenas com o “mais geral” n~o é mais suficiente, e passa a ser fundamental, nos estudos para a terceira fase, consolidar e aprofundar conhecimentos. Aí, ler apenas essas obras não será, de maneira nenhuma, suficiente. Sugiro procurar artigos variados na Internet, dados disponíveis nos sites dos Ministérios (principalmente MMA e MAPA), do IBGE etc. Ler as melhores respostas dos Guias de Estudos dos últimos CACDs também pode ser (assim como para todas as demais matérias da terceira fase) importante fonte de tópicos a serem pesquisados (cuidado, apenas, para não tomar aquelas respostas como perfeitas; mesmo respostas com nota máxima possuem, às vezes, alguns erros; use-as como um panorama geral e como uma seleção de determinados tópicos e dados relevantes, aprofundando seus conhecimentos com leituras adicionais).
Obs.: cuidado, pois há outra edição mais antiga do manual, da Regina Célia Araújo (não cheguei a ter contato com esse mais antigo, mas já ouvi bons e maus comentários a respeito).
- Projeto de Ensino de Geografia - Geografia do Brasil (Demétrio Magnoli): é de Ensino Médio, mas cobre boa parte do que você precisa saber de Geografia do Brasil para o concurso. Bastante importante. Acho que não está mais sendo editado, mas pode ser encontrado em sebos. O Geografia para Ensino Médio, também do Magnoli, pode substituí-lo.
- Temas da Geografia do Brasil (Oliva e Giansanti): complementa o anterior. Recomendo leitura seletiva dessa obra (com maior atenção para a seção 5 – Os Sistemas Naturais e o Espaço Geográfico do Brasil; as outras seções também têm uma coisa ou outra mais importante, talvez valha a pena uma leitura rápida, fazendo anotações pontuais). Apenas cuidado (e isso vale tanto para o Oliva e Giansanti quanto para o Magnoli) com a atualidade dos dados fornecidos. Observem a data de publicação das obras (Oliva e Giansanti, por exemplo, é de 1999) e não levem em consideração dados que podem ter mudado de lá para cá. Quando as obras falarem, por exemplo, que “o maior produtor de soja do Brasil é o estado de xxx”, confira em outras fontes (preferencialmente, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ou no Ministério do Meio Ambiente, por exemplo), para saber se os dados continuam válidos.
- Projeto de Ensino de Geografia - Geografia Geral (Magnoli): além de ajudar um pouco em Geografia (principalmente para a terceira fase, eu diria, haja vista as questões recentes sobre minérios na África ou sobre migrações internacionais, por exemplo), pode ter alguma coisa boa para Política Internacional também, mas não é imprescindível.
- O Brasil: Território e Sociedade no Início do Século XXI (Milton Santos e Maria Laura Silveira): mais importante para a terceira fase que para a primeira. De todo modo, não estudei por ele tanto por preguiça quanto por falta de tempo, e acho que não perdi muita coisa. Acho que, além de chato, é pouco objetivo.
“Miltonsantês”: ainda que n~o tenha caído recentemente nas provas da primeira fase, a Geografia de Milton Santos é fundamental para a terceira fase. Conhecer os conceitos usados pelo autor é importante não apenas porque podem ser objeto de questões na terceira fase (como o foi em 2010, em que uma questão pedia para descrever a divisão do Brasil proposta por Milton Santos e por Maria Laura Silveira), mas também porque o uso de conceitos do “miltonsantês” em todas as questões de Geografia da terceira fase enriquece sua resposta e agrada à banca examinadora (desde que usado com prudência). Possibilidades são procurar na internet artigos que tratem do assunto, além, é claro, da leitura (não muito prazerosa, eu diria) de livros do autor. Na obra Território Brasileiro: usos e abusos (Maria Adelia Aparecida Souza) e no supracitado Temas da Geografia do Brasil (Oliva e Giansanti), segundo recomendações que recebi, há bons resumos dos conceitos do autor. Para a primeira fase, não é necessário preocupar-se muito com isso (o que caiu de Milton Santos na primeira fase de 2011, por exemplo, seria facilmente depreendido da interpretação do texto apresentado na questão). Caso pretenda fazer cursinho preparatório, é bem provável que o professor dê isso em sala. No “REL UnB”, h diversos resumos de vrios livros do autor.
- A Condição Pós-Moderna (David Harvey) – ler apenas capítulo 9 (“Do Fordismo { Acumulaç~o Flexível”).
As seguintes obras foram indicadas por diferentes fontes, mas não cheguei a lê-las. De qualquer forma, ficam as sugestões.
- A Nova Dinâmica da Agricultura Brasileira (José Graziano): ler o primeiro capítulo.
- A Ordem Ambiental Internacional (Wagner Costa Ribeiro): li só o resumo, que está disponível no “REL UnB”.

