Pais de encontros

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Capítulo 5 A aldeia navajo

2020.09.24 05:04 DrackNael Capítulo 5 A aldeia navajo

A aldeia navajo

Em algum lugar próximo a floresta no que aparenta ser uma aldeia indígena com cerca de 30 tendas colocadas todas em forma circular deixando apenas um grande espaço na parte da frente do terreno que possuía uma enorme fogueira e dava de frente para a entrada do lugar que não possuía portões más era todo cercado apenas sem cercas na parte da entrada. Onde um homem de pele avermelhada de cabelos brancos indicando sua idade já avançada já meio encurvado por causa da idade usando uma pele simples em suas costas e uma espécie de chapéu adornada com penas e galhos fazendo a forma de um falcão, está parado imóvel bem na entrada da aldeia com o olhar distante que observa toda a estrada que vai da aldeia, atravessando toda uma pradaria e adentrando a grande floresta a frente. Quando um homem se aproxima andando calmamente pelas suas costas, esse um pouco mais jovem, más também já de cabelos grisalhos, semelhante com o outro, mas esse possuía em sua cabeça um chapéu mais chamativo, feito todo de penas brancas presas a uma tira de couro com uma faixa vermelha nela.
-O que você vê Shaman? -, pergunta o homem mais novo que acabará de chegar.
-Hum! Não sei dizer, os espíritos não me mostram com clareza -, diz ele pensativo, - uma grande luz carregando uma grande escuridão, trazendo tristeza para o nosso povo -. Continuou o homem.
-Um inimigo? Um dos mercenários da floresta? -, pergunta o outro.
-Não sei dizer, os espíritos não me mostram com clareza, mas não me mostram intenções ruins -. Termina o homem se dirigindo para uma das tendas no centro, que chama atenção por ser adornada com penas e ossos de animais na sua frente.
Cerca de algumas horas depois sai da floresta o cortejo fúnebre puxado por Drack indo em direção da aldeia.
-Olhem ! -, alerta uma das pessoas da aldeia.
-Va chamar Nuvem Branca!-, diz outra.
Pouco depois o chefe sai de sua tenda que aparentava ter apenas um totem de cada lado da entrada.
-Chamem o Shaman-, fala ele chegando a entrada da aldeia e se dirigindo a um dos que estavam ali.
Enquanto isso o grupo chega a entrada.
-Quem é você cão branco? Por que puxa nossos irmãos mortos?-, diz um dos índios mais jovem parado ao lado do chefe parecendo estar com grande raiva.
-É , hum -, diz Drack sem saber o que dizer ao certo.
-Aqui-, diz Lobo Marrom do travois.
Enquanto o jovem se dirige a Lobo Marrom.
-Por Manitu Lobo Marrom o que aconteceu?-, diz ele em estado de surpresa.
Enquanto os outros índios iam puxando os cavalos para começar a tratar dos seus mortos, enquanto algumas mulheres choravam no fundo, e crianças eram colocadas para dentro das tendas, era uma cena desagradável para todos, jovens estarem mortos daquela forma.
Nisso o Shamam vinha se dirigindo ao encontro de todos.
-Lobo Marrom está ferido , levem-no para minha tenda-, diz ele dirigindo sua atenção a Drack, o olhando dos pés a cabeça , que ainda estava montado no cavalo e nem tinha se mexido para não fazer nada suspeito.
-Tratarei de Lobo Marrom e já vou ao encontro de vocês -, diz ele dirigindo-se a Nuvem Branca que estava parado ali prestando atenção em tudo e ainda não havia dito uma palavra, -Leve-o para sua aldeia Grande Chefe ja encontro vocês-, diz ele se dirigindo a nuvem branca e indo de volta para sua tenda para tratar Lobo Marrom.
-Por favor jovem me acompanhe -, diz o Chefe com o olhar suspeito para Drack.
-Sim senhor!-, diz ele descendo do cavalo lentamente e seguindo o homem, enquanto é observado por vários índios com olhar de ódio e raiva para cima do rapaz, com certeza só esperavam a ordem do chefe para partir pra cima do rapaz.
Drack segue Nuvem Branca que entra na tenda com os totens na frente, seguido logo atrás do rapaz, 2 jovens índios que o escoltavam com receio de que o rapaz pudesse fazer algo ao seu chefe. Quando Drack entra pode ver uma tenda de tamanho mediano , com o que parecer ser uma cama de peles na sua direita , um bau do outro lado , uma fogueira no centro da tenda e alguns adornos de peles e galhos no teto. O Chefe se senta do outro lado da entrada de frente para a pequena fogueira , onde aponta para Drack fazer o mesmo de frente para ele.Drack se senta e permanece em silêncio, obviamente o homem a sua frente era importante ali e ele não queria dizer nada idiota.
-Então meu jovem, conte sua história! -, diz o homem com um tom calmo.
Então Drack conta tudo que aconteceu desde a sua saída do mosteiro até a chegada na floresta e o encontro com Lobo Marrom e seus inimigos.
-O mosteiro dos cavaleiros renegados que fica no centro do Grande Lago de Calmaria? -, pergunta o homem confuso ,-não sabia que eles tinham levado crianças quando foram construir o lugar-. Completa o homem.
-Bem, na verdade não levaram , fui deixado la quando era apenas um bebê, eles me criaram desde então -, diz o rapaz ,- mas como assim cavaleiros renegados?-, termina ele.
-É uma história antiga de um grupo de cavaleiros brancos que abandonaram seu povo e foram se exilar naquela ilha -. Diz o homem, - mas não sei se a história é verdadeira , os brancos falam com lingua dupla muitas vezes-. Termina o homem se preparando para acender uma espécie de galho com uma ponta redonda onde tem algumas ervas.
-Não sabia disso , achava apenas que eram monges reclusos-. Diz o jovem confuso.
-Se eles não lhe contaram a história deviam ter seus motivos -, indaga o homem, -os homens que atacaram Lobo Marrom e seus irmãos eram brancos gananciosos que vieram para nossa terra explora-la e destruí-la -, continua o homem tomando um tom mais sério , -Eles não respeitam nada que a natureza nos da, só sabem destruir e explorar a natureza, estão destruindo a floresta toda, cortando suas árvores, sujando seus pequenos lagos, não sabem pegar apenas o que precisam para sobreviver , eles têm que destruir tudo até não restar nada , meu povo jurou defender essas terras a muitas luas atrás , há muito tempo fizemos um acordo com o rei dos homens para que essa floresta não fosse alvo de seus lenhadores , mas um dia ele morreu e o acordo já não servia para mais nada, pois como todos os homens brancos não tinham ninguém la para honra-lo , desde então viemos expulsando todos que entravam na floresta para explora-la, até a alguns meses atrás quando os mercenários da Black Marsh vieram, destruíram a aldeia de Buprewen chefe dos Apaches que ficava ao norte da floresta, seu líder é um homem muito poderoso chamado de MURTAUGH , dizem que ele arrasou a aldeia quase que sozinho , desde então pedi para meus guerreiros não terem conflito com eles até que pensássemos em algo , estava tentando um acordo com a tribo dos Xavantes ao sul minha mensagem partiu a alguns dias atrás , mas ainda não tivemos resposta , mesmo assim não penso que tenhamos algum guerreiro que possa derrotar Murtaugh, os homens brancos se tornaram fortes de mais para o meu povo -. Termina o homem com um tom triste,
-Más como um jovem como você pode derrotar 10 deles em poucos segundo? -, continuou ele.
-É bem ... -, começou Drack.
Quando entra na tenda o Shaman.
-Desculpem interromper-, começou ele , -Lobo Marrom me contou o que aconteceu, devo dizer também que fez um bom trabalho no ferimento dele , sem dúvidas salvou sua vida -, diz ele continuando , -Ele me disse que você veio da ilha dos monges e que não conhecia nada fora dela , sem dúvidas deve estar tão confuso quanto a gente com a sua chegada-. Termina o homem.
Nisso entra na tenda um dos jovens índios, o que havia se dirigido a Drack com ódio quando chegou.
-Pai temos que atacar o acampamento daqueles malditos, veja o que fizeram aos nossos irmãos-. Diz o rapaz com uma raiva incontrolável e uma fúria nos olhos, -i esse cão branco o que ainda faz aqui? O povo dele ainda não nos trouxe desgraça o suficiente ? -, diz ele se dirigindo a Drack com um ódio gigantesco no olhar.
-Calma Raoni -, diz Nuvem Branca com tom calmo, -Drack não é nosso inimigo, ele agora é um convidado da nossa aldeia, ele ajudou seus irmãos ao contrário do que pensa , vamos esperar a resposta dos Xavantes para tomar alguma ação sobre tudo isso-. Termina o chefe.
Mas Raoni tem o sangue de guerreiro nas veias , e guerreiros jovens sempre tendem a ter a cabeça quente.
-Todos os brancos são iguais -, diz ele com um tom grave saindo da tenda.
-Sinto muito por isso -, diz Nuvem Branca se dirigindo a Drack, -você é bem-vindo para ficar na nossa aldeia o tempo que precisar, não temos como agradecer pelo tanto que fez ao nosso povo , poderíamos ter perdido mais um filho ou só ter encontrado o corpo dos nossos jovens depois de várias luas , quando à terra já tivesse se alimentado de alguma parte -. Diz o sábio chefe.
-Eu agradeço , na verdade, eu gostaria de ficar um tempo, principalmente se poderem me ajudar a conhecer um pouco mais desse mundo -, diz Drack com certa esperança de que eles pudessem ensina-lo muitas coisas , principalmente depois de ouvir que o Shaman da aldeia usava magias, quem sabe poderia aprender alguma coisa.
-Claro , você é mais que bem-vindo -, começa o chefe , - Pedirei para o Shaman lhe responder às perguntas que o deixam confuso -, diz ele se dirigindo ao Shaman que estava parado ali do lado observando toda a conversa.
-Hum! também pedirei para arrumarem uma tenda para o nosso convidado -, diz o Shaman se dirigindo a saída da tenda fazendo um sinal para Drack acompanha-lo.
-Foi um prazer conhece-lo -, diz Drack fazendo um gesto de reverência e saindo da tenda.
-Espero que não se importe com meu pedido -, diz Drack se dirigindo ao Shaman que estava do seu lado.
-Hum! dissipar a nuvem da confusão das mentes das pessoas é meu trabalho , dom dado pelo grande espirito , não cabe a mim, reclamar das tarefas que ele me passa -, diz o homem se dirigindo a um grupo de jovens que estavam sentados em volta da grande fogueira afiando a ponta das suas lanças com uma pedra.
-Vejam alguma tenda que esteja livre , e peçam para alguém arruma-la para o nosso convidado -, disse o Shaman aos jovens, que se olharam todos confusos, mas depois dirigiram olhares furiosos para Drack. Que aparentou nem dar atenção, pois afinal só estavam chateados com o fato de seus amigos terem sido mortos e seu desejo de vingança ter sido cortado por Nuvem Branca.
-Então meu jovem que dúvidas você tem? -, diz o Shaman para Drack enquanto de ajeita em uma das pedras que são usadas como banco que ficam em volta da grande fogueira agora apagada, pois ainda era dia.
Aquelas palavras eram tudo que Drack queria ouvir , pois não existia alguém no mundo com mais perguntas em sua cabeça, ele pensou em milhares para fazer de uma vez, mas se acalmou e começo a pensar em ir por partes.
-Onde estamos ? -, pergunta ele.