- Atlas da Mundialização

- Atlas de La Mondialisation (Sciences Po)
- Atlas do Brasil (Hervé Théry) – já me foi muito bem recomendado, com as ressalvas de que a parte de crescimento não é tão boa e de que há muitos dados desatualizados.

- Atlas Nacional do Brasil (IBGE)

- Brasil: uma Nova Potência Regional na Economia-mundo (Bertha Becker e Cláudio Egler)
- Continente em Chamas: Globalização e Território na América Latina (Maria Laura Silveira) – destaque para o capítulo 3.
- Contribuição para a Gestão da Zona Costeira do Brasil (Antonio Carlos Robert Moraes)
- Geografia Humana, Sociedade, Espaço e Ciência Social (Derek Gregory, Ron Martin e Graham Smith) - cap. 1, 2, 4 e 8.
- Geografia: Conceitos e Temas (capítulo de B. Becker: "Geopolítica na Virada do Milênio")
- Geografia: Pequena História Crítica (A.C. Robert Moraes): não li, mas me recomendaram como boa alternativa para o estudo de história do pensamento geográfico.

- L’Atlas du Monde Diplomatique

- Metamorfoses do Espaço Habitado (Milton Santos): segundo recomendações, pode ser boa introduç~o ao “miltonsantês”.
- Novas Geopolíticas (José William Vezentini): sobre a história do pensamento geopolítico.
- O Corpo da Pátria (Demétrio Magnoli): não passei nem perto, mas joguei o título do livro em uma questão louca da terceira fase, como se eu soubesse alguma coisa que o Magnoli fala nele. Até que deu mais ou menos certo.
- Por uma outra Globalização (Milton Santos): não li. Meu professor no cursinho repetiu tantas vezes os conceitos do “miltonsantês” que eu senti que, para entender um pouco o pensamento do autor, não tinha de ler as obras. Se você tiver acesso a bons resumos e/ou a relações de conceitos do “miltonsantês”, acredito que a obra pode ser dispensvel. H resumo no “REL UnB”.
Várias fontes na Internet pode, também, ser úteis, como as páginas do governo federal (Portal Brasil: PAC - http://www.brasil.gov.bpac; Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - http://www.agricultura.gov.b; Ministério do Meio Ambiente - http://www.mma.gov.bsitio/; Ministério da Integração Nacional - http://www.integracao.gov.b etc.).
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2020.07.13 08:36 RobertWebermn Pirple Learning Course

In the pirple course I learned the main and fundamental html tags that make up a page on the internet. Although I had a good knowledge base in css, in the course I added my learning, discovering new features and css properties.
I learned about HTML:
-Html structure;
- Semantic tags;
-Paragraphs;
-Ordered lists and unordered lists;
-Add links;
-Add images;
I learned about CSS:
- Box Model model;
-Define the size of the elements;
-Colors and types of fonts;
-Background; - types of selectors;
-property and values;
-Classes and IDs;
-Responsible website and flexbox;
The Code was written for the purpose of creating a website as similar as possible to netflix for educational purposes. In the page header block, specify the page metadata and add the css files to be loaded according to the device's resolution size.
In the javascript block it adds functions and effects to the section of the page related to the explanation of how netflix works. The rest of the code is for adding content to the page, such as text, images, links.
The footer of the page that are links was created with table tags. Five css files were used, which have the stylization of all elements of the page.
HTML FILE:
    rwmn             

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2020.07.13 04:52 altovaliriano Stannis (Parte 3)