-Hum! aqui é a aldeia do grande Chefe Nuvem Branca chefe dos navajos, ao redor de nós, está a grande floresta do caçador , o mosteiro que você vivia era chamado por nós de mosteiro dos cavaleiros renegados que fica no centro do grande lago de Calmaria , ao norte da floresta fica a cidade dos homens de Heisemburgh , todas essas terras fazem parte do reino dos homens brancos de Camelot -, diz o Shaman já saciando outras perguntar que poderiam vir do rapaz, já que ele aparentava mesmo não saber de nada.
-O que o senhor pode me dizer sobre magias ? -, pergunta o rapaz novamente , pois essa era uma oportunidade que ele não ia desperdiçar , ter alguém pra responde qualquer pergunta que ele tivesse.
-Hum! nós do povo indígena não usamos magia , usamos o dom dado a nós pelo grande espirito, magias são usadas pelos outros povos para criar destruição -, começou o homem ,- usamos o dom do grande espirito para curar os enfermos , pedir benção para que as caças sejam abundantes e e as plantações cresçam fortes , através de nossos pedidos o grande espirito nos concede nossos desejos se for de sua vontade , talvez na cidade dos homens alguém possa lhe dizer mais sobre magias, más não é o que eu e meu povo usamos -, termina o homem.
-Entendo -, diz o rapaz levemente decepcionado , não era a resposta que queria, talvez tivesse procurando um professor para ensina-lo , mas a resposta não era de toda inutil , pois como eram de outro povo e outra cultura , mostrava o quão interessante o mundo era , com várias formas diferentes de no fim fazer alguma coisa.
-O que é o grande espirito ? -, perguntou Drack.
-Manitu , o grande espirito indigena , ele é a força da natureza , é aquele que rege nosso mundo , manitu está em tudo e em todos , não tem como colocar em palavras sua essência -, diz o sábio.
Drack então imaginou que era como a energia , que estava em tudo e todos , e decidia as coisas, mas já era a segunda entidade que ele ouvia falar , e que talvez houvesse outros seres que comandavam o mundo.
-O que é a Black Marsh? -, perguntou novamente o rapaz.
-Hum! é um grupo de mercenários vindos da cidade de Heisemburgh , foram contratados por Tucker o dono da loja de madeiras da cidade para nos impedir de expulsar os lenhadores -, então o homem começa a ficar com um olhar distante olhando para o chão enquanto começa a falar, -mas creio que nossos problemas não são devidos apenas as árvores que eles derrubam como se não se importassem com a floresta , mas o metal dourado que encontraram perto da aldeia dos Apaches, a febre do metal dourado deixa os homens brancos loucos, eles destroem tudo por ele -, termina o homem.
Então Drack pensou que ele estava falando de ouro , que fora ensinado que era a moeda de mais valor no mundo , atrás depois vinham as moedas de prata e depois de bronze.
-Se acharam lá provavelmente pensam que tem por toda a floresta também , por isso são tão agressivos -, indaga Drack.
-Sim -, diz o homem cabisbaixo, - eles não vão parar até não sobrar nenhuma árvore ou escavar cada centímetro da floresta -. Termina o homem.
-Talves possamos falar com o governador de Heisemburg -, comenta Drack , que sabia como o sistema de administração de cidades funcionava , o governador era responsável por uma cidade e em todas as terras em volta dela.
-Ja tentamos enviar alguém , mas foi capturado pelos homens de Murtaugh na estrada , foi decapitado e sua cabeça colocada em uma estaca na beira da estrada como aviso -, diz o homem , -e um índio nunca vai entrar numa cidade de brancos e sair ileso -, fala o homem quando é interrompido.
-Porque todos os brancos são animais, não podem ver nada que querem tomar a força, acham que são os donos de todas as terras e todas as vidas , mas não são, isso acabara -, diz Raoni para os dois , furioso que um branco estava sentado em sua aldeia conversando como se nada tivesse acontecido, claramente culpando Drack pelos feitos de outros da mesma cor que a sua.
-Sinto muito pelos seus amigos, mas nem todos os brancos são iguais e eu não tenho nada a ver com o que aconteceu a seu povo -, diz Drack se levantando , pois sabia que não tinha nada a ver com aquilo e Raoni já o estava irritando , ele entendia a dor do rapaz, mas não precisa destratar alguém que claramente só ajudou.
-É o que veremos ! -, diz Raoni em um tom ameaçador enquanto se afasta dos dois.
-Ele é jovem tem sangue navajo nas veias , não suporta ver seus irmãos serem mortos e não puder vinga-los -, diz o shaman.
-Tudo bem , eu entendo , só não queria que ele pensasse que poderia passar por cima de mim atoa, sinto muito se o ofendi -, diz Drack.
-Tudo bem , você é jovem também -, comenta o homem.
Naquela noite a fogueira foi acesa , e os índios prepararam uma refeição, todos estavam ou tristes, ou furiosos , os olhos eram todos para Drack que estava sentado em volta da fogueira comendo o que parecia ser uma sopa com uns pedaços de cervo que fora caçado mais cedo pelos índios, até que Nuvem Branca se aproxima e se senta do lado do jovem.
-Sinto muito pelos olhares do meu povo, não sabem esconder seus sentimentos perante os da sua cor -, diz Nuvem Branca esperando que seu convidado não fique ofendido com um ato que era vergonhoso pra ele como chefe , já que Drack tinha sido convidado a ficar por ele mesmo.
-Está tudo bem grande chefe, entendo a dor deles e agradeço por me deixar ficar, mesmo estando em guerra com as pessoas da minha cor e agradeço também por me deixar tirar minhas dúvidas com o seu Shaman -, diz Drack grato.
-Pode me chamar de Nuvem Branca, você é um amigo do meu povo, eles logo verão isso -, fala Nuvem Branca com um tom amigavel , -E estamos em guerra com Black Marsh e Tucker, meu povo tem que aprender, como é que você disse? -, diz Nuvem Branca dando uma pausa , - "nem todos os brancos são iguais” não é mesmo -, diz ele em um tom de piada.
-É acho que sim -, diz Drack olhando para o fogo da fogueira e dando uma risada discreta de canto de boca.
Naquela noite Drack teve um pesadelo um pássaro de fogo vinha e pousava em seu ombro direito , mas depois de alguns segundos os dois incendiavam e viravam cinzas, e das cinzas levantava uma sombra negra gigante que se espalhava pelo mundo e engolia tudo. O rapaz acorda e vê que ainda esta no meio da noite, então resolve sair da tenda e dar uma caminhada para pensar melhor no pesadelo, pois era a primeira vez que algo do tipo acontecia e ele acordava no meio da noite todo suado. Então mais a frente o rapaz vê o Shaman parado olhando as estrelas , o jovem resolve se aproxima , quando…
-Pesadelo ? -, diz o Shaman mesmo sem ver que o rapaz se aproximava dele.
-Como ele sabe ? -, pensa Drack , sem dúvidas esse homem tinha dons também , só era muito modesto para falar sobre eles , fora o fato de que ele tinha sentido ele se aproximar sem ter feito nenhum barulho, -Sim, como sabe? -, pergunta então o jovem.
-Os espíritos me mostraram -, começou ele , - você tem um grande poder Drack, o maior que já foi visto nesse mundo, sem dúvidas é um grande dom , mas , você também possui uma grande escuridão dentro de si, não sei como é possivel , mas se você não conseguir se controlar ela o consumira -, diz o homem em tom de transe.
-Grande escuridão? -, pensa Drack , apesar de tudo incrível que acontecia com ele , ele nunca sentiu nada maligno.
Então de repente o Shaman para de ver as estrelas e olha para Drack.
-O que faz aqui fora? Não conseguiu dormir? -, diz o homem , como se tivesse esquecido que eles recém acabara de conversar.
Drack percebe que tinha sido algo especial que tinha acabado de acontecer então não questiona o homem.
-Sim ! -, responde Drack , - Vim pegar um ar só, para ver se o sono vem -. Termina ele.
-Então cuidado para não ficar doente , a noite esta fria ! -, diz o homem enquanto se afasta indo para sua tenda.
-Grande escuridão ! -, pensa Drack enquanto fica ali olhando as estrelas também , esperando o sono vim.
Alguns dias se passam, Drack continua tentando fazer amizade com alguns índios , sua presença agora não é mais tão incomoda quanto na sua chegada, era um rapaz gentil educado logo conquistava a todos, menos Raoni que estava sempre de olho no rapaz , com o passar dos dias Drack foi aprendendo alguns movimentos de combate com os índios, como usar um arco, coisa que Drack aprendeu rapido, pois tinha dom natural para coisas relacionadas a combate, aprendeu sobre ervas, animais , como caçar diferentes tipos de animais , até suas táticas de guerra e rastreio o jovem aprendeu. Já havia conquistado o respeito da grande maioria da tribo em questão de poucas semanas, nenhum incidente tinha acontecido mais, Lobo Marrom já havia se recuperado e tinha virado amigo de Drack, coisa que Raoni achava insuportável, até que um dia.
-Ele chegou , ele chegou - , diz uma voz do lado de fora da tenda de Drack.
O jovem sai da tenda para ver do que se tratava , era o mensageiro que Nuvem Branca havia enviado a tribo dos Xavantes, quando de repente.
-GUERRA !!!! -, grita o índio que acabava de chegar.
-IAAAHHIIIIIII -, berravam todos os índios, era seu grito de guerra, a hora da retaliação havia chegado.
Nisso da saída da sua tenda Drack olha pro lado e vê Nuvem Branca parado na frente de sua tenda , com um olhar pensativo e distante, talvez a guerra não era a melhor coisa pro seu povo , mas ele não podia fazer mais nada.
Naquela noite uma fogueira enorme foi acesa , tambores ecoavam por toda a floresta, os índios dançavam e gritavam em volta da fogueira, seus corpos completamente pintados, sem dúvidas eram um povo corajoso um povo guerreiro.
-Vamos matar seu povo o que acha disso? -, diz Raoni se dirigindo a Drack que estava parado ao lado de todos enquanto assistiam os guerreiros dançarem e comemorarem.
Mas Drack não responde.
No outro dia todos estão prontos para partida , 30 guerreiros todos a cavalo incluindo Nuvem Branca, Raoni e Lobo Marrom que estava ansioso por sua vingança com os mercenários, Drack se aproxima do grupo pronto pra guerra.
-Sinto muito meu amigo , mas você não pode ir conosco essa e uma batalha do meu povo ! -, diz Nuvem Branca a drack enquanto se dirige para falar a todos , -Encontraremos Chefe Hachita e seus homens na clareira do cervo , la nos juntaremos e decidiremos como vamos atacar o acampamento dos cães brancos -, enquanto se vira para partir em disparada com o grupo em direção a floresta.
-Contaremos pra você como foi nossa vitória em cima de seu povo ! -, diz Raoni em uma última provocação para o herói enquanto parte com o grupo.
Mas Drack não estava convencido da vitória de seus amigos.
-Faça o que achar certo ! -, diz o Shaman se aproximando por de trás de Drack e colocando sua mão em seu ombro esquerdo. Ele sabia o que passava na cabeça do jovem.
Então depois de algum tempo quando o grupo de guerra já havia sumido a alguns minutos na floresta , o jovem parte da aldeia a cavalo seguindo os rastros do grupo.
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2020.09.22 10:54 cecilio- Pessoas que chegam constantemente atrasadas, porquê?