Segundo os relatos de Varys, Melisandre convertera Selyse já fazia alguns anos (ACOK, Tyrion III). Stannis começa a ouvir os conselhos da esposa quando os Senhores da Terra da Tempestade ignoram sua pretensão. Um banquete é dado para Melisandre, que é colocada à direita do rei “lugar de grande honra”. Quando ambas as mulheres desprezam o ceticismo de Cressen, Stannis põem-se ao lado das duas e permite que Cressen seja humilhado.
Stannis é um pau-mandado ganancioso e altamente influenciável, certo? Ao menos, foi o que a série da HBO fez dele. O cara que vimos no Prólogo de A Fúria dos Reis, por 3 temporadas. Mas, na verdade, Stannis é mais cinza do que aquilo.
No primeiro capítulo de Davos em A Fúria dos Reis, as palavras “Azor Ahai” e “Luminífera” são mencionadas na história pela primeira vez (muito embora R’hllor já tenha sido mencionado no Prólogo). O fato de que Melisandre está queimando a estátua dos Sete enquanto os homens do rei assistem impassíveis poderia indicar que a mulher vermelha conseguiu o impossível: dobrar Stannis.
Porém, a cena e o restante do capítulo tanto comprovam que Stannis é bem flexível, quanto que Melisandre não é tão impressionante. A sacerdotisa prepara uma cena arthuriana para que Stannis seja “o rei que sacou a espada”, enquanto ela recita “Azor Ahai para leigos”. Mas não é apenas a multidão que está desanimada. “Azor Ahai” também parece cooperar a contragosto. De certa maneira, até parece um peça de teatro infantil cheia de crianças que preferiam estar brincando no parquinho.
Vejam por vocês mesmos.
O protagonista:
Stannis Baratheon avançou como um soldado marchando para a batalha.
Dirigiu-se diretamente à Mãe, agarrou a espada com a mão enluvada e a libertou da madeira ardente com um único puxão forte.
Praguejando, o rei enterrou a ponta da espada na terra úmida e apagou as chamas com pancadas na perna.
Quando a canção terminou, dos deuses só restava madeira carbonizada, e a paciência do rei tinha se esgotado. Pegou a rainha pelo braço e a levou de volta a Pedra do Dragão, deixando Luminífera onde estava. A mulher vermelha ficou um momento para trás, a fim de vigiar Devan e Bryen Farring, que se ajoelharam e enrolaram a espada queimada e enegrecida no manto de couro do rei. A Espada Vermelha dos Heróis parece uma bela porcaria, Davos pensou.
Os figurantes:
Mesmo para os soldados, era difícil não sentir desconforto perante tamanha afronta aos deuses que a maioria havia adorado durante toda a vida.
Os deuses nunca tinham significado muito para Davos, o contrabandista, embora, tal como a maioria dos homens, fizesse oferendas […]
Uma fumaça preta subia, retorcendo-se e enrolando-se. Quando o vento a empurrava contra eles, os homens piscavam, lacrimejavam e esfregavam os olhos. Allard virou o rosto, tossindo e praguejando. Um gostinho do que está por vir, pensou Davos.
E isso só para falar dos homens de Westeros. Os homens de Essos riem abertamente na cerimônia, sem nenhuma represália por parte de Stannis.
Os homens de Myr trocavam piadas enquanto desfrutavam do calor do fogo
Salladhor Saan sequer se dignou a aparecer, também sem represália. O lyseno, contudo, vai mais além do que ignorar a cena. Ele explica a lenda de Azor Ahai a Davos, de forma a banaliza completamente o que vimos anteriormente.
Aquela espada não era a Luminífera, meu amigo.
A súbita mudança de assunto deixou Davos pouco à vontade.
Espada?
Uma espada arrancada do fogo, sim. Os homens contam-me coisas, é o meu sorriso agradável. Como irá uma espada queimada servir Stannis?
Uma espada ardente – Davos corrigiu.
Queimada – Salladhor Saan o corrigiu –, e fique feliz por isso, meu amigo. Conhece a lenda sobre a forja de Luminífera? Vou contá-la. […] Compreende agora o que quero dizer? Fique feliz por ter sido apenas uma espada queimada que Sua Graça tirou do fogo. [...]
Entre os westerosi, apenas Davos e Lorde Velaryon parecem estar atentos à qualidade da dramaturgia.
Lorde Velaryon observava o rei, e não o incêndio.
Pelo modo como GRRM destaca que os Velaryon tinha origens em Essos e relações íntimas com os Targaryen, fica parecendo que o autor quer nos sugerir que talvez Lord Monford já tenha visto esta peça antes:
Davos teria dado muito para saber o que ele estaria pensando, mas um homem como Velaryon nunca lhe faria confidências. O Senhor das Marés era do sangue da antiga Valíria, e sua Casa havia fornecido noivas aos príncipes Targaryen três vezes […].
Porém, na verdade, nenhum homem com memória tinha ali motivos para se impressionar com as “chamas verde-jade” que rodopiavam “em volta do aço cor de cereja”. Bastava ter presenciado um corpo-a-corpo em Porto Real nos últimos anos.
Um ano antes, estivera com Stannis em Porto Real, quando o Rei Robert organizou um torneio no dia do nome do Príncipe Joffrey. Lembrava-se do sacerdote vermelho Thoros de Myr e da espada flamejante que ele brandiu no corpo a corpo. O homem rendeu um espetáculo colorido, com as vestes vermelhas esvoaçando, enquanto a espada estremecia com chamas verde-claras. Mas todos sabiam que não havia ali verdadeira magia, e no fim o fogo esgotou-se, e Bronze Yohn Royce abriu sua cabeça com uma maça vulgar.
Entretanto, nada disso incomoda o novo rei. Não em razão de ele ser um fanático religioso cego. Mas porque Stannis sabe que tudo é encenação e deseja que assim seja. Ele sabe que a cortina de fumaça de Melisandre é grossa e temida.
[…] A mulher vermelha. Metade dos meus cavaleiros tem medo até de dizer seu nome, sabia? Mesmo se não puder fazer mais nada, uma feiticeira que é capaz de inspirar tal terror em adultos não pode ser desprezada. Um homem assustado é um homem vencido.
Diante disto, ficam diversas perguntas. Como foi combinada a cerimônia? Quando foi que Melisandre contou a Stannis que ele era a ressusreição de Azor Ahai? Ela contou a história toda ou apenas a versão “para leigos”? Teria a sacerdotisa exigido um sacrifício e Stannis só concordado com a cerimônia mequetrefe?
Nada disso sabemos até agora (ou ao menos eu não sei). Porém, sabemos que Melisandre não havia feito nenhuma demonstração significativa de poder até aquele momento. Ao contrário de Davos, Stannis não viu o veneno e acha que Cressen simplesmente morreu. Ele não compartilha dos medos de Davos. Na verdade, quer ver os poderes de Melisandre em ação.
[…] E talvez possa fazer mais. Pretendo verificar.
Portanto, os planos de Stannis incluem feitiçaria e truques para ganhar as batalhas. Mais do que isso: ele pede que Davos use de todo tipo de artimanha para fazer com que a bastardia dos filhos de Cersei chegue a domínio público:
[…] Seja direto onde puder, e furtivo onde for necessário. Use todos os truques de contrabandista que conhece, as velas negras, as enseadas escondidas, o que for preciso. Se faltarem cartas, capture alguns septões e faça-os copiar mais.
Se você ainda não acha estas atitudes e estratagemas um pouco estranha para um homem rígido no seu senso de honra, que tal Stannis exigindo a Pylos que seja chamado de “sor” na mesma carta que o chama de “regicida”, pois ele ainda era um cavaleiro.
Escreva Sor Jaime, o Regicida, daqui em diante – disse Stannis, franzindo a sobrancelha. – Seja o que for além disso, o homem ainda é um cavaleiro.
Uma cortesia tão inútil quanto contestável, especialmente porque naquela mesma carta o rei manda tirar o “querido” antes do nome de seu irmão Robert. As formalidades para Stannis são mais importantes do que o conteúdo. Por isso, um ritual forjado lhe vale mais do que uma conversão de coração e alma.
As pessoas entendem Stannis como um homem cegado pela honra e cumprimento do dever. Mas o rei marinho de Westeros enxerga bem, especialmente a si mesmo.
Fui até eles como pedinte e riram de mim. Pois bem, não haverá mais pedidos, e também não haverá mais risos.
Sabe que tentar ganhar o Trono pelas vias normais é o mesmo que insistir em um falcão que voa baixo e com poucas chances de acertar a presa. A história sobre Asaltiva é a analogia que Martin achou para nos informar que Stannis encara R’hllor como seu instrumento, não como seu Senhor. Ele quer que os homens parem de rir dele, e o temam como temem Melisandre.
A esta altura dos acontecimentos, ser Azor Ahai é prescindível. O essencial é que ele mude seu brasão e dê espaço para que Melisandre conquiste corações e mentes em seu lugar, pois, ao contrário dele, ela é fascinante. Em sua mente, tudo que ele precisa é que ela lhe conquiste as espadas para marchar para Porto Real e sua experiência militar fará o resto.
É Stannis quem usar Melisandre, não o contrário. Quem diz isso, é ela mesma:
Ela andava o mais perto de Jon Snow que se atrevia, perto o suficiente para sentir a desconfiança transbordando dele, como uma névoa negra. Ele não me ama, nunca me amará, mas fará uso de mim. Muito bem. Melisandre dançara a mesma dança com Stannis Baratheon, bem no começo.
(ADWD, Melisandre)
Só depois de perder a Batalha da Água Negra é que esta relação começará a se inverter.
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2020.06.08 05:06 neohazukibr Procuro Mesa