Recentemente mudei de escritório para iniciar um novo projeto na empresa, este escritório está deslocado do escritório central. Comigo veio também outro colega, este colega está há menos tempo na empresa que eu e supostamente eu sou o seu superior, a nivel de responsabilidades de trabalho.Para mim isso não interessa nada, o gajo é porreiro, trabalhador e dedicado fazemos os dois basicamente o mesmo trabalho sem distinção sendo apenas eu o mais experiente e que muitas vezes acaba por tomar as decisões.O problema é que desde que mudámos há 9 meses atrás ele nunca, nunca chegou a horas. Sempre 30/45 min depois da suposta hora de entrada. Eu não me importo com a hora a que ele chega, o único problema é que a hora mais crítica aqui é a primeira hora de trabalho. Também não quero controlar as horas que o homem trabalha porque de resto ele é super trabalhador.A minha questão é, porquê fazer disso um hábito na sua vida e porquê que cada vez que chega pede desculpa pelo atraso? E pelos encontros que já tivemos fora do trabalho dá ideia que ele também é assim no dia a dia.

Edit: O gajo não tem filhos, vive com os pais e vem de carro 20 km de distancia
Edit 2: Conforme várias sugestões falei com ele, conversa franca e na boa expliquei porque não devia acontecer e que era uma falta de respeito. Entretanto e também pensando nas sugestões perguntei se havia algum problema, se costumava ser assim na vida pessoal também fora do trabalho. E pelo que me disse não há nenhum problema e é apenas falta de organização a sair de casa e pelos vistos também acontece for do trabalho. Não sei se as coisas vão mudar, se não mudarem vou ter de ser mais assertivo.
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2020.09.22 07:40 T4Labom Pergunta imbecil, mas preciso fazer

Minha sanidade foi pro barro já, estou seguindo a quarentena a risca desde março e nada de melhora
Eu não possuo amigos pra conversar porque nunca tive a oportunidade de cultivar amizades quando criança (meus pais me trocavam de escola todo ano e moro eu um lugar isolado de gente da minha idade)
Então eu sempre fiquei a mercê de conhecer gente nova (coisa que eu sei fazer bem). Mas conhecer gente nova na quarentena ta impossível com faculdades fechadas, cursos sendo todos online, não está seguro fazer nada
Porém eu cansei já, será que me arrisco a sair na rua pra tentar encontrar gente que encontro na internet? Tinder, Instagram, sei lá, eu só quero socializar, não aguento mais conversar com meu gato, ele não entende nada de economia pqp
Alguém numa situação parecida? Recomendações?
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2020.09.20 00:29 Rapeize Me envolvi com alguém com borderline e acho que me fodi

Há uns 2 meses eu criei um post aqui comemorando o fato de ter conseguido um trampo em uma ótima empresa a qual estou até hoje. Pois bem, em um dos atendimentos que fiz (por telefone) fiquei completamente encantado pela moça, encantado pela maneira que ela falava, enfim.. peguei o whats dela e disse que se ela tivesse maiores problemas, poderia me enviar mensagem por ali. Fui profissional, não puxei assunto nem nada.
No dia seguinte deu problema de novo e ela ligou pro suporte e tive a sorte dela cair comigo (ela não chamou no whats). Não resisti e tempos depois de ter encerrado o atendimento eu a elogiei, dizendo que ela era muito carismática. Ela correspondeu e minutos depois começou a me seguir no Instagram. E a partir daí começamos a nos falar todos os dias. Eu nunca fui tão elogiado como fui por ela, ela falava do meu jeito, tanto comportamental como físico, uma garota super carinhosa, e eu sendo recíproco e comecei a gostar dela. A gente planejava quando se conhecer pessoalmente e tudo mais.
Em uma de nossas conversas ela me disse que tinha bipolaridade e transtorno de personalidade borderline, mas disse que não era pra eu me preocupar e que estava controlado, chegou até a me perguntar se tinha alguma chance de a gente ter um relacionamento sério. Eu disse que tinha, claro, em nenhum momento eu cogitei, mesmo que por pensamento, achar que isso seria um grande problema e que era melhor largar mão. A gente flertava demais com a ideia de viver um relacionamento (2 emocionados KKK).
Enfim, finalmente chegou o dia de nos conhecermos, e foi maravilhoso! A gente se curtiu bastante, os carinhos aconteceram, a gente se sentiu muito íntimo um do outro, foi um dia muito gostoso. Acabamos transando no nosso primeiro encontro, aconteceu de forma bem natural eu diria, mas aí as coisas começaram a desandar..
De semana passada pra cá ela ficou um pouco mais distante comigo, estávamos conversando pouco e eu aqui ficando louco com isso né. Anyway, quinta ela abriu o jogo comigo e disse coisas como: eu sou esquisita, estou sem o meu remédio, não quero ser um problema para as pessoas, eu vacilo com quem eu gosto. A única pessoa que me entende é minha psicóloga, se nem meus pais me entendem, como você vai me entender? Eu pegava essas merdas que me davam na cabeça e transferia para as pessoas, e todo mundo enlouquecia, não aguentava e ninguém é obrigado a aguentar. Sirvo para ficar sozinha.
Eu falei que não era surpresa da condição que ela vivia e estava disposto a tentar, pq eu gosto dela. Falei por A+B que eu quero continuar. Desde então a gente tem conversado no whats, pouco ainda, está tudo indefinido. A decisão está nas mãos dela de tentar embarcar nessa comigo. Ela tem entrado no whats, sai, demora pra responder, sério isso é horrível. Que ela tem esses problemas, é fato, mas fico me perguntando se ela pra me magoar menos estaria aproveitando a condição dela para justificar nossa "separação". Eu fico meio puto também pq ela disse que não era pra me preocupar. Eu tava vivendo muito bem e aí ela aparece na minha vida e mete uma dessa?
Eu tenho sentido uma sensação de vazio, um desespero quase, pq há 1 semana a gente tava junto grudado, e agora me sinto sozinho aqui olhando pro nada. Pessoas com borderline são muito intensas, tanto para coisas ruins como para as boas, então será que tudo aquilo que ela já me falou, nesse tempo que nos conhecemos, foi mais fruto do transtorno do que o sentimento propriamente dito? Vale ressaltar que a gente nunca discutiu ou chegou perto disso, ela é um amor de pessoa. Enfim, to me sentindo um viciado em abstinência sem a droga. Se você leu tudo, eu agradeço, de verdade.
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2020.09.19 01:02 Niddo_87 Não sei onde tomei a estrada errada vida...

32 anos (33 em breve), trabalho em um lugar ruim com um serviço de merda (atendendo o público), já pensei em "acabar com tudo" mais de uma vez, porém me faltou coragem e eu penso nas pessoas que ainda se importam comigo de verdade.
Queria poder voltar no tempo só um pouco, uns 10 anos e poder falar comigo mesmo, mostrar como as coisas iriam de ladeira abaixo. Pensar que eu achava que estava indo ladeira acima naquela época... As pessoas que entram na minha vida só repetem sempre a mesma coisa: "pare de se martirizar, isso foi no passado, você agora é outro, adulto, maduro e deve enfrentar as coisas como tal". Certo, e como faço isso? Passei toda minha vida sendo tolhido de tudo que quis fazer, sou um filho que não foi planejado (minha mãe achava que não podia engravidar e deu uma sem camisinha com meu pai), meu irmão sempre foi e é colocado em primeiro lugar até hoje.
Sempre fiz de tudo para tentar agradar os outros e acabei me deixando em segundo plano, assim como as pessoas sempre me deixaram em segundo plano. Cresci com uma estima no fundo do poço, nunca fiz nada que gostei e agora me sinto velho e sem motivação para "começar do zero".
Desde pequeno sempre tive meus planos tolhidos para que meus pais tentassem satisfazer suas necessidades e desejos não realizados através de meu irmão. Ele sempre teve prioridade em tudo e inclusive teve oportunidades que eu nunca tive, pois "se o mais velho falhou, provavelmente o mais novo irá falhar também". Isso vai desde querer estudar espanhol (que meu irmão teve a oportunidade e simplesmente jogou fora) a ser aficionado por informática. Consegui convencer meus pais e meu irmão a gastar uma poupança nossa em nosso primeiro PC! E acho que esse foi o ponto mais alto de minha vida. Pois até quando tentei me matricular em um curso de informática (que poderia ter transformado minha vida) eles (meus pais) me obrigaram a fazer inglês. Resultado? Abandonei o curso em 2 semanas, eu nem tinha vontade aprender inglês, gostava mais de espanhol... E não, eu não podia me matricular no curso de informática, eu tinha 14 anos e não tinha renda. Nessa época não existiam tantos tutoriais e a internet ainda engatinhava, então eu não pude ser autodidata nesse aspecto.
Alguns anos se passam e meu pai faleceu, eu tinha 19 anos. Perdido e sozinho em um dos momentos mais cruciais de minha adolescência. Dois anos depois minha avó (que era como uma segunda mãe para mim) também se vai... Mergulho com tudo na cachaça. Desperdiço 3-4 anos de minha vida em bares e festas, estudo? Já tinha encerrado o ensino médio e não pensava em mais nada, na verdade eu só queria que tudo acabasse ali, naqueles anos.
Encontro uma pessoa que, naquele momento, foi minha salvação. Ela não me tirou do mundo da cachaça, mas me ajudou a retomar estudos, procurar emprego e era alguém que eu tinha uma estabilidade emocional, em vez de sair por aí pegando doença venérea. Passamos 7 longos anos juntos e quando tudo acabou eu cheguei ao fundo do poço como nunca antes... Agora já estou nos meus quase 30 e a vida continua uma merda, meu passado me persegue, mas consigo seguir em frente. Sou graduado, tenho pós-graduação e estou trabalhando... Conheço essa outra pessoa em meu trabalho e a vida parece fazer sentido de novo! Até que uns anos se passam e chegamos ao agora, estou casado com ela e a vida parece que está pior do que antes.
Temos nossos bons momentos, mas às vezes o casamento mais é um estorvo do que algo que nos traga felicidade. Acho que ela não se sente feliz comigo e eu tenho esses episódios de depressão (os quais ela desdenha), eu também ando me sentindo infeliz, acho que ela age de maneira muito egoísta em certos momentos. Em suma: meu trabalho é um lixo, sou perseguido pelo meu passado, meu casamento está falindo e eu não tenho motivação para tentar mudar esse cenário. Queria ser mais forte...
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2020.09.18 23:43 OAlguem Nem sei que título colocar

Bom aqui estou novamente, depois de muito tempo sem questionar que merd* eu estou fazendo...
19 anos, cursando dois cursos superiores no 1°P em ambos. Passo minhas manhãs vendo as aulas de um curso, almoço, volto para o computador e fico vendo qualquer outra coisa na internet além de ver as aulas do outro curso. Irônico que o curso que estou vendo as aulas e fazendo bonitinho não é o que eu quero fazer carreira.
Eu sou uma pessoa, em alguma medida, perfeccionista. Tenho um ritmo próprio muito pessoalmente definido e às vezes tenho impressão que não vou conseguir fazer as coisas no tempo que elas demandam. Hoje estou pensando: será que vale o sofrimento de deixar o ócio de lado para focar nos estudos? Vale o futuro que eu me prometo?
Cara, às vezes só quero voltar a ser criança pra ficar jogando videogame o dia todo e não precisar pensar o que quero ser e fazer daqui uns anos.
Estimo que todos mês eu, querendo ou não, tiro 820 reais dos meus pais pra me sustentar. A projeção é que isso continue, até que eu arrume um emprego.
O curso que procrastino é difícil pra mim. Muita leitura pra uma pessoa q leu tão pouco durante a vida. Apesar de amar o conteúdo, eu prefiro virar a cabeça, evitar a dificuldade e ficar no ócio. Tenho medo de não conseguir e abomino a idéia de me tornar um mal profissional. Mas parece que não consigo desvirar a cabeça.
O outro curso eu não me dedico muito mas sou relativamente bom nas matérias.
Não encontro motivação pra me levar adiante e largar a procrastinação, que por mais que eu negue que o seja, é procrastinação.
Quem leu provavelmente deve me odiar por ser tão privilegiado mas tão preguiçoso. E com razão mas no final, ainda é cada um com seus problemas individuais.
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2020.09.16 21:39 pokoiovaldo O pula-pula

Olá Luba, editores, gatas pspspspspspspsps, papelões, falecido frodrigo raro, possivel convidado e turma que está a ver. Era carnaval de 2020, minha familia por parte de pai fez um encontro na casa da minha bisavó e a familia é gigantesca. Quando já estava a tarde no segundo dia de encontro, eu e mais alguns primos fomos brincar de 1,2,3...já no pula-pula, que é o seguinte, a gente conta de 1 até 3 pulando e no já a gente cai de bunda. Comecamos a brincar disso eu e mais 3 primos, eu e minha prima comecamos a pular no mesmo ritmo, quando falamos JÁ eu e minha prima caimos de bunda e o aro de metal que cerca o pula-pula nao resistiu e rachou, um dos meus primos ainda tava no ar quando quebrou, ele caiu de muito alto kkkkkkkk, nesse mesmo dia depois de eu ir embora, eles comecaram a ver a bruxa de blair e depois do filme acabar, uma das minhas primas comecou a trocar o canal da tv pelo celular, escondido kkkkkkkk um dos meus primos tava morrendo de medo kkkkkkkk
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2020.09.16 13:30 samreachers Como quem guarda uma cidadela - Um conto sobre mães de desaparecidos

Como quem guarda uma cidadela - Um conto sobre mães de desaparecidos
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Fiz o bolo preferido dele, chocolate com recheio de chantilly. Todo ano eu faço seu bolo. Meu bebê. Que Deus cuide de você, meu anjinho!
Acordei cedo pra limpar o quarto dele. Avisei à dona Eurásia que não trabalharia; ela, cada vez mais velhinha e dependente, me pareceu entristecida ao telefone, mas entendeu. Sempre entende, desde o primeiro ano. Troquei a roupa de cama, passei pano no chão. Peguei pra lavar o velho boné da Porto da Pedra, onde ele era ritmista. Não era muito do samba, mas dizia que participava em memória do pai, um dos fundadores da escola, com quem só conviveu até os sete anos, que a cachaça o levou.
Hoje é o Dia Onze de Agosto, o principal dia da vida, o principal dia desse mundo morno. O dia do meu meninão. São oito anos que choro este dia, comemoro, me esparramo por dentro. Há oito anos que meu único filho, Godrigo, saiu de casa para se divertir. Iria a um baile funk, uma desgraça de baile funk, mas ele gostava. O baile era do outro lado da Baía de Guanabara, no bairro carioca de Vila Kennedy. Tanto baile aqui nos bairros de São Gonçalo, na Covanca, no Salgueiro... Foi sozinho, que meu menino era assim, tinha seus defeitos, mas não era de andar de patota.
Todos os anos, em janeiro e setembro, vou até a 34ª Delegacia Policial, em Bangu. Nunca há informações sobre o caso; mas não desisto, sou mãe, sou a persistência. Um dia o caso se esclarecerá... Ser mãe é não ter opção.
Na delegacia os policiais mudam, mas não o destrato. Devem aprender na academia, se é que isso existe. Ou desaparecidos há muitos, e eles já não se importam. Quem sabe é a velha norma pátria, a reação à cor de nossas peles, que define a saudação, seja sorriso, seja disparo, que se colhe?
Nos olhares arredios, de desinteressados a cínicos, percebo que querem, anseiam por dizer, ainda que num jato de vômito: “Seu filho está morto, dona. Pare de nos aporrinhar”. Mas não dizem. E que diferença faria? Sem corpo não há evidências, e eu mantenho minha esperança como quem zela pela própria honra, como quem guarda uma cidadela.
Quando faço café pela manhã, oito anos, meu Deus!, ainda me pego distraída, colocando pó suficiente para dois cafés. Um dia talvez ele entrará por aquela porta, e poderá estar sujo, fedido, esfarrapado; pode vir sozinho ou já com uma família, com um neto. Eu vou esperar. Um dia depois do outro.
Num sábado em maio, na véspera do Dia das Mães, fui a uma reunião de mães de desaparecidos. Lá ganhei um livrete de informações sobre a Ong que promovia o encontro, e no livrinho havia muitas frases sobre o que é ser mãe. Muitas delas tão bonitas que cheguei a decorar, e vou bordar num pano de prato para deixar na cozinha.
Em meio a tantas frases bonitas, uma ali me perturbou. Achei triste, mas depois entendi, alguma coisa em mim entendeu. E aquilo foi estranho, aquela frase me deu força, me amamentou. A frase é de uma pessoa chamada Maeterlink, não sei se homem ou mulher pois dela nunca ouvi falar: “As mulheres jamais se cansam de ser mães: embalariam até a Morte, se ela viesse dormir em seus joelhos.”
É difícil de entender. E ao mesmo tempo é isso.
Com o tempo uma mãe sozinha como eu, “viúva de pai e filho”, a quem o mundo lá fora tanto fez para apequenar, sem perceber vai ficando tão maior que a morte que quando dá por si já não a teme; vai cabendo nela que a morte não pode lhe arrancar o estado de mãe. Mesmo doído, o coração se agiganta, passa por sobre a morte e suas aparências como um trator.
Vivo ou morto, meu filho é eterno. Tudo se resume a uma medida de distância.
Uma mãe é tão maior que a morte que chego a sentir verdadeira piedade dos que não me entendem, dos que meneiam a cabeça quando me veem passar; sinto mesmo uma profunda pena desses que sentem essa tão rasa pena de mim.
Sammis Reachers
- https://marocidental.blogspot.com/
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2020.09.16 06:35 goofbeast Caso sem Solução

Bom, eu sou um garoto muito calmo e na minha. Eu sou legal com todos que eu encontro. Bom, eu já foui muito zuado na minha vida e passei com psiquiatras e psicologos, que me passaram remedinhos pra me acalmar. E eu melhorei. Fiz várias terapias e aqueles negocios de energia e tal. Me senti bem melhor. Entretanto, hoje tive um problema. Anos atras comecei a fazer amizade com o pessoal aqui do meu predio foi dificil, mas conquistei amizades! Agora que o povo começou a voltar a descer, eu tbm voltei. Hoje eu desci, e além dos meus amigos, tinham meninas tbm. Eu brinquei tudo e tal. Só que, em especial as meninas, ficavam me excluindo porque eu sou o menino menos bom em esportes e brincadeiras, portanto sou o ultimo a ser escolhido. Queriam que eu fosse com uma menina de 5/7 anos só porque sou mais lento. Isso magoa. Conversei com meus pais e eles me aconselharam a ser humilde, e se realmente sou ruim, assumir e me contentar, mas tbm nao ficar de boca calada. Só q tem uma menina muito barraqueira nesse meio, uma das principais q me zoa, eu ja tretei com ela uma vez, e agora agente vai acabar brigando de novo sera?! Meu amigo vai falar com o pessoal amanha sem eu estar presente, pra eles me deixaram em paz, só que eu acho que essa menina vai me irritar mais ainda e nao vai parar! Acho q isso realmente nao tem soluçao, melhor eu parar de descer e me afundar na solidão. PS: elas não gostam de mim, pelo contrario, falam que nao queriam ser minha dupla nas brincadeiras porque sou ruim pra caramba e tal.... E elas simplesmente me ignoram um pouco, alem de que, ainda sou bv e acho q nenhuma garota nunca vai gostar de mim....
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2020.09.15 20:53 Apophises Isolamento social fez eu me apaixonar como na adolescência e isso têm feito eu ter mais vontade de viver

Esse texto vai ser longo, agradeço quem tiver interesse de ler. Tenho precisado escrever isso pra organizar as ideias.
É sabido que quanto mais nos apaixonamos, menor vai ser o fulgor das próximas paixões. Eu sempre fui uma pessoa que me apaixonava muito fácil, coisa que me rendeu várias tristezas e falta de correspondência, até ai é normal. Por conta disso também acabei me tornando mais frio e seletivo, o que me tirou a facilidade de criar vínculos com as pessoas (coisa que me faz muito bem, pois não sofro tanto mais com traições de amigos e namoros).
De qualquer modo eu passei a sentir falta de ter aquele sentimento fulgurante de paixão, ainda mais quando os problemas da vida vieram me açoitar e deixar minha vida mais cinza. Então veio a pandemia, o isolamento e eu cai de cabeça dentro do meu próprio ser a ponto de enjoar estar tanto tempo com as minhas qualidades e defeitos. A ponto da solidão não ser dolorosa, mas sim absurdamente tediosa. Eu ficava ansiando por falar com alguém, conhecer alguém, sentir algo por alguém, qualquer coisa que me aproximasse mais do externo.
Em virtude também da solidão e isolamento, parece que meu coração amoleceu e tornou tudo mais fácil; traduzindo pra linguagem popular: Carentena.
Moro com meus pais que são idosos, fico aqui cuidando deles, fazendo tarefas cotidianas: ir comprar água, pão, mistura, cigarro (pois somos todos fumantes) e numa dessas idas e vindas eu sempre vou no posto perto de casa. Uma moça começou a trabalhar lá, mais ou menos da minha idade. Em um dia específico, eu havia acordado angustiado, desanimado, com todos os efeitos de estar a meses sem socializar. E fui comprar o pão e o maldito cigarro. Lá estava ela, me cumprimentou profissionalmente (ou nem tanto), com um caloroso bom dia que atingiu-me como uma flecha no peito. Pedi com gentileza o pão e o cigarro, ela o fez, olhou pra mim e elogiou minha roupa. Conversamos brevemente a respeito. Pronto, a coisa tava feita, a moça conseguiu sem querer entrar no meu campo. Vou até lá todos os dias realizar as comprar diárias e encontro ela, conversamos sempre brevemente e fica por isso. É gostoso como estou como na adolescência: coração disparado ao vê-la, idealizações e o ânimo que toda essa ideia me traz.
Apesar de tudo, não sei socializar, não fui educado para isso e tenho tentado ajustar esse aspecto da minha personalidade. Ser menos instrospecto e ter menos medo de falar com os outros. Pretendo um dia ir além das breves conversas e perguntar seu nome, número e quem sabe tentar algo?
Em contrapartida, ainda mantenho parte da desconfiança, coisa que se torna meu porto seguro para essa paixão não me cegar e me manter o pé no chão.
É isso, obrigado se leu até aqui e caso vocês desejarem eu trago atualizações. Tenham todos um ótimo dia e uma ótima semana!
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2020.09.15 16:21 felthiedmtg Uma questão acerca dos direitos dos homens em relação à gravidez.

Edit: adicionar aqui alguns pontos antes do post principal leitura opcional mas recomendada:
Ponto 1: li nos comentarios que alguem pensou que se tratava de um post de validação por parte da minha pessoa, não tenho que justificar nada, não ha nem uma menção a que eu engravidei uma moça e quero fugir a responsabilidades, de qualquer forma, não é o caso, foi um post criado como forma de saciar curiosidade pois era totalmente leigo acerca de opinião publica e leis sobre o assunto.
Ponto 2: há casos e casos, por exemplo: Casal 1 está numa relaçao ha 4 anos, preservativo rebenta, wtv, o gajo ou nao diz nada ou seguem os dois a sua vida em feliz ignorancia ate que se apercebem que algo esta errado e o menino decide saltar borda fora sem nada discutir e exige o que quer que seja. Casal 2 proporcionado por um encontro no tinder, conhecem-se há 2 meses e a mulher tomou algum medicamento que interfere com a pilula ou o preservativo apresenta uma microrotura que gera uma gravidez indesejada. O meu post visa mais falar acerca do casal 2 que do casal 1.
Ponto 3: eu não sou a favor de aborto forçado a pedido do homem devido a opiniões divergentes.
Post principal:
Desde que a legalização do aborto foi implementada, uma mulher pode escolher terminar uma gravidez indesejada ate às 10 semanas, compreendo perfeitamente que alguém o possa querer fazer quando o filho é indesejado não obstante as circunstâncias da concepção do mesmo.
Mas é preciso dois para dançar o tango, e se eu, que sou homem, engravidasse uma mulher (acidentalmente e nao planeado obviamente), nao quisesse o filho nem as responsabilidades que advém da existência do mesmo? Estaria à mercê da escolha da minha parceira sexual e de todas as consequencias inerentes a ter um filho indesejado ou poderia renunciar ao estatuto de pai se a mulher quiser levar avante a gravidez?
É que nao me faz sentido que uma mulher possa abortar o meu filho por escolha e que eu nao possa renunciar a ele se ela quiser levar avante e tiver sido um acidente mas nao consigo encontrar nada acerca disto.
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2020.09.15 14:58 zinq35 Algum psicólogo ou estudante de psicologia (de preferência avançado) para me ajudar ?