Nome: Victor Leonardo Idade: 31 Sistema: D&D 5 Experiência: Muitos anos de D&D (desde livros de aventuras), mas sempre aprendendo. Horários: Todos os dias. Trabalho com programação e meu horário é super flexível. Personagem: Curto muito bardo, clérigo de maneira geral, mas jogo com todas classes. Extras: Não curto muito PVP, a interpretação de personagem fica chata quando você destrói o jogo dos outros. Gosto de mesas dedicadas com jogadores com vontade de criar uma boa história juntos. Gosto de mergulhar de cabeça no mundo e dou meu sangue para manter uma mesa.
Discord: Kerberos#8410
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2020.06.07 15:36 evertondarc Hélio

Galaxy Note 20 e Galaxy Fold 2 devem ser lançados em 5 de agosto
Com a COVID-19 arruinando a linha do tempo de lançamento de praticamente todas as companhias, é impossível prever quando novos gadgets deverão ser anunciados. Porém, segundo vários relatos, a Samsung deve anunciar o Galaxy Note 20 e o Galaxy Fold 2 no início de agosto.
Os últimos rumores sobre os telefones da Samsung vêm do site de notícias coreano Dong-A Ilbo e do notório vazador Ice Universe no Weibo. Ambos dizem que a Samsung fará um evento virtual no dia 5 de agosto. Ice Universe diz que a Samsung anunciará vários novos dispositivos, incluindo o Galaxy Note 20, Galaxy Note 20 Ultra, Galaxy Fold 2, uma versão 5G do Galaxy Z Flip, Galaxy Tab S7, Galaxy Tab S7+ e o Galaxy Watch 2.
• Galaxy Note 20 deve ter características similares às do S20 Ultra, sugere vazamento• Samsung Care+ é o seguro oficial da empresa para toda sua linha de smartphones
Se as previsões se provarem verdadeiras, este seria um evento gigante que combinaria todos os anúncios tradicionais até setembro em apenas um — devido em parte ao cancelamento ou redução de tamanho de várias grandes feiras de tecnologia, como a IFA, onde a Samsung tradicionalmente lança novos produtos.
Após as vendas muito destaque do Galaxy S20, a Samsung pode estar sob pressão extra para recuperar a receita perdida, especialmente em um ano em que as vendas de celulares já caíram em geral. Embora a Samsung ainda não tenha revelado detalhes oficiais sobre o Galaxy Note 20, Ice Universe e Ross Young dizem que o Galaxy Note 20 será lançado em duas versões, com o Galaxy Note 20 básico exibindo uma tela de 6,42 polegadas (3.245 x 1.084) e o Galaxy Note 20 Ultra com uma tela de 6,87 polegadas (3.096 x 1444).
Mas o mais importante é que ambos os telefones oferecerão uma tela de 120 Hz com uma taxa de atualização variável, o que significa que, ao contrário do Galaxy S20, o Note 20 poderá ajustar dinamicamente sua taxa de atualização dependendo do conteúdo, para equilibrar melhor o desempenho e a vida útil da bateria.
Além de um módulo de câmera traseiro atualizado e uma câmera selfie pequena, baseada em renderizações de produtos criadas a partir de vazamentos de xleaks7 e Pigtou parece que não houve muita mudança no design físico do Note 20.
O Galaxy Fold 2 será o sucessor do Galaxy Fold do ano passado, e pode mostrar até que ponto a tecnologia de tela flexível chegou desde que a empresa lançou seu primeiro smartphone dobrável no final de 2019. Depois, tem o Galaxy Tab S7 e o Galaxy Watch 2, que deve servir como atualizações oportunas para o tablet e smartwatch anterior da Samsung — o Galaxy Watch original completará quase 2 anos em agosto, por isso estamos curiosos para ver quais mudanças a Samsung tem reservado para sua linha de vestíveis.
Se isso acontecer, o evento de agosto da Samsung poderá representar uma revisão quase completa de portfólio de dispositivos móveis da gigante da eletrônica — mesmo que alguns dispositivos não apareçam no palco, esperamos que seja um evento crítico para a Samsung.
submitted by evertondarc to u/evertondarc [link] [comments]