Estou cursando psicologia e me encontro atualmente no terceiro período, um de meus professores nos enviou um caso para estudarmos e darmos nossa interpretação e opinião sobre, ela deixou bem claro que não ligará caso seja algo sem muita coerência pois sabe que nosso nível é baixo para isso ainda, passou apenas como um "exercício de reflexão" digamos assim. O caso claramente tem uma certa requisição da abordagem psicanalista, a qual eu estudei da cabeça aos pés no segundo período e tenho bastantes ideias sobre como entender esse caso, mas gostaria saber de alguém com mais base ainda o que ele(a) pensa sobre, eis o caso:
Denominado de Fabrício, um menino de cinco anos de idade, imperativo, genioso e sedutor. Filho único e de pais jovens, mora com a mãe e os avós maternos. Chega ao consultório, apresentando constipação intestinal funcional diagnosticada pelo médico. Não consegue evacuar durante 4 a 5 dias, resultando em fortes dores abdominais, suja a roupa involuntariamente, devido à retenção das fezes, além de, por diversas vezes, a mãe precisar extrair as fezes manualmente.
Fabrício já havia sido submetido à várias hospitalizações por conta deste sintoma. Associado ao sintoma da constipação, Fabrício apresenta traços obsessivos que remontam à fixação da pulsão anal: toca nos objetos com a ponta dos dedos, detesta sujar-se, demonstra baixa tolerância às frustrações, fazendo birra ou explodindo com seus familiares e amigos, o que remete à dificuldade em lidar com sua agressividade. Ansioso e irritadiço, encontra-se demasiadamente identificado à mãe: baixa autoestima, exigências e confusões psicoafetivas refletem como um espelho as questões da mãe.
Ela possui traços anais marcados pelo alto nível de exigência e rigidez consigo e com a educação do filho, além de ser ordeira e parcimoniosa. Tem dificuldades em colocar limites para o filho, pois não consegue ocupar uma posição de autoridade em relação a ele, ao mesmo tempo em que não permite o pai exercê-la. Ele, por sua vez, abstem-se de qualquer implicação no exercício da função paterna e permite que a separação do casal interfira no vínculo com seu filho. Os pais divorciaram-se aproximadamente dois anos após o nascimento de Fabrício. Extremamente colado à mãe, Fabrício expressa, no sintoma da constipação, a dialética entre permanecer submetido psiquicamente ao Outro materno ou separar- se dele. O pai é ausente e distante do filho desde então, recusando-se, na maioria das vezes, a comparecer nas entrevistas, quando convidado pela analista.
Obrigado a quem ajudar :)
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2020.09.15 03:47 Initial_Name85703 estou travando uma batalha interna cmg mesmo,

hi, tenho 17 anos e sinceramente eu não tenho mais forças pra continuar desse jeito.
meu teclado está horrivel mas tá ficando entalado e ...
desde cedo eu sempre fui uma criança muito tímida e em mais sensivel que as outras crianças, nunca fui de ter muitos amigos e eu realmente invejava todos que tinham muitos amigos, até amigos próximos q tinham muitos amigos antes de completar 14 anos minha mãe descobriu um cancer de mama, e pra ser bem sincero a vida vai desgastando com todo mundo, eu hj estou sem forças pra ajudar mimnha mãe, sou muito,muito apegado a ela mas eu senti muita saudade do que eu não vivi na minnha infancia, vontade de jogar bola. ter muitos amigos, sair pra beber cokm meus outros amigos adolescentes e com 15 anos eu arranje uma namorada que foi e [é bastante apoiada pelos meus pais (meu pai teve uma familia antes de nós e o filho mais velho dele é gay, isso sempre fragilizou o meu pai, apesar dele amar bastante ele) então era bastante incrivel, perdi minha virgindade com ela e vie e versa, mas na virada do ano de 2019 eu descobri q ela tinha me traido com outra pessoa, no desespero pra não ficar sozinho e voltar a ser eu mesmo, eu perdoiei, passando uns meses eu descobri outra, e outra, e outra que eu confirmei só recentemente, já trai ela, dps q eu descobri isso mas isso relamente não é pra mim,k enfim.
ela passava ferias inteiras cmg em casa e pela saude debilitada da minnha mãe ela sempre cuidou dela, bem mais que de mmim, no inicio de 2020 na virada do ano ela simplismente surtou e me fez passar um mico na frente dos meus familiares e eu passei por isso.
enfim, no inicio da quarentenaq ela veio passsar a quarentena cmg e foi muio bom, mas começou a ficar insuportavel a pessoa dela cmg, em uma noite nós estavamos conversando a luz das elestreas e ela perguntou sobre "se eu tinha vontade de fazer sexo a 3" disse que tinha curiosidade e tal mas foi isso,então ela passou semanas tentando convencer alguem a fazer isso conosco( ela é assumidamente bi) nunca liguei anto apesar da curiosidade, enfim cheou o dia 11 de julho era aniversario do meu avô em outra cidade e no´s fomos, chegando lá eu comecei a beber com os meus amigos e princicpalemnte o meu irmão, mas em um momento minha prima me chamou pra passsar batom nela pra nós irmos sozinhs pro quarto.
bom nesse ponto eu preciso voltar alguns anos pra contextualizar, eu namorava uma garota e ela era de outra cidade meu pai trabalhava fora então ele traza ela sempre q pode, não era um namoro assumido e era bem estranho mas nós estavams, mas minha namorada era muito próxima da minha prima, muito mesmo então eventualmente eu descobri q elas estavam ficando :)
ela namorava o primo da minha namorada ( game of thrones ) e um dia ela sumiu, e eu descobri q ela tinha traido o meu primo com outro cara, então eu me fiquei muito ruim, contei pro meu melhor amigo na epóca e ele espalhou a conversa, mas o namorado dela nunca soube
voltando, enquanto caminhava eu olhei pra tras e vi minha namorada vindo atrás de nós, soube, eu já imaginava oq ela queria, entrei no quarto e minha prma ficou de olhos fechados sentada eu olhei pra trás e ela estava no quarto me encarando quase me pedindo, então eu dei um beijo na minha prima, ela olhou pra minha namorada e elas comecaram a se agarrar na minha frente, minha namorada não disse nada mas minha prima dizia coisas como "tua boca e tão macia" "voces parecem sex education"e ela esfregava minha namorada então minha namorada diz "enfia.."eu exitei por um momento e ea pediu denovo e eu fiz, minha prima pediu pra parar e nós paramos, nos despedimos dali mas eu fui atras dela pra pedir desculpas e ela me ignorou e minha namorava pouco se importava, ela ficou com nó por um tempo e depois foi embora, no outro dia e fui na casa dela fazer outras cosas e eu aproveitei pra conversar melhor e ela disse q era melhor nós deixarmos esse assunto pra lá, viemos embora e na segunda feira eu encontro no twter dela ela dizendo q tinha sido estuprada por nós ,conou q tinha sido a força,etc...
poucos minutos dps minha mãe já sabia e enfim apartir dali meu mundo mudou, eu queria me defenderm mas eu não podia de jeito nenhum, ninguem me escutava, mnha mãe ligou pra cpnversar com ela pra saber de todo ocorrido mas eu não tava em casa tinha saido pra jogar volei, e o dia se passou, no outro dia meu pai levou minha namorada embora e eu fiquei só, minha mãe conversou com a minha prima por ligação e wwp,e no whatsapp ela escreveu" tia eu só fiz isso pq na epóca da #### eu estava me envolvendo com uma pessoa e ele simplismente contou pra todo mundo então eu queria q elesenisse como eu me senti" no tiwtter pouco tempo dps ela já estava debochado da situação "nâo vou denunciar #### mas eu vou destruir a vida social dele igual ele fez cmg :)" na verdade eram bem mas emojis de shitpost, e pra qualquer pessoa q se interessase ela contava a historia de debochava da situação, pouto tempo dps ela percebeu q tava falando algumas coisas dms e ela excluiu as postagens mas já havia se passado alguns dias e eu já tinha printado muitas coisas,minha famiia se duvidiu mas n durou muito lgo todo mundo estava do lado dela e com razão, não sou mais do tipo de ser merecedor de pena, ela disse q não queria mais falar do assunto e etc... passado um mes desde q eu tinha sido'CANCELADO" ela contou pra uma pessoa muito importante pra mim e eu publiquei o maximo q eu pud no meu tt tentando me defender, mas a essa altura eu já falava com umas 3 pessoas, ele ficaram irritados pq eu ainda falava daquele assunto e desde então tem sido ainda mais dificil sem eles, a mãe dela é umapessoa muito extrovertida com o resto da familia do tio q paga grades e grades de cerveja, enquanto nós somos bem mais reservados então naturalmente ele ficaram do lado dela,por causa do tratamento e traumas passados mamae tem depressão e por causa de tudo issso a depressão dela agravou e e la tentou e matar, mas nós somos mais reservados, soubemos puco tempo dps q ela tbm tinha tentado de se matar mas esssa n foi a °1 vez q ela tentou ela já disse no tt q já havia tentado se matar 60 vezes, e eu sei oq é querer morrer, desistir de tudo, se eu tentar me matar vai ser só a 1° tentativa e só mas ninguem se importaria ninguem quer ewscutar a minha versão e eu fico muito triste pq ninguem, ninguem sente falta de mm, me deixa arrasado pq quqando eu conto parece q isso é culpa da minha namorada mas eu sinto tanta falta dela, me deixca triste pq não é a 1° vez q ela difama alguem aleatoriamente, ela diz que odeia o cunhado dela por ser toxico,mas, toxico pq? não tem explicação o cara não sai nem do meo do mato, me sinto trise pq eu acho q tenho depressão mas eu acho tbm q seria desulmilde da minha parte achar isso assim, tbm repudio completamente assedio abuso estupro, tudo, tusdo issso e jogam um fardo desses ma minha costa, eu sinceramente não me matei pq é a minha mãe quem precisa de mim, eu simplismente odeio odeio odeio ela, e sinto muito se ela tiver depresssão mas eu não me importo mais , ela fez tudo isso e esperou o momento pra acabr cmg e ela conseguiu e ninguem vai querer simplismente abraçar minha causa, tbmme sinto horrivel pq parece que eu s´penso em im, mas toda vez q eu lembro disso me dá um peso mo meu peito. desculpa mãe mas eu não fiz isso.
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2020.09.13 05:40 odraneol Monotoneidade e o cansaço com o mundo.