2020.06.07 15:36 evertondarc Hélio

Galaxy Note 20 e Galaxy Fold 2 devem ser lançados em 5 de agosto
Com a COVID-19 arruinando a linha do tempo de lançamento de praticamente todas as companhias, é impossível prever quando novos gadgets deverão ser anunciados. Porém, segundo vários relatos, a Samsung deve anunciar o Galaxy Note 20 e o Galaxy Fold 2 no início de agosto.
Os últimos rumores sobre os telefones da Samsung vêm do site de notícias coreano Dong-A Ilbo e do notório vazador Ice Universe no Weibo. Ambos dizem que a Samsung fará um evento virtual no dia 5 de agosto. Ice Universe diz que a Samsung anunciará vários novos dispositivos, incluindo o Galaxy Note 20, Galaxy Note 20 Ultra, Galaxy Fold 2, uma versão 5G do Galaxy Z Flip, Galaxy Tab S7, Galaxy Tab S7+ e o Galaxy Watch 2.
• Galaxy Note 20 deve ter características similares às do S20 Ultra, sugere vazamento• Samsung Care+ é o seguro oficial da empresa para toda sua linha de smartphones
Se as previsões se provarem verdadeiras, este seria um evento gigante que combinaria todos os anúncios tradicionais até setembro em apenas um — devido em parte ao cancelamento ou redução de tamanho de várias grandes feiras de tecnologia, como a IFA, onde a Samsung tradicionalmente lança novos produtos.
Após as vendas muito destaque do Galaxy S20, a Samsung pode estar sob pressão extra para recuperar a receita perdida, especialmente em um ano em que as vendas de celulares já caíram em geral. Embora a Samsung ainda não tenha revelado detalhes oficiais sobre o Galaxy Note 20, Ice Universe e Ross Young dizem que o Galaxy Note 20 será lançado em duas versões, com o Galaxy Note 20 básico exibindo uma tela de 6,42 polegadas (3.245 x 1.084) e o Galaxy Note 20 Ultra com uma tela de 6,87 polegadas (3.096 x 1444).
Mas o mais importante é que ambos os telefones oferecerão uma tela de 120 Hz com uma taxa de atualização variável, o que significa que, ao contrário do Galaxy S20, o Note 20 poderá ajustar dinamicamente sua taxa de atualização dependendo do conteúdo, para equilibrar melhor o desempenho e a vida útil da bateria.
Além de um módulo de câmera traseiro atualizado e uma câmera selfie pequena, baseada em renderizações de produtos criadas a partir de vazamentos de xleaks7 e Pigtou parece que não houve muita mudança no design físico do Note 20.
O Galaxy Fold 2 será o sucessor do Galaxy Fold do ano passado, e pode mostrar até que ponto a tecnologia de tela flexível chegou desde que a empresa lançou seu primeiro smartphone dobrável no final de 2019. Depois, tem o Galaxy Tab S7 e o Galaxy Watch 2, que deve servir como atualizações oportunas para o tablet e smartwatch anterior da Samsung — o Galaxy Watch original completará quase 2 anos em agosto, por isso estamos curiosos para ver quais mudanças a Samsung tem reservado para sua linha de vestíveis.
Se isso acontecer, o evento de agosto da Samsung poderá representar uma revisão quase completa de portfólio de dispositivos móveis da gigante da eletrônica — mesmo que alguns dispositivos não apareçam no palco, esperamos que seja um evento crítico para a Samsung.
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2020.06.04 23:00 botes_salva_vidas Patrões irresponsáveis assassinam Miguel Otávio, filho de Mirtes, pra garantir que a empregada furasse quarentena e eles pudessem ficar à toa em casa.

É isso que aconteceu. É assim que deve ser tratado. O dono da churrascaria Fogo no Chão quando demite e manda a conta pro governo também está fazendo isso: ameaçando de morte trabalhadores para furar a quarentena. É o que os varejistas fazem quando ameaçam a vida de 600 mil pessoas ao ameaçar demitir caso não reabram, mesmo havendo um programa do governo para garantir empregos e empresas. De acordo Roberto Campos Net, presidente do Banco Central: "O fato de não poder demitir ninguém fez com que muitas empresas achassem o programa muito restritivo e decidiram não entrar". Ao não contarem a história de porque Miguel Otávio não deveria estar lá, muitas vozes acabam compactuando com a política de extermínio em curso no Brasil travestida de ‘quarentena flexível’.

https://cronicasdotitanic.substack.com/p/patro-fura-quarentena-matou-e-vai
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2020.05.27 14:50 sR_AZAraDo1364 "Caindo com Estilo"

Olá Luba, editores que trabalham duro, convidados (provavelmente nenhum k), papelões e Turma que está a ver. Bom, esse meu mico pode até não parecer tão horrível agora, mas na época em que ocorreu, eu só queria sumir do mundo. Então vamos lá!
*Deixando uma coisa clara: Eu nunca fui atleta ou flexível (essa informação vai ser útil mais pra frente).
Tudo começa na 4° Série, quando eu estava com meus 8 / 9 anos. Iria ter um certo evento na minha escola, eu não lembro sobre o que era esse evento, mas era algo que envolvia danças culturais ou algo do gênero. Fomos dividos em grupos de 6 alunos, cada grupo era encarregado por alguma apresentação. O meu grupo ficou com o tema "capoeira". Nós marcamos de ir na casa de uma amiga pois ela havia contratado um professor de capoeira pra nos ensinar. Tudo ia muito bem, o professor levou muito a sério isso de nos ensinar para nós não passarmos vergonha rs. Então chega o dia dos grupos se apresentarem. De repente falam que as apresentações seriam para a escola INTEIRA sem exceções de turmas. No momento eu fiquei em choque mas consegui me manter calmo. O tempo simplesmente voou e chegou a vez do meu grupo. Formamos uma roda de capoeira (clássico) e começamos. Os colegas iam de dois em dois para "lutarem" (pois na verdade tudo era ensaiado). Chega a minha vez de "lutar" com meu coleguinha. Até aí tudo de boa, porém toda luta tem que ter um tipo de clichê; tentamos reproduzir o nosso, que no caso era fazer um chute 360° na cabeça do coleguinha e ele agachava pra não levar o chute (eu não sei o nome desse golpe, mas acho que deu pra entender). Então eu fiquei de fazer esse golpe enquanto meu colega agachava. Lembra que eu disse que eu não era flexível? Então, na hora de fazer o golpe, eu não consegui levantar a perna pra uma boa altura. Aconteceu que meu pé engatou na nuca do meu colega e eu não conseguia tirar o pé de lá. O desgraçado do meu colega não usou a cabeça para pensar que se ele tentasse se levantar, eu ia perder totalmente o equilíbrio e cair por eu só estar impossibilitado de usar as duas pernas para apoio. Foi o que aconteceu... Ele se levantou e eu caí de BUNDA no chão. A escola inteira ficou uns 3 segundos em silêncio tentando assimilar o que havia acontecido, até que de repente, quando eu menos esperava, todo mundo começou a rir de mim. Eu fiquei todo vermelho de tanta vergonha e raiva que eu sentia naquele momento. Eu tentei usar uma desculpa de que foi tudo ensaiado e tals mas acho que ninguém acreditou k. Por anos fiquei conhecido como "o garoto que caiu de bunda no chão" e meus colegas apelidaram esse episódio de "caindo com estilo".
OBS: Como se não bastasse ter caído na frente de todos na escola, teve uns baka (idiotas) que gravaram e postaram em tudo quaisquer redes sociais. Quando eu soube disso eu fiquei com mais vergonha ainda porque fiquei imaginando o professor que se esforçou tanto para nos ensinar vendo eu pagar esse mico.
OBS 2: Eu tentei encontrar o vídeo mas não consegui, acho que foi pelo fato de já fazer uns 6 / 7 anos desde esse evento.
Bom, então foi isso Luba, espero que tenha gostado! Avisei que poderia não parecer tão vergonhoso agora, mas mesmo assim obrigado <3
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2020.05.01 04:27 trafalgareal As vezes a gente precisa se enganar