Eu não aguento mais a monotoneidade que é a minha vida. Não aguento mais a morosidade e a dúvida de viver e encontrar um caminho a trilhar. Desisti, no último ano de tentativa (estou com 21) e por algum motivo que já não encontro mais, de fazer o concurso da Força Aérea e agora me encontro num curso monótono - memearia mecânica - da minha federal, morando longe dos campi (numa espécie de triângulo equilátero de uma hora de distância entre eles e minha casa) e com a vida encaminhada, pouco a pouco, para trabalhar num subsolo que é o escritório da empresa da família. Desisti disso, de tentar virar fotógrafo, de tentar me aventurar no mundo, pra virar isso: um engenheiro mecânico fodido numa empresa pequena e subserviente ao meu pai. Tudo isso pra viver na coleira dele até ele desistir de trabalhar e eu poder tirar uma grana interessante dali.
Meu escritório era pra ser o céu e agora estou me encaminhando pra virar uma toupeira.
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2020.09.12 06:45 cat_smoking dilema pela minha saúde mental

estou há 9 anos na mesma escola, onde já aconteceu de tudo comigo, bullying etc.
odeio aquele lugar, lá as pessoas só se importam com o quanto de dinheiro você tem... e só, tudo superficial dms.
passei por um longo período deprimid, e tinha passado, mas agora voltou parece, voltei a ter crises por conta do ead e lembranças de tudo que já aconteceu lá, acordar pra ter aula parece um pesadelo, já conversei com meus pais e irmãs sobre mudar de escola por não me fazer bem, mas querem que eu continue lá de qlqr jeito.
agr me encontro em um dilema, continuar lá sabendo tudo que aquele lugar me causa (um inf*rno na minha vida), ou tentar outra escola e enfrentar meus pais e a fobia social, sério, só precisava falar com alguém.
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2020.09.12 01:27 sheisice Crise existencial? Qual o sentido da vida?

Estou a escrever este desabafo novamente porque ontem o apaguei sem querer. Há uns dois dias sai com duas amigas minhas e antes que digam que não respeitei a quarentena, moro em Portugal, onde a quarentena acabou há meses. Continuando...
A maioria dos meus amigos já trabalha ou estuda na faculdade enquanto que eu, por ter 'acabado' a escola mais tarde, não faço nem um nem outro. Pretendo começar a trabalhar ainda este ano mas esse não é o tema deste desabafo. É frustrante para mim saber que não posso compartilhar experiências parecidas com as dos meus amigos pois parece que estamos em fases diferentes de vida mesmo com a mesma idade. Sei que este ano não vou poder entrar na faculdade e que provavelmente no próximo ano será a mesma coisa mas mesmo que entrasse, acho que a faculdade já não teria o mesmo significado para mim como antes. E sim, eu sei que a vida não se resume em fazer um curso, trabalhar para construir uma família, apesar da nossa sociedade ver isso como o básico para uma pessoa ser minimamente feliz.
Então quando saí com as minhas amigas, o que deveria ser um encontro alegre tornou-se sufocante.
Elas as duas estudam o mesmo curso mas em faculdades diferentes, ambas acabaram o primeiro ano e claro que ficaram muito entusiasmadas em compartilhar isso comigo. Eu fiquei feliz por elas. No entanto, 90% da conversa que tivemos foi sobre o curso delas(não estou a brincar quando digo isso) e foi ai que comecei a desejar voltar para casa. Não queria sentir inveja ou algo do tipo mas também não queria ficar aquele tempo todo a falar só de faculdade quando elas mesmas estavam de férias! Eu pedi para falarmos de outros temas além do curso delas e elas concordaram. Falamos um pouco sobre o que cada uma fez durante estes meses e claro que elas tinham novidades para contar (namoro, passeios, a vida dos nossos amigos, etc) enquanto que eu não tinha nada de emocionante para contar pois passei praticamente estes meses em casa, mesmo quando a quarentena acabou aqui em Portugal.
A conversa continuou e uma das minhas amigas que tem o costume de interromper a conversa para falar dela mesma, não parava de nos interromper. Tivemos até que lhe explicar que ela estava a interromper e ela pediu desculpa. Ela costuma fazer isso mas não o faz com arrogância, apenas fica muito entusiasmada. Todos temos defeitos, né? Então quando essa minha amiga recebeu uma chamada, a minha outra amiga começou a falar comigo e foi ai que eu comecei verdadeiramente a falar, sem frases soltas ou monossílabos. Até a minha amiga comentou isso, que enquanto a outra falava por chamada, eu comecei a falar.
Durante a conversa, comentei sobre ter pensado no verdadeiro sentido da vida pois passei estes meses a me questionar muito sobre isso. E quando elas me perguntaram qual era o sentido da vida para mim eu respondi algo como "O sentido da vida para mim? Acho que é sobreviver!". A frase soou deprimente pois as repostas delas em relação à pergunta foram muito mais interessantes e cheias de sonhos como "acabar a faculdade ou marcar a diferença ajudando alguém e bla bla". E mais uma vez senti-me uma idiota.
Elas voltaram a puxar o assunto faculdade, começaram a falar sobre as matérias do curso que eu não entendia nada mas sorria e fingia adorar ouvir tudo. Elas se aperceberam que estavam a falar demais sobre isso e pediram-me desculpas mas sempre voltavam para o mesmo. Algumas vezes ainda tentavam que eu falasse sobre outras coisas mas eu não tinha nada de interessante para dizer. Comecei a desejar que o dia acabasse logo e felizmente uma delas disse que tinha que ir para casa e eu aproveitei para também sair dali.
Quando cheguei a casa chorei. Sentia-me uma falhada e vazia por dentro. Percebi que a minha vida está parada, fechada numa bolha, porque eu não faço nada para mudar isso, simplesmente fico no conformismo. Quero emoção, algo novo na minha vida mas estou cansada de viver. Quero pessoas verdadeiramente interessadas em me conhecer profundamente pois sinto que a maioria que me cerca não quer saber de mim de verdade, talvez me achem muito burra ou apenas apagada...Mas como posso querer que me conheçam profundamente quando nem eu faço esse esforço por mim mesma? Será que devo mesmo me esforçar mesmo sabendo que não valerá mais a pena pois vou morrer um dia?
E não, não me vou suicidar. Apenas estou cansada. Sinto que a vida não tem significado. Fazer x cursos, ser dono de uma empresa ou construir uma família. Tudo isso um dia vai acabar quando a morte chegar e eu só quero que ela chegue. Sei que estou numa crise existencial a encaminhar para uma depressão. Sei também que este texto ridículo não me vai levar a lado nenhum mas estou cansada. Só quero perceber o sentido de colocar vida na terra para depois sofrermos. Pessoas vivem com a dor e falta de itens básicos na vida enquanto que eu, com os pais vivos, um teto e amigos, sinto-me vazia, estranha...
Qual seria o sentido da vida se não sobreviver? Os últimos meses foram intensos para todos nós e isso só me fez ver que não tem necessidade nenhuma estarmos vivos. As pessoas sofrem, uns mais que outras. É inevitável. Estou cansada de ver tanto sofrimento para depois saber que vamos todos morrer.
O mais engraçado nisto tudo é que eu faço parte daquele grupinho de pessoas que acredita em vidas passadas (sim, não me julguem). Então, sendo eu uma pessoa que acredita no reencarne e desencarne, devia saber que a vida apesar de efêmera, terá continuidade noutra vida e que não estamos aqui nesta vida por acaso. Só que ultimamente esse pensamento criou-me mais incertezas do que certezas. Porque se de facto vidas passadas existem, eu não quero reencarnar novamente. A vida já é tão exaustiva para reencarnar novamente...
É isso. Eu não quero tirar a minha vida, apenas quero que a vida me tire dela.
Enfim, obrigada se chegaram até aqui. Peço desculpas pelo desabafo cheio de contradições e erros ortográficos. Se quiserem dizer algo, fiquem à vontade!
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2020.09.11 03:02 altovaliriano O que as profecias em Sonho Febril nos dizem sobre as profecias em ASOIAF

UM ALERTA BEM ÓBVIO:
Este texto contém muitos spoilers de Sonho Febril.
Siga lendo por sua conta e risco.
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Sonho Febril é um livro singular. Não só é uma grande reformulação do mito do vampiro, como também um grande exercício de reformulação da história de nosso mundo para comportar novos mitos sobre vampiros. Dito de outra forma, percebemos que Martin quase criou um mundo secundário quando quis contar as histórias e lendas do Povo da Noite, e por isso é inescapável a sensação de que estamos lendo um rascunho dos temas mais tarde explorados por ele em Crônicas de Gelo e Fogo.
Um desses temas me chamou a atenção de forma especial: a existência de uma lenda sobre um salvador da raça. Quando Joshua York conta a Abner Marsh sobre seus primeiros encontros com outros vampiros e sua cultura, ele conta a lenda bem peculiar sobre o “Rei Pálido”:
De todas as bocas ouvi uma lenda de uma cidade que construímos, uma grande cidade da noite, feita em ferro e mármore negro dentro de algumas cavernas escuras no coração da Ásia, junto às praias de um rio subterrâneo e de um mar nunca tocado pelo sol. Muito antes de Roma ou mesmo de Ur, nossa cidade havia sido grande, garantem eles, em flagrante contradição com a história que haviam me contado antes, de que corríamos nus por florestas de inverno iluminadas pela lua. Segundo o mito, fomos expulsos de nossa cidade por algum crime, e vagamos esquecidos e perdidos por milhares de anos. Mas a cidade estaria lá ainda, e algum dia irá nascer um rei para o nosso povo, um mestre de sangue maior do que qualquer um que já tenha existido, que reúna nossa raça dispersa e nos conduza de volta à cidade da noite junto ao seu mar sem sol.
Abner, de tudo que ouvi e aprendi, esse relato foi o que mais me impressionou. Duvido que exista uma grande cidade subterrânea como esta, duvido que jamais tenha existido, mas o próprio fato de se contar uma história assim prova a mim que meu povo não era feito desses vampiros maus e vazios da lenda. Não tínhamos arte, nem literatura, nem mesmo uma língua própria, mas a história me mostrou que tínhamos a capacidade de sonhar, de imaginar. Nunca construímos, nunca criamos, apenas roubamos seus trajes e vivemos em suas cidades e nos alimentamos da sua vida, da sua vitalidade, do seu sangue, mas éramos capazes de criar; se nos fosse dada a oportunidade, tínhamos em nós a capacidade de sussurrar histórias de cidades nossas. A sede vermelha tem sido uma maldição, tornou inimigas a nossa raça e a sua, destituiu meu povo de quaisquer aspirações nobres. O selo de Caim, sem dúvida.
Tivemos nossos grandes líderes, Abner, mestres de sangue reais e imaginados, em eras passadas. Tivemos nosso César, nosso Salomão, nosso João, o Presbítero. Mas estamos esperando nosso libertador, esperando nosso Cristo.
(Sonho Febril, Cap. 14)
O Povo da Noite tinha portanto duas contingências que o Rei Pálido surgiria para resolver: 1) devolvê-los à sua cidade mística ao abrigo do sol e 2) libertá-los da sede por sangue (sede vermelha). Quando Joshua traz sua bebida neutralizadora da sede aos vampiros que o serviam, imediatamente eles passam a vê-lo como o salvador das lendas:
No aconchego das ruínas daquele sombrio castelo, ouvindo o vento uivar lá fora, Simon e os outros tomaram minha bebida, contaram-me histórias e me examinaram atentamente com seus olhos poderosos e febris, e fiquei imaginando o que poderiam estar pensando. Cada um deles era centenas de anos mais velho do que eu, mas eu era mais forte, eu era o mestre de sangue. Eu lhes trouxera um elixir que bania a sede vermelha. Eu parecia quase semi-humano. Abner, eles me viam como o libertador da lenda, o prometido rei dos vampiros. E eu não podia negar isso. Era o meu destino, soube então, libertar minha raça das trevas.
(Sonho Febril, Cap. 14)
Este tipo de profecia que envolve o nascimento de algum monarca que salvará uma raça inteira e libertá-la de suas contingências também aparece em ASOIAF na figura de Azor Ahai, mais especificamente em sua versão ocidentalizada: O Príncipe que foi Prometido.
Sabemos que a Azor e o Príncipe são lendas sinônimas porque os elementos das histórias se combinam. Nascido entre sal e fumaça, sob uma estrela que sangra, lutaria contra um grande mal e traria um verão que não acabaria nunca. Mas a novidade (para mim, ao menos) foi perceber que este tipo de profecia já havia sido trabalhada na bibliografia de Martin anteriormente na forma do Rei Pálido do Povo da Noite em Sonho Febril.
Diante de tantas semelhanças, torna-se interessante analisarmos como o tema se resolveu na obra mais antiga para termos um vislumbre do caminho que GRRM pode estar tomando nas Crônicas e entender qual é a abordagem que o escritor pretende adotar.
1) Os homens definem as profecias, não o contrário
Em Sonho Febril o vampiro Joshua usa sua confiança na profecia do Rei Pálido para tentar convencer um vampiro muito mais antigo, poderoso e cruel chamado Julian a se aliar a ele, libertar os vampiros que estão só seu poder e experimentar a bebida que aplaca a sede vermelha. Esta tentativa diplomatica, no entanto, não era a única que Joshua tinha em mente, pois estava determinado a tentar subjugar o vampiro mais poderoso, confiante que estava de ser o tal rei lendário do Povo da Noite.
Entretanto, todas as alternativas falharam e o vampiro que acreditava ser o escolhido foi subjugado pelo vampiro mais antigo por treze anos, até que conseguiu fugir definitivamente. Em uma fuga menor durante o início desta longa subjugação, Joshua acaba por causar a morte de uma amiga vampira (Valerie) ao trazê-la consigo. Ela era uma das pessoas que mais acreditavam na predestinação messiânica de Joshua.
Uma hora, Valerie soltou um grito, como se passasse por uma dor terrível. Joshua abriu os olhos e curvou-se em cima dela, acariciando seu longo cabelo preto e cochichando em seu ouvido. Valerie choramingava. — Achei que você fosse o enviado, Joshua — disse ela. — O Rei Pálido. Pensei que você havia chegado para mudar tudo, para nos resgatar. — O corpo dela tremia todo enquanto ela tentava falar. — A cidade, meu pai me falou sobre a cidade. Ela existe, Joshua? A Cidade Escura?
Silêncio — disse Joshua York. — Fique em silêncio. Senão você vai enfraquecer ainda mais.
(Sonho Febril, Cap. 28)
No momento em que Joshua se despede de Abner para voltar às garras de Julian, o vampiro derrotado ressalta o quanto de dano ter acreditado na profecia lhe causou:
Você é meu amigo, mas eles são sangue do meu sangue, meu povo. Eu pertenço a eles. Eu até achei que fosse o rei deles.
Seu tom era tão amargo e desesperado que Abner Marsh sentiu sua raiva indo embora.No lugar instalou-se a compaixão. — Você tentou — disse ele.
E fracassei. Fracassei com Valerie, com Simon, fracassei com todos que acreditaram em mim. Com você, com o senhor Jeffers e com aquele bebê também. Acho que fracassei até com Julian, de algum modo estranho.
(Sonho Febril, Cap. 29)
Portanto, o que Martin demonstra é que Joshua fazia uma avaliação irreal de suas capacidades. Ele não demonstrava nenhuma capacidade em especial fora a inteligência para criar a bebida que combinava ingredientes capazes de aplacar a sede vermelha.
Entretanto, Joshua deduziu que sua invenção correspondia à “libertação” dos vampiros dita na profecia, ainda que tenha descartado a parte sobre a existência da cidade para onde o Rei Pálido deveria levar seu povo.
Em sua mente, ao preencher o primeiro requisito e considerar que o segundo era bobagem e invenção, Joshua achava que havia preenchido todos os requisitos “sólidos” da profecia e assim se convenceu de que era o Rei Pálido. Porém, o vampiro deveria ter refletido que se uma parte da profecia poderia ser considerada bobagem, a outra parte também poderia ser.
A lição que Martin parece explorar aqui é a que as profecias não se tornam verdade e apontam para você se você preenche os requisitos. Menos ainda se você só preenche os requisitos que você considera importantes ou legítimos.
2) Eventos únicos e excepcionais não são confirmações de profecias
Para adicionar mais uma camada de confusão, Martin faz com que a profecia pareça ter funcionado. Ouvimos o relato de um acontecimento inesperado e excepcional ocorrido em segundo plano (offpage) que funciona como uma vitória tardia de Joshua sobre Julian, reacendendo as esperanças dos protagonistas (e do leitor):
Eu contra-ataquei — disse Joshua. — Eu estava louco, Abner. Eu o olhei nos olhos e o desafiei. Eu contra-ataquei. E dessa vez venci. Ficamos lá em pé por uns bons dez minutos, e finalmente Julian virou as costas, resmungou algo e se retirou. Subiu a escada até o seu camarote, com Sour Billy apertando o passo atrás dele, e o resto do meu pessoal ficou olhando para mim de olho arregalado, todos eles muito assustados. Raymond Ortega deu um passo à frente e me desafiou. Em menos de um minuto, estava ajoelhado à minha frente. “Mestre de sangue”, disse ele, curvando sua cabeça. Então, um por um, os outros começaram a se ajoelhar. Armand e Cara, Cynthia, Jorge e Michel LeCouer, até Kurt, todos. Simon tinha um ar de vitória no rosto. Os outros também. Julian exercera um domínio que havia sido penoso para vários deles. Agora estavam livres. Eu subjugara Damon Julian, apesar de toda a sua força, apesar de toda a sua idade. Era o líder do meu povo de novo. Eu compreendi então que estava diante de uma escolha. A não ser que agisse, e rápido, o Fevre Dream seria descoberto, e eu, Julian e toda a nossa raça seríamos mortos.
(Sonho Febril, Cap. 31)
Entretanto, como sabíamos que se tratava de um relato do passado, e Joshua a esta altura do livro estava novamente sozinho na clandestinidade, procurando desesperado a ajuda de Abner, não havia como aquilo ter tido um desfecho positivo:
Em uma noite tenebrosa, Damon Julian saiu do seu camarote. Ele ainda morava no vapor, como alguns dos demais, aqueles que lhe eram mais próximos. [...] Quando voltei ao Fevre Dream, descobri que dois dos prisioneiros haviam sido tirados dos seus camarotes e mortos. [...] Eu estava furioso e enojado. Trocamos palavras duras e decidi que aquele seria o último crime da sua longa e monstruosa vida. Eu ordenei que ele me encarasse. Pretendia fazer com que se ajoelhasse e me oferecesse seu sangue, várias vezes, se preciso, até que fosse meu, até que ficasse esgotado, vencido e inofensivo. Ele se ergueu e me encarou, e então… — York deu uma risada desesperançada, penosa.
Ele ganhou de você? — arriscou Marsh.
Joshua assentiu. — Com facilidade. Como sempre fizera antes, exceto naquela única noite. Eu tentei juntar todas as minhas forças e toda vontade e raiva que havia em mim, mas eu não era páreo para ele. Nem mesmo Julian esperava isso, acho. — Ele balançou a cabeça. — Joshua York, rei dos vampiros. Eu falhei com eles de novo. Meu reino durou apenas uns dois meses, pouco mais. E, nos últimos treze anos, Julian tem sido nosso mestre.
(Sonho Febril, Cap. 31)
Ainda que este momento de vitória efêmera de Joshua ocorra no fim do livro, parece ficar claro que a morte de Julian não acarreta na veracidade da profecia, até mesmo porque a decisão de matar Julian não tinha mais ligação com a libertação dos vampiros em geral.
Portanto, a conclusão a que George parece que cheguemos é a ocorrência de eventos excepcionais não necessariamente implicam na realização ou confirmação de profecias.
3) Relação com as Crônicas de Gelo e Fogo
Diferentemente do que ocorre em Sonho Febril, alguns personagens importantes de As Crônicas de Gelo e Fogo já demonstraram ceticismo quanto a natureza da profecia.
Arquimeistre Marwyn é um personagem citado nas Crônicas desde o primeiro livro da saga e em sua primeira aparição ele assim comenta as suspeitas de Meistre Aemon sobre Daenerys ser a realização da profecia do Príncipe que foi Prometido:
Meistre Aemon acreditava que Daenerys Targaryen era a realização de uma profecia... Ela, não Stannis nem Príncipe Rhaegar, nem o principezinho cuja cabeça foi atirada contra a parede.
Nascida entre o sal e o fumo, sob uma estrela sangrenta. Conheço a profecia – Marwyn virou a cabeça e escarrou uma bola de muco vermelho para o chão. – Não que confie nela. Gorghan de Velha Ghis escreveu um dia que uma profecia é como uma mulher traiçoeira. Mete o seu membro na boca, você geme de prazer e pensa, “que maravilha, que agradável, que bom isto é”... E então seus dentes se fecham e seus gemidos se transformam em gritos. É essa a natureza da profecia, Gorghan disse. A profecia sempre arranca seu pau a dentada – mascou durante algum tempo. – Mesmo assim…
(AFFC, Samwell V)
Comparando com o que vimos em Sonho Febril, Marwyn parece estar falando sobre como profecias podem funcionar como uma forma agradável de autoindulgência, mas que toda essa permissividade pode se virar contra você.
Quase nas mesmas linhas, Tyrion explica que as profecias as vezes apenas parecem úteis, mas quando são colocadas a provam, inevitavelmente se viram contra quem se vale delas.
Uma profecia é como uma mula semitreinada – reclamou para Jorah Mormont. – Parece que será útil, mas no momento em que você confia nela, ela o chuta na cabeça.
(ADWD, Tyrion IX)
De certa forma, a profecia do Rei Pálido somente funcionou para Joshua enquanto ele entrava em contato com pessoas dispostas a acreditar naquilo após ver os efeitos de sua bebida. Quando ele encontrou uma criatura de má índole como Julian, porém, tudo que o messianismo dele fez foi despertar animosidade e inveja em um vampiro mais poderoso.
No caso da profecia do Príncipe que foi Prometido, os candidatos podem vir a ser requisitados a realizar atos monstruosos em nome da destruição dos Outros. Mas também o vínculo desta profecia com a religião do Deus Vermelho pode se tornar apenas um gatilho para despertar animosidade naqueles que cultuam as religiões dominantes em Westeros (Fé dos Sete e Deuses Antigos). Por outro lado, como supostamente só pode haver um único escolhido de R’hllor, pode haver disputadas de legitimidade entre os supostos escolhidos.
O que Sonho Febril parece nos mostrar, portanto, é que George não está interessado na investigação sobre a veracidade das profecias. O interesse real do escritor é os tipos de comportamento que as pessoas têm quando são motivados por elas. E pelo que vimos através de Joshua York, as decisões tomadas sob a influência de convicções messiânicas pode custar muito caro.
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2020.09.08 03:37 fracassadooo Me tornei um ninho, uma alma vazia

Conheço o Reddit tem um bom tempo já, apesar de não interagir com a galera, me sinto melhor vendo as histórias/desabafos do pessoal. O texto provavelmente vai ser longo, então desde já desculpas se eu falar muito. Sou um cara de 19 anos, faço 20 no final do ano e apesar de estar trabalhando (integral) e estudando numa faculdade pública (Fatec), me sinto um em relação aos meus sentimentos, sou muito solitário, aquele tipo de pessoa que ninguém chama pra roles e coisas do gênero. E algumas coisas contribuem/contribuíram para eu me sentir assim, sai do ensino médio BV e com poucos amigos, e mesmo assim naquela época eu me sentia feliz, como se eu ainda tivesse esperança que as coisas fossem melhorar, depois do ensino médio nunca mais fui o mesmo, fui um dos poucos que não arrumou emprego ou entrou na faculdade no ano seguinte, fazendo eu ficar em casa tempo demais, enquanto as pessoas seguiam a vida e eu me sentia cada vez mais pra trás, fiquei perdendo tempo e me iludindo com concurso público. No ano de 2019 (terminei o EM em 2017), consegui tirar minha CNH, entrei na faculdade, arrumei um estágio e comprei um PC gamer, parecia tudo bem porém essa sensação de se sentir sozinho nunca passava, tinha madrugadas que eu não dormia pensando em suicídio e coisas do tipo. Em 2020, consegui ficar com uma menina pela primeira vez, no segundo encontro que foi dia 16/03, depois disso nunca mais se vimos, basicamente ela me enrolou e me descartou voltando pro ex dela no meio desse ano, e essa sensação de solidão/rejeição só aumentou em mim, me senti como um tapa buraco e na época já esperava/temia por isso e hoje estou aqui sozinho, sem amigos, sem ninguém, passei o feriado inteiro jogando no meu quarto isolado e bate essas horas só dá vontade de chorar, não consigo sorrir, não consigo me sentir feliz, apesar de ter uma casa, emprego, pais que se importam comigo e outras coisas,por isso é como eu me sentisse vazio constantemente. Cheguei a procurar ajuda psicológica, mas não adiantou mesmo depois de três meses de consultas semanais, me sinto um inútil como antes, as vezes me olho no espelho e sinto vergonha de quem eu sou, como se a todo momento eu me sentisse um fracassado e solitário. Tentei resumir como eu me sinto, espero que não tenha ficado confuso, só queria desabafar em algum lugar, e é isso, obrigado por ler até aqui, espero que ao acordar e eu me sinta melhor.
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2020.09.08 00:38 hoops_loops Sou o babaca por seguir minha vida sem a minha ex?