O título é meio chamativo, admito, mas a intenção é boa. Esse post vai praquelas pessoas que querem fazer algo, mas esbarram na PROCRASTINAÇÃO, DESÂNIMO, e ANSIEDADE. Eu já vi alguém postar aqui sobre gamificação. O post é sobre isso, mas particularmente não gosto de rótulos.
Eu quero muito passar em um determinado concurso. A atitude mais sensata agora, em época de pandemia, seria focar nos estudos, já que to trabalhando de casa e o tempo é mais flexível. Mas não é bem assim. A gente esbarra nas séries. Nos jogos. Nas comidas. Em qualquer coisa. É FODA.
O meu maior problema para conseguir FOCO, é que tem muitas matérias que eu tenho que estudar e eu simplesmente não gosto de estudar. Às vezes eu fazia um planejamento todo, mas quando via que tinha que estudar aquela matéria X no dia seguinte eu arrumava uma desculpa e fodia todo o planejamento. A solução que encontrei pra isso foi simples: todo dia eu sorteio a matéria que vou estudar. Eu acordo animado, preparado pra estudar, então sorteio e vai. Não fico com a ansiedade de saber que vou estudar algo que odeio. Consigo estudar tudo. Tudo certo, já estou há um mês assim. Outro exemplo claro disso é quando a gente se distrai muito com celular. Pra mim virou regra: Mexer no cel é prêmio. Eu termino um capítulo, ou alguma parte, aí sim me permito olhar o celular. A questão é: as vezes a gente precisa se enganar, fazer truques consigo mesmo.
Eu sei que isso deve se aplicar a quem ta lendo de varias maneiras diferentes, mas muitas vezes a gente tem que tentar se enganar, se distrair. Uma vez vi uma frase que dizia que "quando a gente encontra o elemento da diversão, tudo se torna um jogo". Algo assim. A gente tem que buscar o elemento da diversão naquilo que a gente faz.
Se engane, se desafie, force disciplina nas suas ações. Esse é o caminho! :)
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2020.04.25 14:05 bobmonofree Alternativas de tênis (realmente) minimalistas à venda no Brasil

Por minimalista me refiro a:
  1. ser baixo - sem aquele monte de sistema de amortecimento, diferença de altura entre a parte do calcanhar e a dos dedos (drop), etc.
  2. ser bastante flexível - aquele tipo de calçado que você consegue dobrar todo, e logo que deixa o pé se mover livremente/naturalmente.
Já pensei em usar aquelas sapatilhas de atividades aquáticas, elas parecem oferecer a proteção básica que preciso pro dia a dia (pisar num caco de vidro, prego deitado, em cocô de cachorro/mendigo, entrar em contato com um eventual parasita...) com toda a "simplicidade" que busco, além de que o preço é bastante atrativo, mas não sei como fica a questão da durabilidade - se ao usar ela no dia a dia, pra correr no asfalto, fazer uma trilha, etc., ela vai acabar arregando com poucos meses de uso - e imagino que por serem impermeáveis (normalmente de neoprene) aquilo ali vire uma mini sauna, o que não é muito bom para os pés (tanto em termos de saúde quanto de conforto). Alguém aqui já testou?
E aí, alguém sabe de bons modelos disponíveis aqui no Brasil? Na gringa têm vários (Vibram FiveFingers, Vivobarefoot, Merrell Vapor Glove, Xero Shoes, etc., eles chamam também de "barefoot shoes") mas por aqui é difícil achar e quando acho é vendedor independente online, então não vou ter a chance de experimentar, ver qual o tamanho certo, tem pouca opção de modelo, provavelmente sem garantia...
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Ela é uma líder de torcida e é muito,muito flexível... Eu fiz um vídeo de uma competição entre ela e Sofie Dossi,pra ver quem é mais flexível,Se vcs não viram ainda,é só correr no ... Para mais informações: www.alessandrarancan.com.br Existem lá fora, alguns muito, muito flexível e elástico, mulheres, verdadeiras belezas que pode fazer alucinante coisas com os seus corpos chamados de contorção. Divirta-se!nnIn Este Vídeo ... TOP HIP-HOP DAS ANTIGAS, SÓ RELÍQUIAS! Ja Rule, Usher, R. Kelly, Akon E MUITO + - Duration: 44:27. Roger DJ Recommended for you. 44:27. Bumbum Granada - MCs Zaac e Jerry ... Oi ginastinhas, fiz esse vídeo para quem é iniciantes e quer ficar flexivel, ou tem dificuldade com flexibilidade, espero que goste E deem uma olhadinha no m... Especialistas em saúde acreditam que alongar regularmente não apenas aumenta a flexibilidade muscular, mas também pode aliviar a sensação de tensão, prevenir... CURSO DE INGLÊS https://semcerebrosemganhos.com.br/aprenda-ingles-sozinho-5-0/ SE INSCREVA NO MEU CANAL 1: https://bit.ly/2YSFTs5 ME SEGUE NO INSTA: https://... Free Electricity Generator 220V CFL Energy Light Bulb NEW AC Electric Generator 2019 New Experiment - Duration: 10:16. PCP SHOT Recommended for you 😵 #9 HABITO - Faça isso e se sinta mais flexível Nesse vídeo eu mostro uma forma de tornar seu corpo mais integrado e com mais flexibilidade com essa varia... Enjoy the videos and music you love, upload original content, and share it all with friends, family, and the world on YouTube.