Em 2012 iniciei um relacionamento que durou até 2016, exatos quatro anos. No término ela deixou muito claro que estava terminando comigo por estar eu estar estagnado na vida e que ela estava em um patamar acima de mim. Na época ela já estava formada e trabalhando em um escritório (que o pai dela arrumou), e eu estudando para o exame de admissão da OAB (hoje ambos somos advogados). Após o termino ficamos exatamente um anos sem se falar, eu abri meu próprio escritório e ela continuou como empregada... E por insistência minha voltamos a nos ver como amigos. E por consequência do destino paramos de nos falar dinovo. Em 2018 o irmão dela faleceu de forma trágica, e eu estive lá pra dar todo o apoio que a família e ela precisou, e isso nos aproximou novamente. Por óbvio tivemos algumas recaidas mas a vida seguiu mas nunca voltamos de fato. A vida seguiu e após essas recaidas ela veio me dizer que conheceu alguém, eu levei de boa e logo em seguida acabei conhecendo alguém também, e isso a deixou louca, me seguia e me mandava mensagem dizendo que estava muito mal com a situação, mas mesmo assim afirmava que não gostava mais de mim e que era apenas um sentimento de posse, e então seguiu namorando e eu segui com a vida. O relacionamento dela não durou muito tempo e o meu já havia a terminado também, então voltamos a conversar. Numa dessas voltas, tivemos nossas recaidas, estávamos ficando a quase um mês direto, eu acreditei que realmente iriamos voltar, mas descobri que ela estava de conversa com um dos clientes dela e acabei falando algumas coisas do tipo "você só me quer por perto como um apoio pra quando esta sozinha" e coisas do tipo, o que deixou ela muito puta da vida e paramos de nos falar novamente. Porém, a vida nos aproximou mais uma vez e faz um ano que voltamos a nos falar, porém sem recaidas, só amizade mesmo. Ela vive recebido notificações no tinder e faz questão de esconder e se explicar quando eu acabo vendo alguma coisa do tipo, ja não me i.pprto com isso, até pq não vejo mais chances com ela. Então recentemente eu conheci alguém, uma garota muito legal e então decidi contar pra ela, como amiga, achei que não haveria problemas, porém mais uma vez ela veio me dizer que não quer mais falar comigo e que a forma como disse a ela que teria um encontro foi muito desrespeitosa. Eu fiquei meio triste mas a fui ao meu encontro tranquilo e desde então ela parou de falar comigo.
Sou babaca por achar que poderia seguir com a minha vida amorosa?
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2020.09.05 17:56 Marlinore A barata na cozinha

Olá turma, editor, Luba, convidado, gatas. Digamos que não sou sortuda quando encontro alguma barata em qualquer lugar. Um pouco confuso? Talvez, mas vou contar a história. Tudo começou numa noite de quinta feira, era setembro, minha mãe, irmã e pai tinham saído para a igreja, por que minha mãe participava da organização e coordenação e disse que a reunião demoraria meu hora. Estava sentada no sofá da sala conversando com uma amiga virtual (Ponto: na minha casa se você estiver no sofá da para ver uma parte da cozinha). Estava tudo bem até eu vê um enorme ponto preto na parede próximo da pia, percebi logo de cara que era uma barata e já entrei em desespero, sozinha em casa, com uma barata do tamanho de um rato, tenho medo de barata desde os meus dias que vida. Fui logo para a cozinha tentar pegar o inseticida, mas a barata estava com o inseticida sob controle, ela estava em cima do inseticida, joguei uma colher para ela andar para longe, mas ela voou em minha direção, naquele momento o king kong que estava em meu espírito tomou conta de mim, subi em cima da cadeira da cozinha e gritei horrorizada. Ela voou para o outro lados cozinha, o inimigo voava gente, aproveitei que ela estava distraída e corri para pegar o inseticida, a morte do inimigo estava em minhas mãos, ao usar tal arma para não deixa-lo vivo, não consegui, pois o inseticida estava vazio, saia apenas um ar, que eu usei na barata, PÉSSIMA IDÉIA. Deu sei lá o que na barata que ela ficou tonta, começou a dançar a Macarena, andou cabaleando de um lado para outro, parecia estar bêbada e eu com medo longe dela, pior de tudo foi ela tentar voar e não conseguir, mas ainda estava de pé firme e forte. Liguei para minha mãe desesperada, quando estou na merda eu tenho todo tipo de sentimento, no momento eu ria e chorava, minha mãe atendeu:
A ligação acabou a barata olhava para mim como se soubesse dos meus pecados, eu tentei dar uma de corajosa e joguei uma bolinha de papel na condenada, mas ela voou para cima de mim, corri para a fora da cozinha onde tinha uma porta pro quintal, depois daquele momento nunca mais vi ela. Pensei, a barata tá desaparecida, tô sozinha em casa, f#deu. Corri para fora de casa, ja que minha mãe disse que está perto de casa não me preocupei, passou 40 minutos e nada, liguei para minha mãe.
O celular se desligou, tava todo descarregado. Fiquei na rua sentada na calçada, por quase uma hora e meia fora de casa.
Minha mãe chegou com minha irmã e meu pai, era 22:00. Chegou em casa e a barata tinha sumido, quase não dormir a noite com medo de puxar meu pé. Contei essa história pra minha amiga, que riu e disseque a barata tava fingindo ser o Undertale. Espero tenha gostado 🙂.
submitted by Marlinore to TurmaFeira [link] [comments]


2020.09.05 17:53 Marlinore A barata na cozinha

Olá turma, editor, Luba, convidado, gatas. Digamos que não sou sortuda quando encontro alguma barata em qualquer lugar. Um pouco confuso? Talvez, mas vou contar a história. Tudo começou numa noite de quinta feira, era setembro, minha mãe, irmã e pai tinham saído para a igreja, por que minha mãe participava da organização e coordenação e disse que a reunião demoraria meu hora. Estava sentada no sofá da sala conversando com uma amiga virtual Ponto: na minha casa se você estiver no sofá da para ver uma parte da cozinha. Estava tudo bem até eu vê um enorme ponto preto na parede próximo da pia, percebi logo de cara que era uma barata e já entrei em desespero, sozinha em casa, com uma barata do tamanho de um rato, tenho medo de barata desde os meus dias que vida. Fui logo para a cozinha tentar pegar o inseticida, mas a barata estava com o inseticida sob controle, ela estava em cima do inseticida, joguei uma colher para ela andar para longe, mas ela voou em minha direção, naquele momento o king kong que estava em meu espírito tomou conta de mim, subi em cima da cadeira da cozinha e gritei horrorizada. Ela voou para o outro lados cozinha, o inimigo voava gente, aproveitei que ela estava distraída e corri para pegar o inseticida, a morte do inimigo estava em minhas mãos, ao usar tal arma para não deixa-lo vivo, não consegui, pois o inseticida estava vazio, saia apenas um ar, que eu usei na barata, PÉSSIMA IDÉIA. Deu sei lá o que na barata que ela ficou tonta, começou a dançar a Macarena, andou cabaleando de um lado para outro, parecia estar bêbada e eu com medo longe dela, pior de tudo foi ela tentar voar e não conseguir, mas ainda estava de pé firme e forte. Liguei para minha mãe desesperada, quando estou na merda eu tenho todo tipo de sentimento, no momento eu ria e chorava, minha mãe atendeu:
A ligação acabou a barata olhava para mim como se soubesse dos meus pecados, eu tentei dar uma de corajosa e joguei uma bolinha de papel na condenada, mas ela voou para cima de mim, corri para a fora da cozinha onde tinha uma porta pro quintal, depois daquele momento nunca mais vi ela. Pensei, a barata tá desaparecida, tô sozinha em casa, f#deu. Corri para fora de casa, ja que minha mãe disse que está perto de casa não me preocupei, passou 40 minutos e nada, liguei para minha mãe.
O celular se desligou, tava todo descarregado. Fiquei na rua sentada na calçada, por quase uma hora e meia fora de casa.
Minha mãe chegou com minha irmã e meu pai, era 22:00. Chegou em casa e a barata tinha sumido, quase não dormir a noite com medo de puxar meu pé. Contei essa história pra minha amiga, que riu e disseque a barata tava fingindo ser o Undertale. Espero tenha gostado 🙂.
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2020.09.04 21:06 Level-Account-7474 vivendo um paraíso e ao mesmo tempo um inferno

Antes de falar toda o meu "romance", eu deixo claro que dependo dos meus pais, não tenho dinheiro para nada, e também a história provavelmente vai ser clichê para vocês e longa, "sad but true".
Por volta de maio, eu começei a conversar com uma menina que é da umbanda, o terreiro dela é aqui perto da minha casa e sempre observava ela passar na frente da minha casa e achava/acho ela bonita, e pela primeira vez na vida tomei coragem e inicie uma conversar com uma menina(claro, no começo era online kkk pelo ins, mais ainda vale, pq não tinha coragem para nada), passando um tempo a gente decidiu se encontrar pessoalmente( nesta hora já tinha percebido que ela estava interessada em mim) então convidei ela para vim aqui na minha casa, a gente sentou na porta da rua e conversamos por horas( cerca de duas horas e meia).
Mais foi no dia do nosso primeiro encontro( como amigos ainda) que a minha família começou a infernizar minha vida, eles sabiam quem era é da onde era a menina( pq eles sabem todos os membros do terreiros aqui perto de casa, só para ficar falando mal, odioooooo), quando ela foi embora e eu entrei para dentro de casa e ocorreu uma confucao enorme, eles dizendo que eu estava indo para o caminho de satanás( não posso ir para o caminho de um ser que não existe, sim eu sou ateu, mais ainda não falei sobre meu ateísmo e minha família"cristão"), depôs disso ocorreu mais confucao, afinal, agora estou namorado essa menina, gosto muito dela.
OBS: meus pais só fazem discursos de ódio contra outras práticas espirituais dentro de casa, fora eles são as pessoas mais falsas possíveis.
mais o que mais me deixou triste foi anteontem que a minha namorada disse que estava no hora das nossas famílias se conhecerem, mais o que me deixa triste é saber que eles podem vim aqui( minha casa) e conhecer minha família, mais depôs meus pais vão cair encima eles falando várias barbaridades.
o que eu devo fazer? enrolo minha namorada ou conto toda a verdade?
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